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postado em 23/09/2008 às 01:57
por Andréa Melo
Que o Google é hoje o maior site de buscas na internet, todo mundo já sabe. Ele já é sinônimo para “buscar informações”, afinal, quem nunca usou a expressão “dar um Google” ou a variante “Vou Googlar e te falo!”? Mas será que nós, como usuários, nesses últimos anos, notamos a mudança em nosso comportamento no uso do seu sistema de busca?
Em 2005, o blog Think Eyetracking fez um estudo analisando o gerenciamento de buscas do Google, no qual procurou analisar como o usuário realizava a busca dentro do site e como ele lidava com os resultados que o Google devolvia. Verificou-se que o comportamento desse usuário era olhar todos os resultados da primeira página antes de escolher um e clicar. A ordem dos resultados não era tão importante, já que todos eram analisados e os cliques eram distribuídos por toda a página.
Abaixo, podemos visualizar melhor, por meio de um mapa de densidade de cliques, onde a maioria dos cliques aconteciam em 2005 e como acontece hoje a exata mesma busca:

Em 2008, o quente é estar entre os primeiros resultados do Google
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postado em 19/09/2008 às 12:15
por Rafael Fischmann
Ninguém tem dúvida de que um dos grandes anúncios do último evento “Let’s Rock”, da Apple, foi a volta da NBC à iTunes Store. Antes da sua saída, no ano passado, a emissora já havia revelado que a loja online da Maçã compreendia 40% do seu total de vendas de vídeos online.
De acordo com uma matéria de ontem do THR.com, mais de 1 milhão de downloads já foram contabilizados pela NBC, somente nos últimos 10 dias. Ainda que alguns deles possam ter sido os episódios HD gratuitos atualmente disponíveis na iTunes, a marca é certamente impressionante e mostra o quanto ambas companhias estavam perdendo com tal distanciamento.
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postado em 17/09/2008 às 17:34
por Rafael Fischmann
As universidades de Oviedo (lá da Espanha!) e Oxford (lá do Reino Unido!) realizaram recentemente uma pesquisa — solicitada pela Cisco Systems, fabricante de equipamentos de comunicação de dados — com 42 países que colocou o Brasil como a 38ª nação em oferta de conexão à internet via banda larga do mundo. Ou seja, chegaram à conclusão que todos nós já sabíamos, afinal, convivemos com isso diariamente.
Apesar dos testes não terem levado em conta o custo dos serviços (ai, se soubessem!) nem a densidade de usuários, após mais de 8 milhões de experimentações no Speed Test, eles confirmaram que a nossa média de velocidade não só é muito abaixo do aceitável, como há grande e constante perda de dados. Atrás de nós, só vieram Chipre, México, China e Índia.

Teste que acabei de realizar numa conexão Oi/Velox de, supostamente, 1Mbit down e 300Kbps up
Hoje em dia, a velocidade mínima aceitável para o download de arquivos pela internet é de 3,75Mbps. Só para você ter uma idéia, a pesquisa da Cisco constatou uma média nacional de 128Kbps. A banda larga brasileira não serve nem para usuários assistirem a vídeos no YouTube.
O Japão, como sempre, veio em primeiro lugar, e mais: é o único país do planeta Terra pronto para atender às necessidades de infraestrutura previstas para os próximos 3-5 anos, quando a velocidade mínima aceitável chegará a 11,25Mbps. Depois dele, vêm Suécia, Holanda e Estônia.
[Dica do Rogério Privitera.]
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postado em 17/09/2008 às 17:04
por Rafael Fischmann
Uma pesquisa pré-lançamento bem que apontou isso. As vendas podem ter começado bombando (cerca de 200 mil unidades foram comercializadas só nos dois primeiros meses), mas as últimas informações indicam que o iPhone não está indo bem no mercado japonês.

Foto: sasurau (Flickr)
De acordo com o Wall Street Journal, mesmo com as imensas filas de lançamento e estoques esgotados nos primeiros dias de chegada do aparelho ao país, a estimativa é de que a demanda do produto no Japão tenha caído para um terço do que era previsto inicialmente, e a tendência é que continue em declínio. Unidades de iPhones 3G estão sobrando em lojas da Apple e da Softbank, operadora parceira da Maçã no país.
Apesar da Softbank — que possui 19,5 milhões de assinantes — afirmar que o iPhone continua popular, a explicação para tamanha dificuldade da Apple penentrar o mercado japonês é composta de dois aspectos básicos: o primeiro, é claro, o elevado preço do aparelho; o segundo, conforme pesquisas preliminares, é o fato de que o Japão é o centro de ebulição dos aparelhos mais avançados e sofisticados do mundo (3G lá é algo tão comum quanto comer com hashi), o que gera uma concorrência que a Apple não experimenta em nenhum outro lugar.
Se os preços do iPhone 3G no Brasil forem estes mesmo, não duvido nada que algo semelhante ocorra…
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postado em 17/09/2008 às 14:54
por Rafael Fischmann
Dados recentes da NPD Research Group revelam um crescimento absurdo de vendas de notebooks da Apple de 2007 para 2008. De acordo com o MacDailyNews, a fatia de mercado da Maçã no segmento atingiu 10,6% no 2º trimestre deste ano — de 6,6% no mesmo período do ano passado.

Como você pode acompanhar pela tabela, a maior parte do market-share da Apple — com o maior crescimento entre todas as fabricantes: mais de 60% — foi roubado da Acer e da Toshiba. A Dell é a primeira (21,9%) e tem a HP na sua cola (21,4%). Na frente da Maçã, só há a Acer (incluindo as marcas Gateway e Packard Bell), com 14,4%.
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postado em 15/09/2008 às 10:16
por Rafael Fischmann
Os downloads da iPhone App Store atingirão a marca do primeiro bilhão bem mais rápido do que atingiu a venda de músicas pela iTunes Music Store — diz o TechCrunch.
Nos primeiros dois meses de funcionamento da loja de aplicativos, o crescimento de downloads foi duas vezes mais rápido do que o de músicas — e tudo isso com pouco mais de 12 milhões de iPhones vendidos no mundo, contra cerca de mais de 160 milhões de iPods (em toda a história).
No evento “Let’s Rock” da semana passada, Steve Jobs revelou que usuários já haviam baixado mais de 100 milhões de aplicativos da sua loja. Se as previsões estiverem corretas e o ritmo atual se mantiver, antes do final do seu primeiro ano de funcionamento a App Store deverá atingir a marca de 1 bilhão de downloads. A iTunes Music Store, por sua vez, só conseguiu tal façanha no seu segundo ano de vida — logo no começo de 2006. Depois disso, o crescimento se acelerou e ela só precisou de outro ano para dobrar o total.
Na realidade, pode ser que o primeiro bilhão de aplicativos baixados pela App Store possa ocorrer muito antes do meio de 2009, inclusive. Na medida em que os aplicativos portáteis se popularizam e mais iPhones e iPods são vendidos, um número muito maior de usuários formará a base potencial de consumidores com probabilidade de contribuir para os incríveis números de downloads da loja.
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postado em 14/09/2008 às 01:59
por Nelson Biagio Junior
Em seu último relatório, o Gartner — um dos mais respeitados institutos de pesquisa de mercados do mundo — posicionou a Apple como a sexta maior fabricante de computadores do mundo e a quarta maior dos Estados Unidos, atingindo um crescimento de participação no mercado norte-americano.

O mais interessante é notar que, se comparado ao mesmo período de 2007, a Apple registrou, nos quatro primeiros meses de 2008, um crescimento de 32% — mais do que o dobro do crescimento da Dell, a primeira colocada nas vendas internas, enquanto empresas tradicionais como HP e Acer viram seu market-share diminuir sensivelmente.
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postado em 11/09/2008 às 00:13
por Nelson Biagio Junior
Como já explicado aqui no MacMagazine, entrou hoje em funcionamento o Large Hadron Collider (LHC). Apelidado carinhosamente de “máquina do fim do mundo”, trata-se de um ambicioso projeto científico, tanto em suas dimensões e gastos — 27 quilômetros de extensão e US$8 bilhões de investimento — quanto no seu principal objetivo: reproduzir, em escala subatômica, o Big Bang, evento que deu origem ao Universo.

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postado em 10/09/2008 às 11:00
por Rafael Fischmann
E o tal do mundo não se acabou, já diria a Adriana Calcanhotto.
Entrou em funcionamento hoje — como os mais antenados já estão cansados de saber — o LHC, o Large Hadron Collider, ou em bom português, o Grande Colisor de Hádrons. Trata-se do maior acelerador de partículas já criado pelo homem CERN, organização européia de pesquisa nuclear localizada na fronteira entre a Suíça e a França.
A VMware revelou hoje que seu software Fusion está sendo utilizado em Macs por cientistas do CERN, possibilitando o compartilhamento de códigos de Linux em máquinas virtuais conectadas ao LHC Computing Grid — uma rede com mais de 40 mil CPUs.
Físicos utilizarão o LHC principalmente para estudar a origem e o surgimento do Universo, a partir da colisão de prótons. A expectativa é de que partículas subatômicas ajudem a provar (ou não) teorias diversas desenvolvidas pelo homem até os dias de hoje. As colisões com maior número de energia começarão, de fato, em 21 de outubro; saiba mais aqui.
O Google está prestando hoje sua homenagem ao LHC com um doodle customizado na sua página inicial:

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postado em 03/09/2008 às 15:30
por Silvio Sousa Cabral
De acordo com as últimas projeções do mercado de smartphones dos Estados Unidos, a base instalada do OS X iPhone poderá se tornar maior que a do Symbian OS até 2010, segundo o TechCrunch.

A Symbian anunciou os resultados do segundo trimestre e revelou uma queda considerável no crescimento e nos lucros do Symbian OS, que roda em 7% dos telefones celulares e 55% dos smartphones em todo o mundo. As vendas de aparelhos com o sistema cresceram apenas 5% em relação ao mesmo período do ano passado.
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