Do G1: estimulado por um faturamento anual que ultrapassa a cifra de US$48 bilhões, o Google volta sua alça de mira à mídia impressa e começará a vender — em um primeiro momento — anúncios para os classificados de 50 jornais norte-americanos, dentre eles o Washington Post e o New York Times.
Seu objetivo maior e servir ao mercado de pequenas e médias empresas que poderiam, com um serviço único, promover seus produtos e serviços tanto na internet quanto na imprensa convencional. Segundo as informações mais recentes, o novo sistema começará com um teste de 100 anúncios no fim deste mês. Durante a fase de testes, a Google não terá retorno financeiro algum, apenas quando o sistema estiver formalmente introduzido, no ano que vem. A Google retém cerca de 20% da receita de seus anúncios na internet.
Daí fica a pergunta: aonde — e quando — o Google vai parar?






Luiz Domingos de Luna
30/10/2008 às 12:51
NOS BASTIDORES DA MÍDIA
Luiz Domingos de Luna
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Penso que a mídia brasileira vem crescendo de forma positiva, ágil, versátil, informatizada; seu poder de informação é amplo, irrestrito, sem fronteiras; os noticiosos são bem aprimorados, toda uma programação que de fato e de direito se posiciona muito bem num Estado Democrático de Direito cumprindo a sua função primeira que é informar a sociedade, mantê-la sempre vigilante e atuante no processo continuo de aprimoramento dos seres humanos no espaço social. Sempre uma luz a pairar no presente, problematizado o nascedouro do futuro e abrindo novas facetas para novas problematizações.
Esta força desenvolvimentista é um imperativo para o crescer harmonicamente em sociedade, e de maior valia para a unidade social Brasileira. Porém, com este processo acelerativo do momento presente, onde novas ferramentas são diariamente oferecidas e que tudo deve ser atualizado, pois a informática é um dos setores que está sendo privilegiada, por aprimoramento de instrumentos que agilizam todo o processo como um todo, o que é uma forma de aprimoramento contínuo, facilitando a vida de todos os cidadãos brasileiros, talvez pela versatilidade da informática, alguns setores que formam a base da estrutura da liga social vem de certa forma, ainda que talvez sem querer, o por não ter a dimensão de seu poder, esquecendo ou não priorizando para o momento e que de certa forma vem causado uma falta para a sociedade, pois, se não Vejamos: Todos os demais paises têm um grande orgulho em mostrar para o mundo seus grandes escritores, poetas, contistas e principalmente os agentes culturais do país. Os Fomentadores da cultura sejam: regional ou nacional.
Os grandes Veículos de comunicação do Brasil durante o século XIX e até meados do século XX traziam em seu bojo, romance, contos, referencial dos grandes vultos da literatura nacional e a poesia sempre presente.
Creio que a juventude precisa ser oportunizada para leituras de poesias, incentivadas para a leitura dos clássicos nacionais e o fomento as manifestações artísticas e culturais de uma região, do país. A iniciativa de projetar para os jovens esta vontade de focar o gosto pela cultura arte e literatura {…} iria com certeza facilitar o trabalho dos educadores em sala de aula, o relacionamento familiar, empresarial e um fluir de uma nova betumação social com certeza iria nascer, onde todos seriam beneficiados, e a sociedade à luz do por vir sempre na esperança, na fé e no pulsar de um novo horizonte, visto a estrutura está alicerçada nas bases culturais que foram responsáveis pelo processo civilizatório da humanidade.
Usando oLuiz Domingos de Luna
30/11/2008 às 15:30
A Idiotização da juventude
Luiz Domingos de Luna
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A indústria Cultural Brasileira, alimentada pelo capitalismo selvagem e direcionador, está diariamente bombardeando a sociedade com uma massificação cultural alienante, no incentivo constante ao consumismo desenfreado a uma cultura alheia a realidade do espaço tempo das manifestações artísticas e regionais, do talento, da arte, da literatura, da música, e da relação histórico raízes por um modelo que prioriza um modismo falso e enganoso na sede insaciável pelo lucro fácil tendo como ferramenta basilar uma mídia cordata que projeta no universo social o lixo podre do vazio navegando eternamente nas ondas no nada.
Usando oPraza Deus que a Internet, à luz da civilidade possa direcionar e resgatar estas riquezas regionais do patrimônio imaterial de nossa gente, bem como o fomento por parte de sites de busca priorizando este manancial da epistemologia genética regional no repasse para o mundo on-line, passando para os olhos das futuras gerações o legado das preciosidades destiladas ao longo da história do homem, numa tentativa de regatar a identidade cultural do homem para a busca do compreender da nossa presença e da nossa atuação no espaço social.
Creio que desta forma estaremos contribuindo para a formação de uma juventude consciente, responsável, globalizada nos conhecimentos, na visão de mundo, na liberdade de expressão, na compreensão da heterogenia social. Este fluir do conhecimento e no incentivo a manifestação regionais é com certeza o antídoto para a idiotização da juventude, quando da aplicação do veneno destruidor da luz da vida no convívio social que é a cultura massificada do nada para chegar a lugar algum.