Mesmo com toda a burocracia imposta pela Apple para um desenvolvedor distribuir um aplicativo ou jogo pela App Store — incluindo aí a possibilidade do mesmo ser barrado, como aconteceu recentemente com o Podcaster —, o resultado financeiro dessa empreitada pode ser muito surpreendente no final.
Logo após a Apple liberar relatórios diários de vendas para os desenvolvedores de aplicativos e jogos, mostramos como alguns deles estavam fazendo pequenas fortunas diárias — como foi o caso da Eliza Block e o seu caça-palavras 2 Across.
Já Steve Demeter, que começou a desenvolver o Trism — um quebra-cabeças muito bacana baseado na tecnologia do acelerômetro — antes mesmo da Apple liberar seu SDK, revelou esta semana durante a conferência Mobilize que já faturou mais de US$250 mil com as vendas de seu jogo.
Custando US$4,99, o game — que encontra-se hoje na posição número 64 da lista dos 100 aplicativos mais comprados — foi baixado, em média, 800 vezes por dia desde o lançamento da App Store.
E aí, você já aprendeu a desenvolver algum aplicativo ou jogo com o SDK da Apple? Não? Tá esperando o que, para ficar rico?







Toloko
20/09/2008 às 18:55
caracas =O
se acertar a mão, chove dinheiro no seu quintal aeuhauhehahuea
só um errinho de português ali, se quiser corrigir, sei lá =O
“…já faturou mais de US$250 mil com as vedas de seu jogo.”
vendas não ??
abraço
Usando oMarcos
20/09/2008 às 20:16
Gastei 10 dola pra baixa o firmware 2.1 so q o itunes da erro e fecha oq eu faço?
Usando oAntonio
20/09/2008 às 20:38
Podem reclamar da censura e dos vetos que a Apple fez em incluir programas na App Store, mais ela não é um modelo livre e democrático de distribuir software. Na verdade é um modelo capitalista onde ambos os lados querem ganhar dinheiro ou pelo menos se promover, os mesmo os programas freeware ajudam a promover a loja em troca de infra-estrutura gratuita é um toma de um lada e da do outro.
Os defensores código-livre que me perdoem, mais a formula de ganhar dinheiro com seus programas e boa e quem quer dinheiro dança a música que a Apple toca.
Usando owhinston
20/09/2008 às 23:49
Eu faço software e já pensei em pegar algum nicho específico do mercado pra desenvolver uma aplicação pro iPhone e poder distribuir mundialmente pela App Store. Contudo, com a Apple e sua mão de ferro, ditando o que entra e o que não entra depois da aplicação já pronta (depois de todo tempo/ dinheiro investido), sem esclarecer no NDA o que pode e o que não pode, mais a pirataria que eu já que tá rolando solta com as App, não fiquei nem um pouco motivado a correr o risco.
Usando oAntonio
21/09/2008 às 00:16
Apesar de existir a pirataria no iPhone é coisa chata de fazer e envolve alguns pré-requisito (do usuário e modificação por Jailbreks do Aparelho) se o software esta disponível e com preço baixo os usuários menos Geeks não vão querer procurar alguém para fazer o trabalho sujo para eles vão preferir o modo de compra mais fácil.
Hoje no Brasil a maioria do iPhone são jailbreks até poque tiveram que ser destravado, mais pensar em nivel de brasil não é base real de análise e muitos usuários do 1º mundo não aprovam pirataria e apesar de $9 que no Brasil algo em torno de R$ 17 não ser muito aqui ser muito no exterior é menos ainda e se existem pessoal que compram toque músicais para seus celulares até no brasil vai existir pessoas comprando programas sim.
A App Store tem uma grande vantagem que nos usuários de Mac do Brasil nunca foram agraciado disponibilidade de programas para compra, quem já tentou comprar programas para Mac aqui deve saber o que estou falando.
Eu acredito que a pirataria do Mac OS X não deva ser tão grande quanto a do Windows em termo de sistema operacional, agora se pensarmos em termo de aplicação acho que os usários Mac tem mais software piratas instalados em suas máquina que os usuários Windowns.
Usando o