Depois de amanhã, quinta-feira (14/1), estreia no Brasil o aguardado e polêmico “Steve Jobs”. O filme seria inicialmente produzido pela Sony mas passou para a Universal Pictures, foi dirigido por Danny Boyle, roteirizado por Aaron Sorkin (com base na biografia autorizada de Jobs, escrita por Walter Isaacson) e traz em seu elenco nomes como Michael Fassbender, Kate Winslet, Seth Rogen, Jeff Daniels e Michael Stuhlbarg.

Hoje mais cedo tive finalmente a oportunidade de assistir ao filme, que ganhou dois prêmios do Globo de Ouro e tem três indicações ao BAFTA — nesta semana, saberemos também se ele concorrerá a algum Oscar. Apesar desse reconhecimento a produção não tem ido muito bem nas bilheterias americanas, ficando aquém inclusive de “jOBS” (filme de 2013, estrelado por Ashton Kutcher).

Imagem do filme "Steve Jobs"

Se você não curte spoilers, sugiro que interrompa a leitura aqui. Não que eu pretenda encher o texto deles, mas também não vou poupar certos comentários até porque o enredo do filme como um todo já é bastante conhecido por aí. Escrevo como um amante do cinema e um grande admirador da Apple, não como um especialista da área.

O que posso lhes garantir, de antemão, é que “Steve Jobs” não é só mais um filme sobre Steve Jobs. É importante pontuar isso pois, desde que surgiram as primeiras confirmações de que essa produção iria para frente, o que mais vi por aí foram reações negativas à insistência de Hollywood de contar, de diversas formas, a história desse gênio. Concordo que talvez agora já esteja de “bom tamanho”, mas saí do cinema hoje satisfeito com o que vi.

Imagem do filme "Steve Jobs"

Sorkin mais uma vez mostra por que é um escritor diferenciado. Ele realmente conseguiu roteirizar mais um filme sobre Jobs sem nos mostrar a mesma história de sempre encenada por pessoas diferentes. Não temos, em “Steve Jobs”, um mero resumo do que foi o lançamento do Macintosh (em 1984), do NeXT Computer (em 1988) e do iMac (em 1998). O filme retrata a personalidade de Jobs — ao menos sob os olhos e a interpretação de Isaacson e de Sorkin — de uma maneira brilhante, aliada à sua relação com a sua filha Lisa Brennan (interpretada por três atrizes diferentes — aos 5, 9 e 19 anos de idade), com Joanna Hoffman (interpretada por Winslet, que era o “braço direito” de Jobs em marketing tanto na Apple quanto na NeXT), com Steve Wozniak (interpretado por Rogen), com Andy Hertzfeld (interpretado por Stuhlbarg) e com John Sculley (interpretado por Daniels).

O filme todo é centrado nesses três momentos específicos da vida de Jobs, mostrando os bastidores de cada um dos lançamentos com pequenos flashes de cenas fora deles (como quando Jobs e Woz estavam criando os primeiros computadores da Apple na garagem dos seus pais adotivos, na década de 1970, e quando Jobs foi “demitido” da Apple após o fracasso de vendas do Macintosh) e destacando as relações complicadas que ele tinha tanto pessoal quanto profissionalmente.

Imagem do filme "Steve Jobs"

É fácil entender por que os parentes de Jobs e seus amigos/colegas mais próximos na Apple condenam a biografia de Isaacson e, consequentemente, esse filme. O retrato dele não é dos mais belos, seguindo aquela ideia já caricata de que Jobs era um gênio bastante arrogante/presunçoso. É triste ver a insistência dele em negar a paternidade da sua filha Lisa, por muitos anos servindo apenas como um provedor financeiro para a ex-namorada e mãe da sua primogênita, Chrisann Brennan (interpretada por Katherine Waterston).

De uma maneira bastante ficcional, evidentemente, o filme concentra todo esse complicado enredo nos minutos que antecedem cada um dos três lançamentos supracitados. É a partir deles que compreendemos a cronologia da vida de Jobs no período de cerca de uma década e meia retratado no filme, sem se ater muito à história da Apple e aos seus produtos em si. Cada um dos três momentos termina exatamente quando Jobs sobe ao palco das respectivas keynotes.

Imagem do filme "Steve Jobs"

São duas horas de uma produção relativamente simples, com poucas locações e sem firulas/efeitos especiais. Duas horas de diálogos intensos porém nada cansativos, com apresentações exemplares principalmente de Fassbender e Winslet. Foi um prazer assistir a esse roteiro sob os olhos de Boyle, que, conforme contamos há um tempo aqui no site, teve a brilhante sacada de utilizar três tecnologias diferentes de filmagem (16mm, 35mm e digital) para os três momentos retratados no filme — a fim de, sem a necessidade de edições complexas na pós-produção, dar um ar compatível com cada uma das épocas de maneira totalmente visual.

Naturalmente, Kutcher se parece muito mais com Jobs do que Fassbender. A produção poderia talvez ter se esforçado um pouquinho mais na caracterização, mas a representação visual do protagonista nos três momentos do filme foi totalmente compatível com a realidade. E a qualidade do ator é tamanha que você termina de vê-lo realmente “enxergando” Jobs na pessoa de Fassbender; isso não aconteceu, ao menos não comigo, quando eu assisti a “jOBS”. Só para vocês terem uma ideia, Fassbender memorizou(!) as mais de 180 páginas do roteiro.

Imagem do filme "Steve Jobs"

Se a sua dúvida é “Devo ir ver esse filme no cinema?”, lhe digo que eu pretendo ir ver *mais uma vez* no cinema. Okay, eu não só lá uma grande referência para isso; mas não consigo, sinceramente, recomendar que você aguarde para ver em casa. Trata-se de um belíssimo trabalho da produção e do elenco, que felizmente me surpreendeu.

  • Frederico Louzada

    Filme bem meia boca.

  • Alex Ruski

    Eu gostei muito do filme também! Vai entender…

  • Luiz Rodrigo

    Preciso assistir… ainda essa semana resolvo isso!

  • Ajustes

    É assim mesmo, quem está acostumado a assistir Transformers e Avengers acha esse tipo de filme ruim.

  • Jaime Camargos

    Rafa, cuidado… “Jobs e Woz criando os primeiros computadores da Apple na garagem”… Isto não aconteceu. O Apple I foi criado por Woz nos escritórios da HP. Foi sim, montado na garagem da casa de Jobs, após a HP alegar não ter interesse na engenhoca. O próprio Woz já apontou diversas incongruências do filme.

  • Nós já cobrimos esse detalhe aqui no site:

    https://macmagazine.com.br/2014/12/04/em-entrevista-steve-wozniak-revela-que-garagem-da-apple-e-um-mito/

    Mas isso pouco importa. E o Woz não apontou isso sobre o filme, ele inclusive participou como consultor dessa produção.

  • Nightmarerdb

    Gostei da crítica, já iria ver de qualquer jeito mas bom saber que vale a pena!

  • João Lucas

    É, o que está na moda hoje são efeitos de explosão, prédios caindo, heróis voando, enfiando a porrada e soltando poder pelas mãos e salvando o planeta de alguma destruição em massa. É o que está em alta e o que dá dinheiro fácil.
    Quando as pessoas veem um filme que conta uma história real, e ainda baseado em diálogo, já acha que é ruim.

  • Marco Túlio da S Lima

    Tenho que ver esse e OS Oito Odiados.

  • Gaius Baltar

    É óbvio que bons nomes não garantem bons filmes, mas quando temos o diretor dos excelentes “Transpoiting” e “Slumdog Millionaire”, o roteirista de “Questão de Honra”, “Rede Social” ou “Newsroom” e grandes atores como Fassbender, Winslet e Daniels, dificilmente teríamos uma bomba. A turma pira porque a viúva e os próximos de Jobs foram contra a filmagem, mas lembrando que o próprio Stve autorizou a biografia de Isaacson. Verei com certeza.

  • Pedro Huback

    Alguém sabe algum cinema do RJ que vai passar esse filme?

  • Bruno Sousa

    Pior, acham que é “lento demais”.

  • Kell_Bonassoli

    Acabei de ver e concordo contigo. O filme apresentou recortes muito dinâmicos e intensos. A qualidade das interpretações é impecável. Cheguei a dar aquela choradinha básica no final.

  • duducolares

    Filme bastante bom. O roteiro não é um primor, tem algumas falhas e poderia ter um acabamento melhor. Ficou aquém de Oito Odiados, ao meu ver, para o Globo de Ouro.
    As atuações estão muito boas, com a Kate Winslet particularmente muito inspirada.
    A questão de não ter efeitos especiais, comparar com Vingadores e Transformers, como está em alguns comentários… isso deixa a discussão muito rasteira, como que definindo o espectador pelo tipo de filme que assiste. São tipos diferentes, se for avaliar a qualidade do filme por esses quesitos… boa sorte.

  • Danilo

    Antes de ganhar o globo de ouro o filme era apontado como fiasco,aliás os próprios produtores assumiram que as bilheterias foram baixas.
    Agora porque a HFPA que é bom o filme passa a prestar.

  • Fábio ZC

    “Se você não curte spoilers, sugiro interrompa a leitura aqui.”
    =(

  • Gabriel

    Essa é uma das coisas que mais gosto no Danny Boyle: ele consegue fazer um final emocionante e inspirador sem precisar de plot twists.

  • Kell_Bonassoli

    A forma como foram inseridos trechos reais também foi muito legal. A primeira cena, inclusive. E gente, o filme é basicamente diálogo! Tem que ser MUITO bom pra segurar a atenção e realmente é. Eu quero ver de novo pq sinto que não absorvi tudo.

  • Elton Fabricio

    Pelo visto vou me desapontar com o filme… depois que li o “Como Steve Jobs virou Steve Jobs” achei a biografia do Walter Isaacson fraca demais.

  • Gabriel

    Foi uma sacada muito inteligente de inserir esses trechos no meio de um acontecimento que tem relação com ele. Acho que receberá indicação ao Oscar pela montagem, ficou muito boa mesmo! Como você disse, o filme é só dialogos (que por sinal, são excelentes!) e não é “lento”ou “paradão”. O diretor conseguiu imprimir um tom muito ágil nesse filme, o que não torna ele cansativo. Danny Boyle fez um dos melhores trabalhos de direção do ano. Provavelmente não será indicado aos prêmios pois temos trabalhos mais expressivos. Estou querendo ver de novo também, quem sabe ele não fica ainda melhor da segunda vez :]

  • Elton Fabricio

    Exatamente… Birdman é um filme que resume tudo o que você disse. Vai ver é por isso que tantas pessoas ficaram inconformadas com o fato dele levar o Oscar. Na visão delas, Vingadores é melhor. (Não que eu não goste dos Vingadores… mas é que sei a diferença entre um bom filme e um blockbuster).

  • Deivid Cavalcante da Silva

    Birdman é uma grande bosta. Fui ao cinema com um amigo e no fim ele estava dormindo e eu só comendo pipoca mesmo. Ainda bem que a pipoca salvou, hahaha.

  • Deivid Cavalcante da Silva

    A cabeça do povo é muito facilmente manipulável.

  • Ser bem elogiado pela crítica e ganhar prêmios não garante boa bilheteria. O inverso também acontece.

  • Jaime Camargos

    Me desculpa mas se pouco importa este detalhe para você… o resto realmente pouco importa.

  • Kevin

    Acontecendo ou não (quem garante que o Woz está certo?) o fato é que o filme mostra.

  • Jaime Camargos

    Por favor Senhores, leiam o livro iWoz de Woz e Smith. É um grande erro dizer que o primeiro computador da Apple foi criado naquela garagem. Foi tudo criado por Woz nos escritórios da HP. Foi montado na garagem. Isto é muito importante pois mostra exatamente os gênios de Woz como engenheiro e de Jobs como empreendedor e a sinergia que dai nasceu. Woz não pretendia comercializar a máquina. Foi Jobs que o convenceu a fazê-lo algum tempo depois que foi apresentado aos sócios no Clube. Rafael, o diretor do filme não acatou grande parte das observações feitas por Woz. Erros conceituais foram cometidos.

  • Jaime Camargos

    É só dar uma lida no livro iWoz e irão entender a coisa toda. O primeiro computador da Apple foi criado por Woz nos escritórios da HP e montada na garagem dos pais de Steve. É muito importante que se saiba disto para entender como se deu a união dos gênio da engenharia com o gênio empreendedor de Jobs. Rafa, muitas das sugestões de Woz não foram atendidas pelo diretor do filme.

  • Rodolfo Oliveira

    Muitos filmes ressurgem após receberem estatuetas. Não duvido que se ganhar o Oscar de melhor filme não tenha algum tipo de relançamento e uma bilheteria bem melhor.

  • Ah sim, bem capaz!

  • Cara, esse filme não é um documentário. Nada está “errado” nele, essa é a questão.

  • Jaime Camargos

    Estou tentanto responder mas o moderador não deixa.

  • Hã?

  • Bruno Sousa

    “É assim mesmo, quem está acostumado a assistir Transformers e Avengers acha esse tipo de filme ruim.”

  • Vi esse filme ontem, na estreia brasileira e fiquei chocado. Certamente um dos piores filmes que já vi.
    Roteiro, direção, atuação… tudo de baixíssima qualidade.

    Diferente da biografia do Isaacson (da qual gostei bastante), Steve Jobs é resumido à um psicopata rude que nega a paternidade da filha e cuja única habilidade é enganar sua legião de fãs zumbis que, em lançamentos da Apple, se comportam como uma torcida de futebol em final de campeonato.

  • Vi esse filme ontem, na estreia brasileira e fiquei chocado. Certamente um dos piores filmes que já vi.
    Roteiro, direção, atuação… tudo de baixíssima qualidade.

    Diferente da biografia do Isaacson (da qual gostei bastante), Steve Jobs é resumido à um psicopata rude que nega a paternidade da filha e cuja única habilidade é enganar sua legião de fãs zumbis que, em lançamentos da Apple, se comportam como uma torcida de futebol em final de campeonato.

  • Vi esse filme ontem, na estreia brasileira e fiquei chocado! Certamente um dos piores filmes que já vi.
    Roteiro, direção, atuação… tudo de baixíssima qualidade.

    Diferente da biografia do Isaacson (da qual gostei bastante), Steve Jobs é resumido à um psicopata rude que nega a paternidade da filha e cuja única habilidade é enganar sua legião de fãs zumbis que, em lançamentos da Apple, se comportam como uma torcida de futebol em final de campeonato.

  • Elton Fabricio

    Hahahahaha! Pô, eu gostei do filme e achei Oscar merecido, mas gosto é gosto… rsrs 🙂

  • missamericandreams1 .

    Desculpa, mas onde ta o erro? Ele era um genio, arrogante, presunçoso, manipulador e por ai vai. Só era inteligente e ‘carismatico’ o bastante pra ser tudo que ele era e fazer com quem comprasse oq ele queria vender. E onde ta o erro em relação aos fã-zumbis? Eles são exatamente isso!

  • Você viu o filme?

  • missamericandreams1 .

    Sim. Não discordo da sua posição em relação ao filme, opinião opinião. Qro saber onde esta o erro em relação ao Jobs (pq ele é aquilo msm) e em relação aos walking deads que dormem meses nas portas das lojas em dias de lançamento.

  • O problema é que os personagens são muito planos: o Steve Jobs é só um psicopata sem talento técnico, a Joanna Hoffman é só uma secretária que fica dando bronca no chefe, o Steve Wozniak é só um chorão que fica pedindo reconhecimento, etc.

    Inclusive, nos três atos do filme, as situações são quase a mesma: Steve Jobs vai lançar um produto lixo, a menina aparece com a mãe pedindo dinheiro e atenção (respectivamente), o Steve Wozniak pede que ele dê reconhecimento, a Joanna fica dando bronca, etc.

  • EDILSON RECHE

    é assim mesmo, quem idolatra esses brinquedos e gosta de viver no “falso mundinho onde o steve mudou o mundo” vai achar um filmão… an big shit!

  • missamericandreams1 .

    Ah, bom, em relação a isso não concordo. Não achei plano, achei moralista (por causa do final), mas em relação as atuações e ao modo como ele foi feito, é distinto das convencionais, mas uma vez que não queriam contar o encontro do óvulo e do espermatozóide, eu gostei e achei uma boa saida.

  • Nisso eu concordo, muito moralista. Mas, não dá pra esperar muito do cinema norte americano – seja lá qual for o filme, o tema quase sempre é família. E o Steve Jobs cometeu o pecado supremo de não reconhecer a paternidade da filha. Tanto que no final, ele se salva parcialmente por ter sido um pai parcialmente bom.

    Filmes não convencionais são sempre bem vindos. A propósito, já assistiu o “Pele de Vênus” do Polanski? Deixa “Birdman” no chinelo.

    No caso do “Steve Jobs”, a idéia dos três atos até é boa mas, achei a execução paupérrima em todos os sentidos.

  • Glauco Lopes

    Excelente crítica, simples, sincera e honesta, tal como esse maravilhoso filme. Parabéns pela simplicidade e fluidez do seu texto!! De pseudo intelectuais e nerds metidos a especialista em cinema , estamos cheios!!! grato pela crítica honesta!! Vi o filme agora mesmo e me emocionou.

  • Glauco Lopes

    Cara que frase genial essa sua: “Cretino mais genial” concordo!! O cara era um fdp e não escondia isso!!

  • Glauco Lopes

    Tirando alguns poucos sem noção que se acham especialistas em cinema só porque assistem filmes estranhos que ninguém conhece. A GALERA AQUI TA DE PARABÉNS! Fazia tempo que não entrava num espaço sobre cinema e via gente tão culta e com bom gosto! Gostei muito. Aos “especialistas” enquanto vcs choram, Hollywoood enche o rabo de grana!!

  • Nicolas López

    Achei o filme raso. Não pelas atuações, que foram ótimas (principalmente a de Fassbender), mas pelo conteúdo geral do filme. A ideia de apresentar a vida profissional e pessoal de Steve Jobs como uma jornada de redenção moralista soou piegas e muito forçada. Ficou clichê. Todos os encontros de Jobs com a filha, por exemplo, são muito clichês e não passam nada além da mensagem “Ele era um pai sacana e no final quis acertar as contas, depois todos viveram felizes e conformados”.

    Também achei fraca a caracterização física do Fassbender no primeiro ato. Ele basicamente não tem nada a ver com a aparência do Steve Jobs jovem, no lançamento do Macintosh, e por um momento dá até para imaginar que se trata de outra pessoa. Alguns acham esse detalhe irrelevante; eu, pessoalmente, considero essencial.

    De todo modo, a ideia de dividir o filme em três atos (deixando de fora a parte mais sedutora da coisa, que eram as apresentações de Jobs) e de usar 16mm, 35mm e mídia digital foram recursos geniais e diferentes, o que mostra que o filme tem méritos, sim.

  • Victor Hugo

    O filme é tão ruim que só foi lançado legendado por aqui. Os americanos estão cansados de tantas biografias de Jobs, por isso que esse recente e o de Ashton não renderam público. Com a gama de filmes, biografias, documentários, etc a história de Jobs tornou-se saturada. Se dependesse de mim Hollywood não lançaria mais nenhuma referencia à Jobs. Jobs foi um visionário? Foi. Mas os diretores não souberam colocar os defeitos e qualidades num só filme. Que pena!

  • Assisti ontem, e de fato, o filme é muito bom. Surpreendeu. #recomendo

  • Vinicius

    Filme excelente, mas que péssimo ser humano era o Jobs.

  • Jaime Camargos

    Tirando a construção técnica do roteiro e a edição o filme é fraquíssimo. Explorou caricaturadamente apenas uma faceta da personalidade de Strve. Woz também está ridiculamente caricaturalizado. Perdeu-se a oportunidade de se faser um grande filme. Não é atoa que foi um fracasso de bilheteria é muito criticado por todos que conheceram Steve.

  • Sinval Pinheiro

    Filme chato e cansativo , não consegui assistir.

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