Naked light é o nome de um novo editor de imagens que me parece bastante promisor. O novo editor entra em beta público hoje — exatamente daqui umas 20 horas. Assim que eu puder, irei baixar e instalar em minha máquina para testar sua nova forma de trabalho.

Segundo o pessoal que o criou, o Naked não trabalha com idéias antiquadas como pixels, layers, cores 8-bit, filtros não re-editáveis e operações destrutÃveis. Pelo contrário, o Naked trabalha com o conceito de tratamento não-destrutÃvel (que visa manter as caracterÃsticas originais das fotos intactas), filtros dinâmicos (que podem ser alterados infinitamente depois de aplicados), composição baseada em Nodes (ou nós), resolução infinita e ferramentas profissionais.
Composição em Node:
O Naked light é principalmente baseado nas funcionalidades do Node. Os Nodes são blocos que são utilizados com imagens, filtros, brushes, ajustes de cor, nÃveis…
Os Nodes são a substituição dos famosos layers do Photoshop, só que podem ser “montados” de formas variadas — podem ser empilhados ou colocados lateralmente uns aos outros — algo que os layers não suportam. A interação entre os blocos dos Nodes são indicadas por setas entre eles.
Resolução Infinita:
O Naked light é um programa pixel-free (na teoria, claro) que trabalha com unidades do dia-a-dia (como eles chamam) como centÃmetros, polegadas e outras. Você pode trabalhar com imagens em diferentes resoluções, padrões cromáticos e aspect ratios dentro da mesma composição. O Naked irá re-escalar e padronizar tudo automaticamente sem que você tenha que ficar convertendo tudo primeiro.
Eu só não tenho certeza se o Naked light é realmente um programa totalmente profissional como o Photoshop. Ele me parece que é mais indicado para um usuário comum ou pelos menos um que tenha algumas noções mais avançadas em tratamento de imagem por causa da sua facilidade de uso. Para a paulera no dia-a-dia de um profissional acho que ele ainda ficará devendo. Posso estar enganado, mas acho que isso só irá acontecer em alguma versão futura.
Os requisitos para rodar o Naked light são o Mac OS X 10.5 Leopard e placa de vÃdeo NVIDIA ou ATI. Mais informações podem ser vistas no blog do pessoal da Naked ou no próprio site da empresa.






Rafael
09/11/2007 às 03:22
Curioso esta tal luz peladona aÃ… hehehehehehehehe
Confesso que fiquei bem interessado!
Usando oVamos ver no que dá!
Filipe Alvarenga
09/11/2007 às 09:38
Rafael, se vc instalar e usar, nos conte o que você achou…
Usando oInfelizmente, eu me lembrei por acaso, que ainda não tenho o Leopard instalado na máquina… Vou ter que esperar um pouco para ver como funciona. :)
Daniel Alves
09/11/2007 às 10:23
Aqui tb falta o Leopard!
Usando oFábio Crestani
09/11/2007 às 10:25
“anvaçadas” ???
o software parece ser massa, essa ideia de pixel-free quebra um galho
Usando oBruno Casarini
09/11/2007 às 13:48
No meu iMac, além de faltar o Leopard, falta a placa da NVIDIA ou ATI… Ou seja, só trocando de Mac. :(
Usando oAmanda
09/11/2007 às 14:19
A mesma coisa que acontece com o Bruno Cesarini, acontece comigo! rsrsrs Só trocando de Mac aqui tb… :| Prefiro o Photoshop! :D
Usando oRafael
09/11/2007 às 15:06
Felipe, me falta o “Leo” tb….
Hoje a noite quero ver se dou um jeito nisso, por meios ilÃcitos, lógico.
A grana ta curta!
Mas, assim que rolar o “Leo” já comento a respeito!
Usando oLuiz Yamashita
09/11/2007 às 19:59
Ele pode ser bonitinho, até bom, mas não substitui o Adobe Photoshop, sem contar que ele já perdeu pondo por só rodar no Leo.
Usando oVan der Lancaster
10/11/2007 às 17:36
saudações a todos
Usando oGostei muito deste conceito de nodes.
Mas cá entre nós, essa história de resolução infinita não cola. E trabalhar com a imagem em cm ao invés de pixels causa um grande problema: a resolução. Vc pode ter uma imagem de 10×10 cm com 96dpi ou os mesmos 10×10 cm so que com 300 dpi. E aÃ? como o programa lida com isso? A noção de densidade de pixels (dpi - dots per inch) é fundamental para determinar a qualidade de uma imagem. Não é nada profissional publicar uma imagem de 96 dpi em uma revista impressa.
alexdnb
13/11/2007 às 15:38
Além de exigir o Leopard, por enquanto ainda não é binário universal: funciona somente em Mac Intel.
Usando o