A Apple já começou a distribuir para os desenvolvedores as versões betas (2.1) do software para o iPhone e do SDK que, segundo rumores, já possui suporte para navegação curva-a-curva e para notificações push (em background).
Segundo relatos de desenvolvedores que já estão trabalhando com o novo beta, novidades foram adicionadas ao Core Location que permitem o reconhecimento de direção e de velocidade, itens fundamentais para fornecer a tão esperada navegação curva-a-curva — função esta que especulou-se que o GPS do iPhone não era capaz de realizar.
O próprio Greg Joswiak, vice-presidente mundial de marketing de produtos de iPods, afirmou que o GPS dele é igual a qualquer outro mas que, até o lançamento da versão 2.0, existiam “coisas complicadas” que impediam aplicativos com rotas no momento. “Chegaremos lá. Acho que nossos desenvolvedores nos surpreenderão”, disse ele em uma entrevista para o ExtremeTech.
A Apple também incluiu no beta do iPhone 2.1 o suporte em background para notificações push para aplicativos de terceiros. Esta novidade permitirá que aplicativos recebam e processem informações em background sem interromper outros aplicativos que estiverem em execução.
É provável que o firmware 2.1 seja distribuído publicamente em setembro, data estipulada pela Apple para o início do funcionamento do serviço de notificações push para terceiros.
O fabricante coreano Ripple, lançou recentemente uma versão atualizada de seu clone de Mac mini, o Ripple mini. Porém, eu acho que eles se parecem apenas no nome. O Ripple mede 15mm x 210mm x 80mm contra 50mm X 165mm X 165mm do Mac mini.
O Ripple mini chega ao mercado com um processador Atom de 1.6GHz da Intel (no padrão Mini-ITX), i945GC-Northbridge de 45nm, chipset de áudio ICH7Ssouthbridge, 2 portas USB, dois conectores SATA de 3GBs, um único IDE socket, suporta até 2GB de memória RAM e mais nada. É isso mesmo. A maquininha da Ripple não vem com drive de CD e muito menos com HD. É o próprio usuário que terá que comprar e instalar na máquina.
Disponível em três cores (chocolate, vermelho e prata) apenas no mercado coreano, o Ripple mini custa aproximadamente US$200. Alguém aí vai quer um?
O site AllThingsD publicou ainda ontem um memorando enviado por Steve Ballmer a todos os funcionários da Microsoft, revelando uma mudança na estratégia corporativa de sua empresa. Entre os comentários feitos pelo CEO, há algumas citações relacionadas diretamente à Apple:
Apple: na competição entre PCs e Macs, nós batemos a Apple em 30-a-1. Mas não há dúvidas de que a Apple está prosperando. Por quê? Porque eles são bons em proporcionar uma experiência limitada mas completa, enquanto o nosso comprometimento à escolha muitas vezes compromete a experiência final do usuário.
Hoje, estamos mudando a forma como trabalhamos com fabricantes de hardware para garantir que poderemos proporcionar experiências completas sem quaisquer perdas. Faremos o mesmo com telefones, proporcionando escolhas enquanto trabalharamos para criar ótimas experiências.
Ballmer reconhece a forma como a Apple é bem sucedida num modelo end-to-end, proporcionando uma ótima experiência aos seus consumidores, uma vez que fabrica tanto o hardware quanto o software.
O update é recomendado para todos os usuários de Macs com processadores Intel e aprimora a confiabilidade de conexões AirPort. Ele requer o Mac OS X 10.4.11 ou superior.
A chegada do primeiro iPhone reviveu um assunto já bastante discutido no meio tecnológico: a eficácia dos teclados virtuais. Desde os primeiros dias do seu telefone, a Apple promove o recurso como uma vantagem perante a concorrência, afirmando que teclados virtuais não só são adaptáveis a depender do software utilizado, como também só tomam espaço na tela quando necessário.
Muito se discutiu inicialmente quanto à precisão que o teclado do iPhone proporcionaria e, de fato, a depender do tamanho da mão da pessoa, é impossível — mesmo com a maior prática do mundo — acertar todas as teclas desejadas. É por isso que o iPhone possui um dicionário embutido que baseia-se na formação de palavras a partir de todas as teclas adjacentes à desejada, de forma que o usuário possa digitar “ouzza” sem se preocupar: o sistema automaticamente corrige a palavra para “pizza”.
O site iSmashPhone resolveu fazer um teste de fogo e colocou, lado-a-lado, um computador convencional, um iPhone, um Palm Treo e um outro iPhone rodando um software diferenciado de teclado virtual, chamado WritingPad. Este procura revolucionar a forma como usuários escrevem em seus iPhones, de maneira que as palavras são escritas pelo movimento dos dedos sobre as letras, ao invés da digitação virtual, tecla por tecla.
O colunista de tecnologia do The Wall Street Journal, Walt Mossberg, passou uma semana fazendo testes com o MobileMe. No vídeo abaixo, ele conta como foi a sua experiência com o serviço da Apple nesse período, dizendo “que não o recomenda em seu estado atual”:
É oficial: 30 de setembro será o último dia que o Yahoo! prestará suporte para usuários da sua Music Store. É o efeito tsunami da iTunes Store em ação junto com os sinais da extinção de tecnologias DRM (controle de direitos autorais) em músicas online.
O pior de tudo é que a loja é fechada da pior maneira possível. Como todas as músicas são protegidas contra cópia, o Yahoo! recomenda que usuários façam imediatamente backups das suas bibliotecas em CDs de áudio que, se posteriormente ripados, geram arquivos livres de proteção — artifício chato, antigo, mas bastante conhecido para burlar tais limitações.
Isso significa que usuários do serviço só poderão ouvir suas músicas protegidas, a partir de 30/09, em computadores já autorizados para tal. Após esta data, não será possível re-autorizar novos computadores — nem mesmo computadores que tenham sido formatados para reinstalação do sistema operacional, por exemplo.
No final de um email enviado aos seus clientes, o Yahoo! comenta que, apesar do final da Yahoo! Music Unlimited Store, a partir de agora a empresa é parceira da Rhapsody (da RealNetworks) — em vias de “redirecionar” seus usuários para a loja concorrente da Apple.
Desde sempre, usuários puderam optar entre acessar o Gmail via http ou https (modo seguro, criptografado). Para isso, basta escolher o protocolo desejado na hora em que estiver digitando a URL de acesso ao serviço de email do Google.
Optar por https certamente é a melhor escolha para evitar problemas — principalmente se você for um usuário acostumado a acessar seus emails de cyber-cafés, aeroportos, redes compartilhadas etc. A desvantagem é que toda a informação transmitida pela rede tem que ser codificada e decodificada em tempo real, gerando mais processamento da máquina e tornando a navegação ligeiramente mais lenta. Por isso a opção de escolha.
Para facilitar ainda mais o processo, o Google está implementando aos poucos na conta de todos os usuários do Gmail uma nova configuração para forçar o acesso em modo “aberto” ou via modo seguro. Desta maneira, você não mais precisará se lembrar de digitar a URL com https — independente disso, ele obedecerá ao que você definir nos Settings:
O famoso — e bastante comentado nos últimos dias — software PwnageTool do iPhone Dev Team foi finalmente liberado para usuários da plataforma Windows. Com a versão WinPwn 2.0, você poderá criar facilmente seu firmware customizado e instalá-lo em seu iPhone — tanto nos GSM/EDGE quanto nos novos 3G.
Para aqueles que não possuem Mac ou não quiseram tentar os métodos alternativos com firmwares customizados por outras pessoas disponibilizados pelos diversos fóruns sobre o assunto, esta é uma boa notícia, mas atentem-se a alguns avisos: para usá-lo, desinstale de sua máquina o software antigo (WinPwn V1) e atualize seu iTunes para a versão 7.7. As promessas são as mesmas do software para Macs: para os iPhones 3G está disponível apenas o jailbreak e, para os demais, jailbreak e desbloqueio.
Como a solução foi liberada há pouco tempo, recomenda-se esperar um pouco e ficar de olho nos comentários dos que já se aventuraram. Abrimos um tópico em nosso FÓRUM para tirar dúvidas sobre esse assunto. Clique aqui para visitá-lo!
O Fórum Internacional de Design e Tecnologia Digital (FIND), promovido pela Arteccom, chega a sua terceira edição e, após dois anos de sucesso no Rio de Janeiro, o evento será realizado também em São Paulo, em 28 de agosto, no Amcham Brasil. Dois dias depois, em 30/08, o FIND chega ao Hotel Glória, na Cidade Maravilhosa.
Voltado para diretores de criação, gerentes de TI e gestores de agências interativas, o FIND tem como objetivo principal firmar o Brasil no mercado internacional de internet, a partir da troca de experiências com profissionais de diferentes países e da formação de uma grande rede de relacionamentos.
“A publicidade brasileira é reconhecida mundialmente, mas precisamos avançar na web. Essa é uma área que evolui muito rápido, e a melhor forma de acompanhar as tendências mundiais é por meio de eventos como este”, explica Adriana Melo, diretora da Arteccom e organizadora do FIND.