Cofundador da Siri fala sobre a experiência de ter sua empresa adquirida pela Apple

Esse é o sonho dourado das startups: nascer, crescer um pouquinho (não muito, apenas o mínimo suficiente para ser notada) e então receber um cheque bem gordo assinado por alguma empresa colossal. Foi isso o que aconteceu com a Siri, e Dag Kittlaus, um de seus cofundadores, conversou com o E24! [Google Translate] sobre a experiência de, num belo dia, atender o telefone e ouvir ninguém menos que Steve Jobs do outro lado da linha.

Dag Kittlaus, cofundador da Siri

“Claro que foi um grande momento, quando Steve Jobs ligou e queria comprar a minha empresa. Foi surreal”, disse Kittlaus. “Quando vi que era ele, soube que tinha feito algo grande. De antemão, nós estávamos muito confiantes de que a tecnologia que desenvolvemos era tão surpreendente que teríamos algum tipo de revolução. Steve foi o primeiro a ligar.”

Ao longo da conversa, surgiu uma curiosidade: há uma lenda urbana de que o nome “Siri” teria sido inspirado por Siri Kalvig, uma bela empresária e meteorologista com a qual Kittlaus trabalhou, mas na verdade a palavra significaria “bela conselheira vitoriosa” — nada mais adequado, creio… acho que faltou só o “humilde”.

Após trabalhar por algum tempo na Apple, Kittlaus hoje mora em uma casa ampla em Chicago (comprada com o dinheiro da aquisição) com sua mulher e três filhos, e está escrevendo um romance — que poderá aparecer num futuro iPhone, mas não como recurso nativo, e sim como um título à venda na iBookstore. :-P

[via 9to5Mac]

Aviso: nossos editores/colunistas estão expressando suas opiniões sobre o tema proposto e esperamos que as conversas nos comentários sejam respeitosas e construtivas. O espaço acima é destinado a discussões, debates sobre o tema e críticas de ideias, não às pessoas por trás delas. Ataques pessoais não serão tolerados de maneira nenhuma e nos damos ao direito de ocultar/excluir qualquer comentário ofensivo, difamatório, preconceituoso, calunioso ou de alguma forma prejudicial a terceiros, assim como textos de caráter promocional e comentários anônimos (sem nome completo e/ou email válido). Em caso de insistência, o usuário poderá ser banido.