Rumor: próximos iPhones terão reconhecimento facial 3D em vez de Touch ID para autenticação do usuário

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17/02/2017 às 11:17

Seguindo a notícia desta semana sobre o próximo iPhone ter, em vez de um botão de Início (Home) com Touch ID abaixo da tela, uma “barra de função”, fica a pergunta: onde o leitor de impressões digitais estaria localizado? Na parte traseira? Talvez acoplado à tela? Muitas são as teorias e, agora, acaba de aparecer mais uma: ele simplesmente não existiria mais.

De acordo com o analista Rod Hall, da JPMorgan, o tal “iPhone 8” (ou “iPhone X”) se livraria completamente do Touch ID para deixar o caminho livre para uma tela maior. Contrariando todas as outras teorias, Hall sugere que o usuário seria identificado não por sua impressão digital, mas por reconhecimento facial.

iPhone reconhecimento facial

O reconhecimento facial se daria por um scanner 3D a laser, e a “prova” disso seria a grande demanda de módulos deste tipo nas várias fornecedoras da Apple. Esse scanner aumentaria em US$10 a US$15 o preço total do produto.

Hall também afirma que, com o reconhecimento facial, os usuários se livrariam dos erros que o Touch ID apresenta quando os dedos estão molhados. Ele também afirmou que a tecnologia seria mais segura quando utilizassem o Apple Pay. Mais uma razão para a adoção da tecnologia seria que ela poderia ser usada para melhorar a realidade aumentada — o que provavelmente só seria adotado a partir de 2018.

Um uso óbvio e potencialmente mais atraente seria a realidade aumentada e virtual, em que as mãos do usuário e outros objetos do mundo real serão digitalizados e integrados em um campo de visão fornecido pelo iPhone montado em algo como um Google Daydream e fones de ouvido. Isso proporcionaria muitas experiências de entretenimento e jogos interessantes que não estão disponíveis hoje, além de a Apple poder ter um diferencial em relação a acessórios RA/RV em comparação ao Google e outros.

Por fim, Hall comenta sobre a possibilidade de a Apple anunciar o novo aparelho já na próxima Worldwide Developers Conference (WWDC), em 5 de junho, apesar de a empresa não fazer isso desde o iPhone 4 (em 2010).

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A tecnologia de reconhecimento facial não é, de modo algum, algo ruim de ser implementado ou melhorado. Entretanto, é difícil acreditar que ela seria mais “cômoda” do que o simples Touch ID com o qual nos acostumamos rapidamente. Além disso, fazer malabarismos para colocar o rosto em frente ao aparelho quando precisarmos utilizar o Apple Pay não me parece algo lá mais prático.

Em relação ao tal “módulo” sendo utilizado para realidade aumentada, que aparece como secundário na fala de Hall, poderia muito bem ser o fator principal de existir nos aparelhos — o que seria uma razão muito plausível e que pode ter um suporte no rumor de que viriam melhorias no app Câmera para auxiliar em RA/RV. De qualquer maneira, o uso desse módulo não impede, na minha opinião, que as duas tecnologias coexistam, tanto o reconhecimento facial quanto o Touch ID (mesmo que em outro lugar do aparelho).

[via MacRumors]

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