Google supera expectativas e registra subida no seu faturamento neste quarto trimestre fiscal de 2008
Surpreendendo diversos analistas financeiros, o Google registrou um ótimo quarto trimestre fiscal de 2008, com uma subida no faturamento de quase 20%. Como diria Galvão Bueno, os caras de Mountain View nem tomaram conhecimento da crise econômica mundial. :-P

O Google reportou hoje um faturamento de US$5,7 bilhões, 18% a mais que no mesmo período do ano passado. Seu lucro líquido foi de US$382 milhões, ou US$1,21 por ação diluída — aqui sim, uma queda de 68% em relação a 2007, quando ele lucrou US$1,2 bilhão, ou US$3,79 por ação.
A empresa fechou o trimestre com 20.222 empregados full-time.





O lucro não seria em milhões?
@Salvano: oops! ;-) Valeu!
Essa empresa tem algo de mágico…ou seria “de extrema utilidade” real pra todos os que usam a Internet?…
“subida” não soa estranho essa palavra?
Nossa é o Bill ali atrás? rsrs
O Google vai dominar o mundo MESMO.. até a crise passa longe..
Tira o chapéu… Tira o chapéu…
[]´s
? A poucos dias o Google anunciou uma reestruturação e fechamento de algumas unidades…
Tem alguma maquiada nisso aí, ou não estariam falando em cortes antes de divulgar os resultados…
parabéns Rafael… parece que o eixo Apple-Google se mantém bom mesmo enquanto o Google descontinua projetos e a Apple com risco de Jobs deixar a Apple e este plano terreno…
E mesmoa assim já demitiram 200 funcionários no mundo nos último mês… Muito estranho isso. Crise é desculpa para tudo, até dor de cabeça.
previsãod o futuro: Google adquire Apple
[...] a tão famosa crise, o interesse do Google pode ser mais que real, já que segundo eles mesmos no quarto trimestre de 2008 eles obtiveram um aumento no faturamente. O Skype seria, sem dúvida alguma, um ótimo complemento para outros produtos do Google, como o [...]
[...] O Google revelou há algumas horas seus resultados financeiros para o primeiro trimestre fiscal de 2009, que totalizaram US$5,51 bilhões. O número é 6% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, mas 3% menor que o do último trimestre. [...]