Hoje tive o prazer de assistir à estréia de WALL•E. Fiquei completamente encantada com o filme, que debate de maneira madura e graciosa temas que comentamos em nosso dia-a-dia: a poluição e os problemas ambientais, que na verdade servem como um pano de fundo para discussões de temas mais pessoais e complexos.

Vou expor minhas primeiras opiniões sobre o filme, tentando não descrever os eventos, mas expondo o tom da obra. Mesmo assim, contém spoilers. Continue a ler por sua própria conta e risco!
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Anúncio do Apple II: clica aí para ler!
O The Mothership Apple possui vários (muitos, imagino que quase todos!) anúncios impressos da Apple, de 1976 a 2002. São 10 galerias que, além de mostrar a evolução dos Macs & Cia., dão uma viajada pelas mudanças na propaganda impressa desde meados dos anos 70.
Dá para rir com campanhas meio toscas, como essa aí ao lado, do Apple II. Há também algumas clássicas dos anos 90, anúncios dos Macs bonitões da série G4, Steve Wozniak como garoto propaganda do PowerBook (rola a página um pouquinho), e até uma propaganda mais pop com o designer gráfico David Carson.
Também devo dizer que o texto da primeira propaganda do Apple I, ainda com o primeiro símbolo rebuscadão da Apple, possui um texto quase hilário para os dias de hoje: 32kbytes on-board RAM!!! (…) And yes, folks… Apple Basic is Free!. Coisas da época do cassete:
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Eu comecei a usar Macs no início de 2002. Estava cansada do meu velho Compaq caótico, das telas azuis e da alternância Win/Linux, sempre que queria usar um programa que não rodasse no sistema do Tux. Quando fui em busca de um novo PC, além de ficar deslumbrada com a beleza e estabilidade do então recente Mac OS X, o que me levou para o outro lado da força foi mesmo o iMac G4:
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As cloud tags, além de visualmente bonitinhas, são de uma simplicidade e praticidade ótimas: de cara, já sabemos o que está em alta entre os interesses dos leitores. Mas legal mesmo é utilizar essa ferramenta para verificar o que seu público pensa sobre algo determinado — e é essa a proposta do brand tags, voltado a colecionar diversas tags sobre várias empresas do mercado, de acordo com a visão dos consumidores:
The basic idea of this site is that a brand exists entirely in people’s heads. Therefore, whatever it is they say a brand is, is what it is.
A idéia básica deste site é a de que uma marca existe inteiramente na mente das pessoas. Portanto, o que quer que seja que digam sobre a marca, é o que ela é.
Para participar, basta entrar no brand tags e digitar a primeira palava que lhe vier à cabeça ao ver o símbolo da empresa. Se a curiosidade bater, dá para pular direto para a lista das marcas e ver o que o povo pensa a respeito de cada uma delas.

Devo dizer, caro leitor, que a opinião pública não mente quando o assunto é Apple e Microsoft, ou Internet Explorer e Firefox.
[Dica do leitor Felipe Castro, obrigado!]
Usuários novos e antigos de Macs ficam muito, mas muito empolgados com brinquedos novos by Apple. Isso é fato. Mas também não precisa se abobalhar em frente ao negócio — abobalhar é um termo forte, mas que atire… escreva um comentário quem nunca fez palhaçada no Photo Booth do seu Mac:
Esse não é oficial, foi feito por estudantes e é exageradamente debochado. Mas não deixa de ser engraçado. Voltando ao assunto, também não existe a necessidade de perturbar a paz e o sono alheios, né não?
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Algum tempo garimpando no YouTube sempre rende algumas surpresas. É incrível a quantidade de vídeos publicados relacionados à Apple que, claro, incluem os anúncios enfadonhos, engraçadinhos e famosos. Olha só esse:
“(…) compre um (PPC), e levará também algo muito mais valioso: uma vida!” Tanto sacaneou a Intel que, no fim, se juntou a ela e, de quebra, deu um pé na bunda da Motorola! O mundo dá voltas!
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A empresa alemã redmaloo criou um modelo de sleeve diferenciado e versátil para MacBooks: as abas que o compõe são presas por velcro e se desdobram facilmente.

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Um cidadão inglês, provavelmente após ler uma matéria relacionada à velha discussão da influência de jogos violentos no comportamento dos jogadores, na edição inglesa do jornal Metro, possuiu a audácia de elevar a estupidez humana a um outro nível com a seguinte pérola:
(…) Dias atrás, após jogar Mario Kart, eu comprei algumas bananas e, enquanto dirigia para casa, comecei a jogar as cascas em carros que estavam passando, na tentativa de vê-los rodopiar, fora de controle. Não consigo parar de pensar que, se o Mario Kart tivesse um selo que o indicasse a maiores de 18 anos, eu poderia ter pensado duas vezes antes de me comportar de maneira tão imatura e perigosa.
Eu acho que a criatura estava sob efeito dos poderosos mushrooms. Seriam os verdes ou os vermelhos? Aqueles multi-coloridos do Super Mario World? Um mix de todos, quem sabe? Ou então, foi inspirado pelo Frango-Robô (porque ele escreveu zoando, só pode), e se tem criança aí perto ou seu chefe é meio chato, deixa pra ver esse vídeo infame depois — este sim, destinado ao público mais crescidinho. Poor turtle…
Com estréia marcada para 27/06/08 nos EUA, o novo filme da Pixar contará com a pompa de ter um de seus personagens criados sob influência direta das idéias do chefão de design da Apple, Jonathan Ive.
Eve: macmaníaca e parente futurística do Automator
Ive teria passado um dia com os designers da Pixar para dar uma luz no projeto da robôzinha Eve, parceira de WALL•E. Jobs “emprestou” Johnny por um dia à Pixar, a fim de dar uma ajudinha no projeto do diretor Andrew Stanton, mas parece que ele só deu alguns toques. Jonathan teria dado sinais de aprovação ou desgosto ou balançando a cabeça, ou com alguns poucos comentários sucintos. Sem maiores dicas sobre o que ele — e em boa parte, a Apple — imagina que será a tecnologia do futuro.
Com um design made by Pixar & Ive, seria fácil mesmo ter uma queda pela robô…
[Via: Gizmodo.]
O Electronic Bubble Wrap Keychain simula um pedaço de plástico com 8 bolhinhas, que emitem um som parecido ao pop original. A cada 100 estouradas, o chaveirinho emite um beep:
Perfeito para as aulas e dias de trabalho tediosos, ou para diminuir o estresse mesmo. Das coisas que só a ThinkGeek vende, por US$10.
[Via: Collecta.]