Bloomberg traz novas informações sobre a intenção da Apple com realidade aumentada

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Uma das apostas para os próximos aparelhos da Apple é a realidade aumentada. Tim Cook já abordou essa questão diversas vezes e, ultimamente, surgiram rumores de uns óculos de RA da Maçã, assim como possíveis recursos relacionados no próprio iPhone. Como algumas informações estão se contradizendo, agora a Bloomberg resolveu compartilhar novas informações a fim de esclarecer a intenção da Maçã com a tecnologia.

Reiterando a indicação de que vários empregados já estariam trabalhando em realidade aumentada, a matéria revela que são “centenas de engenheiros dedicados à causa”, incluindo alguns que trabalharam com os óculos de realidade virtual HoloLens (da Microsoft) e com o Oculus (do Facebook). Além disso, o repórter Mark Gurman descreveu o que poderíamos esperar em relação a recursos para o iPhone.

Um dos recursos que a Apple está explorando é a capacidade de tirar uma foto e depois alterar a profundidade da fotografia ou a profundidade de objetos específicos na imagem; outro recurso isolaria um objeto na imagem, como a cabeça de uma pessoa, e permitiria que ele fosse inclinado a 180 graus. Outro, ainda em desenvolvimento, usaria a realidade aumentada para colocar efeitos virtuais e objetos em uma pessoa, da mesma forma como acontece no Snapchat.

Quanto aos óculos que supostamente a Maçã lançaria, Gurman afirma que eles virão, porém um pouco mais tarde. As fontes dizem que o fato de vestíveis serem “difíceis”, acertar no produto é primordial. Ou seja, como os dispositivos atualmente são menos potentes e frágeis ou superpotentes mas bastante grandes, a Apple (adepta do “fino e leve”) teria que arrumar uma maneira de criar algo poderoso e pequeno.

Interessantemente, Gurman acredita que a RA será, para empresa, algo ainda maior do que o iPhone. Afirmando que “este é um momento propício para a Apple”, a matéria cita uma pesquisa da Global Market Insights a qual mostra que “o mercado global de produtos de RA crescerá 80%, para US$165 bilhões, até 2024”. O analista Gene Munster ainda declara que “os dispositivos RA irão substituir os iPhones”.

O que vemos hoje em dia é uma atenção maior para com a tecnologia da realidade virtual, deixando um pouco a realidade aumentada de lado. Entretanto, não há dúvidas de que a Apple (assim como várias outras empresas de tecnologia) podem colaborar com o aumento das iniciativas e novas utilidades para a RA.

[via The Verge]

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