Review: MacBook Pro com Touch Bar e Touch ID


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27/03/2017 às 09:47

Em 2012, eu escrevi o review da última grande atualização da linha Pro dos MacBooks; de lá para cá muita coisa mudou, e isso redefiniu vários fatores da nova geração.

A seguir, o meu novo parecer.

Tela Retina

Na penúltima versão do MacBook Pro, a tela era um novidade tão crucial que se fez presente no subtítulo da linha: eles eram os MacBooks Pro com tela Retina. Hoje isso se tornou um padrão dos produtos da Maçã, mas não quer dizer que eles pararam de aprimorá-la cada vez mais.

Existem vários aspectos por trás da qualidade de uma tela: brilho, resolução, densidade de pixels, contraste, gama de cores, entre outros menores. A resolução e, consequentemente, a densidade, são os que definem a tela Retina em si. Esses números permaneceram inalterados: 2560×1600 pixels numa tela de 13,3 polegadas, com densidade de 227 pixels por polegada; e 2880×1800 pixels numa tela de 15,4″, com 220ppp. Para termos uma ideia, no caso das telas de 5,5″ dos iPhones Plus, temos uma densidade de 401ppp. Por que optaram por não equiparar esses números no Macs?

Simples: a resolução de uma tela está diretamente relacionada ao gasto de energia dela. Por definição da Apple, uma tela é Retina quando o usuário não consegue enxergar/distinguir os pixels ao utilizar um determinado produto a uma distância normal. Como a distância que os nossos olhos ficam dos MacBooks é maior do que quando estamos utilizando um iPhone, essa resolução/densidade não precisa ser tão grande quanto nos smartphones.

MacBook Pro com Touch Bar

A parte boa é que esse foi o único aspecto inalterado na nova geração da tela Retina dos MacBooks Pro. Um outro quesito — para mim muito importante é o brilho da tela. Ele é medido pelo termo nits, ou candelas por metro quadrado, um conceito da Física complexo mas de fácil síntese: a capacidade de gerar brilho. Sabe quando a sua cortina está aberta, com aquele sol de verão lá fora, e você mal consegue ver o que está passando na televisão? Faltam nits nela. Vimos esse termo começar a ser abordado pela Apple com mais ênfase recentemente, com o lançamento do Apple Watch Series 2 — ele possui a tela mais brilhante que a Apple já produziu: 1.000 nits. O novo MacBook Pro possui metade disso, 500 nits, e já é bem perceptível a diferença.

Mas Thiago, por que eles não colocaram 1.000 nits no MacBook Pro assim como no Apple Watch? Você não vai usar o seu MacBook no sinal1, esperando ele abrir para atravessar a Avenida Rio Branco, com um sol escaldante em cima de você; ao menos não deveria, nem ao caminhar na praia ao meio-dia. Uma tela tão brilhante se faz necessária em produtos que, numa utilização comum, são expostos a altíssima luminosidade. E de fato, era desagradável usar o Apple Watch original na rua em cenários minimamente parecidos com esses descritos por mim. Com o MacBook Pro, mesmo quando eu estou na sala ou em um café, com bastante claridade, não tenho mais a dificuldade de enxergar a tela. E isso é ótimo!

MacBook Pro com Touch Bar

Quando estou usando o MacBook de 12″, eu ainda tenho bastante dificuldade de enxergar a tela com a nitidez desejada em lugares claros — ainda mais depois de me acostumar com a do novo MacBook Pro.

Avançando neste ponto, a gama de cores também foi ampliada em 25%. E isso é ótimo para usuários que fazem edição de imagens e vídeos. Além disso, o contraste também foi aprimorado em 67%. São percepções que eu, enquanto usuário de tabela/email/web, não consigo determinar tão bem quanto os de uso mais profissionais. Ainda assim, comparando com as demais telas dos Macs, é possível concordar com Phil Schiller: é, de fato, a melhor tela de Mac já feita!

Performance e bateria

No quesito performance, é como ter uma BMW 2012 e trocar por uma BMW 2017. A antiga já era incrível e não deixava a desejar. A nova é ainda mais potente mas, para o uso diário, para o trânsito e os sinais, a evolução acaba se tornando pouco perceptível.

Obviamente, as pessoas que usam o novo MacBook Pro para gráficos pesados, edições 4K e afins, a evolução foi mais do que necessária e bem-vinda; para o usuário médio, a Apple apenas manteve o alto nível de satisfação esperado.

Ainda dentro do quesito performance, temos a famigerada bateria: como se não bastasse sua polêmica de praxe, o lançamento do novo computador foi abalado por uma grande surpresa: pela primeira vez na história, a Consumer Reports *não* recomendou sua compra. É claro que a história não parou por aí; dada a relevância e seriedade da organização, a Apple tratou de entrar em contato e entender o que havia acontecido.

Pelo que foi explicado, entendeu-se que não passou de um grande mal entendido (um bug que desconhecido até então pela Apple) e que de fato a bateria atende às expectativas. De forma imparcial à CR, endosso o posicionamento. Em meu uso normal, navegando na internet, chego bem próximo às 10 horas; enquanto quando estou fazendo análise básica de indicadores no Numbers ou uma apresentação no Keynote as supero bem, chegando a passar inclusive de 11 horas de uso.

I/O

Acredito que esta seja a maior polêmica dos novos MacBooks Pro: mas eu discordo. Quando peguei o primeiro MacBook de 12″ com apenas uma porta USB-C, em 2015, confesso que fiquei bastante apreensivo com esse fato. Comprei adaptadores e tive muito medo de um eventual arrependimento — que nunca existiu.

MacBook Pro com Touch Bar

Na verdade, concordo com a afirmação e o discurso da empresa de que os fios estão no passado. Hoje, cabos são necessários apenas para a sincronização/conexão de periféricos de alta performance (equipamentos de som de alta definição, telas 4K/5K, centrais de armazenamento de volumes e transmissão intensos, e por aí vai) ou para recarga de dispositivos. Nesse caso, acredito que os usuários, por ora, realmente necessitam das quatro portas USB-C Thunderbolt 3. Em um futuro próximo, torço para que nem eles precisem existir mais e que viveremos em uma era sem I/O físicas.

MacBook Pro com Touch Bar

Eu trabalho, leio e estudo. Uso o meu MacBook Pro cerca de 12 horas por dia, 7 dias por semana, e até hoje usei um total de zero vezes uma porta sequer que não fosse para a função mais óbvia e mais dependente de cabo que existe atualmente: a triste realidade do recarregamento.

MacBook Pro com Touch Bar

Coloco como meta para a próxima geração (uma repensada geral na linha) dos MacBooks Pro, que deverá chegar daqui a 3-5 anos, para que a tecnologia de carregamento sem fio (a qual está sendo mais do que rumorada para o “iPhone 8”) chegue a eles. Além disso, nesse prazo, torço para que a conectividade sem fio evolua a ponto de permitir transmissão intensa de altos volumes de dados — eu mal posso esperar por um Mac feito de uma peça única, sem nem sequer uma entrada.

Teclado, trackpad e alto-falante

O trackpad Force Touch dos novos MacBooks Pro é algo lindo! É simplesmente gigante, superconfortável para o uso diário. Por já ser Force Touch, toda a sua superfície pode ser pressionada e torna o uso bem mais prático.

MacBook Pro com Touch Bar

Para termos uma ideia do tamanho, a tela do iPad mini tem 7,9″, enquanto o trackpad do novo MacBook Pro maior possui 7,5″ de área útil.

Como nem tudo são flores, eu me pergunto: já vamos para dois anos do lançamento do iPhone 6s (que estreou a tecnologia 3D Touch). Por que a Apple não colocou algo assim no trackpad do Mac? Particularmente, acho inclusive que faz muito mais sentido o uso do 3D Touch no Mac do que no próprio iPhone, a começar pela infinidade de novos gestos que poderíamos fazer — atualmente continuamos com os mesmos 15 gestos multitoque, que se perpetuam desde o lançamento original do Force Touch.

MacBook Pro com Touch Bar

Há rumores e patentes que mostram um interesse da Apple em se aprofundar (literalmente) ainda mais nos gestos, e criar um recurso de gestos 3D (com diferentes intensidades de força) com múltiplos dedos simultâneos. Mais uma vez, se isso um dia for lançado, tem tudo para chegar primeiro ao iPhone; mas torço demais para uma rápida migração pro Mac, visto que novamente faz ainda mais sentido tê-lo no Mac do que no iPhone.

Chegamos à polêmica, ao tendão de Aquiles, ao famigerado: o teclado borboleta. A obsessão por computadores cada vez mais finos fez com que se criasse o mecanismo borboleta. E, como podemos ver na imagem abaixo, ele é muito fino — mas isso não necessariamente é algo positivo.

MacBook Pro com Touch Bar

Estou no meu terceiro computador com essa tecnologia e os três tiveram problema com teclas que “grudavam” e se tornavam instáveis (na primeira geração dos MacBook de 12″, que comprei em abril de 2015, pouco após o lançamento; em maio do ano passado, quando dei um MacBook de 12″, já de segunda geração, de presente para o meu marido; e por último, no MacBook Pro com Touch Bar). Três gerações, três anos… e o problema persiste!

Os dois MacBooks de 12″ já tiveram o teclado trocado duas vezes cada e, atualmente, converso com o AppleCare sobre o que fazer em relação ao MacBook Pro. Pode parecer algo bobo, mas não é: uma ou duas teclas que apresentam esse problema já são mais do que suficiente para irritar qualquer pessoa que usa o seu computador por algumas horas diariamente.

Minha experiência pessoal, obviamente, interfere na minha avaliação objetiva do teclado. Mesmo assim, eu digo: quando ele está funcionando perfeitamente, é ótimo. De fato, a segunda geração do mecanismo borboleta aprimorou e é ainda mais sólida. No entanto, ela ainda está longe do padrão esperado de um produto Apple.

Por falar em padrão esperado dos produtos Apple, preciso tirar o chapéu para algo que eu nem esperava que me impressionasse tanto quanto o fez: os alto-falantes. É evidente que as especificações por si só são suficientes para elevar nossas expectativas lá para o teto: 58% mais volume, 2,5x mais graves e o dobro do alcance dinâmico. E acredite: essas expectativas são atendidas e superadas já no primeiro uso.

Eu sempre fui fã de assistir a filmes e séries no computador, pela praticidade de poder levar para a cozinha, o quarto, a sala, etc., e o conjunto nova tela Retina + novos alto-falantes tornaram isso ainda melhor.

Além disso, como trabalhador e adepto do home office, me dou o prazer de ouvir músicas enquanto trabalho, e nada melhor do que Adele e Ariana no último volume, com uma qualidade bem limpa e clara. Tudo isso faz com que o alto-falante seja um dos pontos mais altos do novo MacBook Pro, ao menos para mim.

Touch Bar e Touch ID

A grande novidade da geração dos novos MacBooks Pro foi a adição da Touch Bar e do Touch ID. E eu confesso: numa primeira avaliação superficial, achei que tudo não passava de “cosmeticagem” da Apple; para a minha surpresa, me enganei.

O Touch ID é um velho conhecido nosso e a sua performance no Mac não poderia ser mais satisfatória. A única coisa que me incomoda nele é algo que se faz presente em todos os Touch IDs de todos dos dispositivos da Apple que têm essa tecnologia: sempre que reiniciado, ele é desativado.

Eu entendo que deva existir uma lista de segurança com dez páginas explicando o porquê de isso ocorrer, mas duvido muito que, em quase quatro anos de existência, a empresa não tenha sido capaz de blindá-lo e solucionar esse problema de outra forma.

MacBook Pro com Touch Bar

Já a Touch Bar é algo novo e que promete ser um diferencial no uso do computador: e de fato, é. Como disse acima, num primeiro momento você se encanta com a beleza dela mas pensa que não passa disso (algo bonito, que não fará diferença com o tempo). Todavia, me surpreendi positivamente porque, depois que começamos a usá-la, a navegação pelo Safari, pelo Mail, pelo Pages, etc. se torna tão fluida, tão mais imediata do que pegar o cursor e ir até a função, que justifica a campanha feita.

Outro fator marcante é que, nos aplicativos que ainda não estão oferecendo suporte ao recurso, você sente falta e fica vislumbrando o que poderia estar ali, na barra, para facilitar a sua vida. No entanto, é claro, ela não é perfeita. Uma crítica minha é ela não ter Force Touch/3D Touch (até mesmo para o feedback tátil). Por diversas vezes, enquanto eu estou editando uma foto, por exemplo, imagino o quão útil seria uma sensibilidade a força/pressão ali; mas a verdade é que tem que existir alguma novidade para a segunda geração da Touch Bar, né… 😝

Apple Watch e AirPods

Assim como o mecanismo borboleta, quando esses acessórios funcionam em conjunto do Mac, eles são excepcionais. Eu não atribuo o problema de conectividade ao MacBook Pro em si, mas ao macOS de uma forma geral. Uso diariamente o meu Apple Watch e os meus AirPods, e a magia que ambos proporcionam na utilização com o iPhone (o “just works”) simplesmente não acontece com o MacBook Pro.

Eu consegui desbloquear o meu Mac usando o relógio, no máximo, umas duas vezes; e os recursos de Handoff funcionam com bastante atraso. Enquanto isso, a sincronização do AirPods deixa muito a desejar.

MacBook Pro com Touch Bar

No iPad, no iPhone e no Apple Watch há uma migração fluida e simples, sem que você tenha que sequer se preocupar com qual dispositivo está usando; no caso do Mac, é aquela história de desconectar e emparelhar novamente…

Veredito

Entre as polêmicas, tropeços e surpresas positivas, pode parecer incerta a recomendação — ou não — do computador, mas não é: longe da perfeição ou de atender segura e completamente o que se espera, ainda é o melhor computador que eu já usei.

Olhando para o conjunto da obra, é visível de que os prós superam os contras, e que justifica o (grande) investimento com segurança.

Notas de rodapé

  1. Sinal, e não semáforo ou farol — eu sou carioca!

Prós

  • Tela Retina aprimorada;
  • Touch ID;
  • Possibilidade de recarregar em ambos os lados.

Contras

  • Perda da MagSafe;
  • Continua sendo um computador pesado;
  • Preço praticado pela Apple.
NOTA
8,5
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Comentários
  • Marcelo R. Bernardo ✓ᵛᵉʳᶦᶠᶦᵉᵈ

    Quando adquiri meu MacBook Pro de 13″, em janeiro, me assustei com o desempenho da bateria: após 3 horas de uso leve, estava eu plugando na tomada. Mas isso durou umas 3 recargas.

    Depois que voltei de viagem, tenho feito uma medição do tempo ligado e isso tem girado em torno de 7 horas, sem brilho alto e sem o teclado com retroiluminação. Não sei se é um desempenho aceitável mas fiquei mais satisfeito com o uso dele.

    O teclado borboleta é muito diferente de tudo o que eu já havia usado até então. Digito com muito cuidado, como se tivesse tocando em cristal, porque parece que o uso de mais força vai fazê-lo quebrar.

    Não gosto do sistema de inicialização e desbloqueio sem uso do Touch ID. Ia ser bacana se a integração dele com a maioria das ações do sistema fosse constante.

  • Junior Paes

    Muito bom o review, esse MacBook Pro com touch bar de 15″, adquirido em novembro do ano passado, foi a minha entrada no mundo mac, anteriormente sempre tive notebooks com Windows e de diferentes marcas.
    Há algum tempo tive meu primeiro Iphone, somente na 5 geração e não me vejo mais com outro tipo de aparelho e agora digo o mesmo para o Mac. Antes não me via usando um notebook sem um mouse, agora com o trackpad quando vou usar outro notebook vejo o quanto sou grato a essa tecnologia que acaba se tornando algo instintivo no dia a dia. Quanto ao touch bar realmente é muito bacana e bom de se usar, apesar de achar que ainda há muito o que se explorar dessa nova tecnologia.
    Realmente o preço principalmente no Brasil chega a ser assustador, porém não me arrependo em nenhum aspecto o investimento realizado, o único porém é a certeza de que assim como foi com o primeiro Iphone, acredito que não vou conseguir voltar a outros notebooks…
    Sem contar que acompanhar o MacMagazine com as reportagens e dicas preciosas sobre esse mundo se tornou leitura obrigatória.

  • Texto bem esclarecedor, só fico incomodado com o peso mesmo.
    E esse trackpad é muito bom.

  • Fiquei surpreso com a questão da conectividade dos AirPods e do Watch. Ótimo review, bem detalhado! 😉

  • Gustavo Carneiro

    o que mais me deixou encabulado é a performance, pra uma linha pro deixa muito a desejar, uso apple a mais de 10 anos e cada ano que passa a linha pro so vem caindo de qualidade, tanto no macbook quanto no mac pro.

  • João Paulo Mesquita

    Tenho um macbook pro 2010, e o acho incrível! Mesmo depois de muito tempo, ele funciona bem. A qualidade é incomparável. Penso muito em atualizar para esta nova versão, mas o preço é muito alto, mesmo que a qualidade seja reconhecidamente melhor comparada a outras marcas.

    Sem dúvida, um investimento a ser estudado com bastante cuidado.

  • Mazz

    vc poderia colocar o item reparabilidade, mas ai ia baixar muito a nota geral…

  • meduza

    Quanto tempo hem Thiago!!!! Belo review… 😉

  • Don Corleone

    Acho que pode ser pontual… comigo conecta de primeira…

  • Ajustes

    Uso ambos com um MacBook Air e NUNCA tive problemas. Estranho…

    Acho ótimo desbloquear o Mac com o relógio, eu nem precisaria do Touch ID, caso tivesse o novo Pro. Com os AirPods também, a conexão é instantânea.

  • Ajustes

    Queria trocar meu MacBook Air de 2015 pelo novo Pro também, mas acho que seria meio irracional. Minha máquina está totalmente nova e não sinto falta de performance, porém, o desejo da mudança é grande. Sei que as pessoa ficam anos sem trocar seus Macs, então me apego nessa informação, para não fazer besteira.

  • fulvioramos

    ok, a touch bar continua sendo inútil… impossível ser mais funcional que atalhos de teclado

  • Ajustes

    Queria trocar meu MacBook Air de 2015 pelo novo Pro também, mas acho que seria meio irracional. Minha máquina está totalmente nova e não sinto falta de performance, porém, o desejo da mudança é grande. Sei que as pessoa ficam anos sem trocar seus Macs, então me apego nessa informação, para não fazer besteira!

  • Renato Carvalho SA

    Parabens pelo Review Thiago, como sempre muito bem escrito. Mas pra mim, serviu mesmo pra confirmar que nao preciso de portas USB-C , tela retina, teclado fino de borboleta nem touch bar ( o ID eu queria ) … continuo no velho, bom e testado Macbook Air de 13, ja to no 3o, e vou pro 4o. ( ao menos ate a apple deixar ele disponível ) : a tela é suficientemente nítida, nunca tive problema com teclado, é leve e dura o dia todo sem precisar de tomada. ( e ainda sobra dinheiro hahaha )

  • Salun Marvin

    Eu sou desenvolvedor, e ainda meu MBP 2011 está dando conta do recado, apesar de já sentir ele começando a dar umas engasgadas. Não acho que eu vá trocar agora, mas a vontade é grande.

  • Ruyther Costa

    No meu não funciona mais o desbloqueio pelo watch, não faço nem ideia do pq…

  • verifica se não desabilitou a função lá. Sai do iCloud e inicia de novo. Ativa e reativa o handoff. Fiz essas coisas e voltou no meu (tive que resetar meu iPhone e quando emparelhei de novo deu cagada)

  • Rodolfo

    Ótimo review, Thiago!
    Você trabalhava em que setor da Apple?

  • Esse trackpad não funcionar com a Apple Pencil devia ser crime.. 😛 Maior burrada! Matava já os tablets de desenho pequenos da Wacom.

  • Marco Túlio da S Lima

    Pena que o preço no Brasil seja pra lá de absurdo.

  • frederico

    Trocar o air pelo novo pro vale a pena pela tela retina. Além disso, talvez ele esteja mais leve que o air (pro de 13). Comprei um e estou tendo problemas com a tecla D (que está “grudada” mas funciona) e com a pintura (cinza) que em alguns pontos parece oxidada como o iphone 6s. Mesmo assim estou satisfeito.
    Portabilidade, bateria e potência top.

  • frederico

    Vá em ajustes e segurança o problema deve estar lá. Após ajustar o meu funciona normal.

  • Ruyther Costa

    Ja ativei e dasativei várias vezes. Vou att o mac os agora e ver se volta ao normal.

  • Carlos Renê

    iOS 10.3 disponível para geral!

  • Já tem post sobre ele no ar há tempos, junto dos outros sistemas…

  • Carlos Renê

    Para mim, só apareceu hoje! Estranho! :-/

  • Dian de Paula

    Comigo também não funciona. Já refiz tudo de senha e até verificação em 2 etapas eu tive que reconfigurar e nada!

  • Sim, foi hoje mesmo — mas umas 2h antes de você comentar isso aqui no review.

  • To pra comprar esse Macbook Pro de 15 pra usar na faculdade, alternando entre design, modelagem 3d e programação; avaliando muito essa bateria porque né $$$$$$

  • Paulo Roberto Ramos de Andrade

    Vale destacar que os 1000 nits do Watch S2 são conseguidos quando 50% da tela está iluminada, com 100% da tela, batem os 750 nits – e é por isso que o Watch Os é ‘dark’ por natureza.

  • Vitor V Maffili

    Sou proprietário de um MacBook Pro com Touch Bar e o review vai de encontro com a minha opinião sobre ele. A Touch Bar para mim é igual ao 3D Touch do iPhone. Eu tenho que me policiar para usar. Mas já uso muito mais. Tem horas que realmente ela ajuda muito e facilita a vida. Com relação ao teclado borboleta, ouvi inúmeras reclamações com relação a ele. No meu caso, ele ainda não quebrou e acho o funcionamento suave e macio. Com relação ao desempenho, ele é suficiente para meu uso. Já instalei o Windows nele sem complicações via BootCamp para rodar um aplicativo de criação que eu não sei até hoje pq não tem versão para Mac.
    Com relação ao AirPods, ele funciona sem falhas. O único inconveniente é ter que desconectar do iPhone e solicitar para conectar no Mac, mas nada de muito complexo.
    Enfim, até o momento tem se mostrado um ótimo computador e minha nota geral para ele é 9,2.

  • Rodrigo

    Olá! Parabens pelo review! Gostaria de saber, eu tenho um macbook pro de ’15 com touchbar e a tecla caps lock é bem mais “dura” ao apertar do que as demais. Isso é normal? Agradeço desde já!

  • Eduardo Ribeiro Bueno Netto

    Comigo também funciona perfeitamente! MacBook Pro retina 2014 e Apple Watch Series 1! Nunca dá problemas e o handoff com iPhone e o Watch é instantâneo e impecável… uso pra caramba!

  • Ajustes

    E tá configurado certo?

  • Romário Santos Fonseca Batagim

    Sempre com bons reviews, falando a verdade sobre o aparelho e não encobrindo problemas. Parabéns

  • Ezequiel C

    eu que já sou mbp15 user, esses diferenciais não dão nenhuma vontade de atualizar. Quem sabe daqui 1 ou 2 gerações né

  • Carlos Renê

    Okay. Desatenção minha. Desculpa ai parceiro! 😉

  • Gian Riccardo Ortunho Galli

    Realmente muito bom o release, mas você disse do ponto alto do MacBook Pro são os falantes certo? so tenho uma ressalva a fazer, eles são ótimo quando não quebra um porque ai é uma dor de cabeça dos inferno…. o meu simplesmente estouro um lado e olha que eu mal escuto música ou videos nele viu (bem diferente do Thiago)

  • Marcus Damasceno

    Tenho um Beats Solo 3 que usa o mesmo chip W1 dos Airpods e um Macbook pro non touch. Não é necessário desconectar os airpods do iphone para só então conectá-los no Mac. Basta ir direto no bluetooth do Mac e mandar conectar os fones que eles mesmos se desconectam do iphone e conectam no Mac. Altero meus fones direto do Mac para o iPhone, para o iPad e para minha Apple TV 4 e sempre é só mandar conectar no novo dispositivo que eles desconectam automaticamente do anterior.

  • Marcus Damasceno

    Estou com um 13 sem a touch bar e acho ele fantástico. Meu único senão ficou em relação a perda do MagSafe. Você fica com medo de alguém esbarrar no fio e o computador sair voando por aí. Pior é não saber o estado do carregamento com a tampa fechada. A Apple poderia ter posto um led na lateral, fosse nos moldes do MagSafe (laranja/verde), ou no dos leds indicadores que os antigos Macbooks tinham. Neste ponto pecaram feio. Tem de abrir a tampa para ver como vai o carregamento.

  • Marcus Damasceno

    E completando: funciona sem problemas com meu Apple Watch de 1a geração e meus Beats Solo 3, que tem o mesmo chip w1 dos airpods.

  • frederico

    Tenho um Mac 13 com touch bar e minha tecla D que está “dura” para mim é mais como se fosse grudada. Claramente estes teclados novos são inferiores aos tradicionais. Apesar disso compensa pelo conjunto portabilidade, bateria duradoura e potência (para mim que sou usuário médio ).

  • Lui Alexandre

    “Obviamente, as pessoas que usam o novo MacBook Pro para gráficos pesados, edições 4K e afins, a evolução foi mais do que necessária e bem-vinda; para o usuário médio, a Apple apenas manteve o alto nível de satisfação esperado.” Não manteve não. A performance desses MBP’s novos é uma vergonha se comparado a praticamente qualquer notebook profissional ou gamer Windows, principalmente graficamente falando… nem equipando até o talo com a GPU 460 o desempenho é aceitável pra um notebook que beira os 4000 dólares / 32000 reais. Tem MUITO profissional considerando abandonar a Apple e tem muito americano devolvendo os novos MacBooks. Só não tem uma devolução em massa mesmo porque tá todo mundo preso pelo iPhone. O Mac enquanto plataforma não é superior ao Windows como o iOS é ao Android… e a Apple precisa abrir o olho.

  • MJuliani

    Eu tenho também um MBP2011 e desde o ano passado vem sofrendo em performance, acho que desse ano não passa. Mas esse modelo novo não me empolgou nem um pouco, a magsafe, o teclado antigo e as portas me farão muita falta. Acho que a Apple está exagerando nessa idéia de cada vez mais fino e está perdendo os limites.

  • frederico

    com todo respeito acho que sua crítica tem até razão de ser se analisarmos a ótica de um usuário que trabalha com desenho e gráficos pesados. Ma se analisarmos o usuário médio acho que o uso está satisfatório. Me considero um usuário médio. Não da para usar o macboock de 12. Mas a portabilidade associado a capacidade de processamento do pro de 13 para mim está mais que satisfatório. O megasafe e o sinal luminoso de carga, são sutilezas que se perderam, realmente na época de Jobs isso não aconteceria. Mas adaptador… Já comprei logo 4 para HDMI e Datashow também, e não estou sentindo falta. Poder conectar a entrada em qualquer lado é legal. A bateria está ok. Para mim o grande problema é esse teclado borboleta e o novo material de alumínio,que tem qualidade duvidosa.

  • Lui Alexandre

    Mas eu não disse que o notebook é ruim. Disse que o desempenho dele enquanto produto PROFISSIONAL é ruim, principalmente baseando no preço. Por menos você pega um notebook profissional Windows com mais poder de processamento, gráficos melhores, tela 4K, todas as portas que você precisa, som provavelmente melhor e um teclado também provavelmente superior. A única coisa que um Windows não vai oferecer é o ecossistema da Apple. Mas se for por esse motivo, qualquer MacBook serve.
    O novo MBP está abaixo das expectativas, ao menos dos americanos, que – com todo respeito também – parecem valorizar mais o próprio dinheiro que nós.

  • Rodrigo

    Minha preocupação é sobre ser um problema mesmo, visto que tudo é soldado na placa. O autor do review que poderia partilhar de sua opinião e ajudar a comunidade a entender se é comum, se é natural, se todo mac é assim nem se manifesta. Fica ruim mesmo, terei que ir a uma apple store ver um macbook ao vivo e constatar. Valeu pelo retorno Frederico!

  • Bruno Ferreira

    Eu tenho o Macbook Pro 2011 básico e acho ele sensacional ainda (agora que coloquei SSD), mas pra editar video estou pensando seriamente e partir para um Windows da vida, ou quem sabe até um laptop hack.

  • Lui Alexandre

    Hoje em dia é impossível usar um Mac sem SSD. O Windows consegue rodar melhor em drives mecânicos que o macOS nos próprios Macs… kkkkk

  • Nossa, que loucura, ele faz faculdade e nunca precisou daquele material maroto do usb do coleguinha ou aquele mouse multilaser nas horas do desespero no laboratório.

  • Fabrício Romão

    Muito boa a análise. Texto bacana de ler. Baseado em experiência pessoal, deixando claro a opinião. O uso do Mac é diverso e se posicionou para qual fim utilizava e como mudou (ou afetou negativamente) como utilizava. Conciso e direto.

    Os comentários acrescentam outras análises pessoais, mas gosto dessa linha de review. Pelo simples fato de não serem análises acertivas, como muitos sites nacionais e “da gringa” fazem: condeno ou se endeusa. Parabenizo-o.

  • Carlos Castilho Azevedo Jr.

    Só faltou falar da bateria do PRO… a minha não dura mais que duas horas! Achei isso péssimo!

  • Eu tenho um identico ao do review, sinceramente IMPOSSÍVEL fazer 10 horas de autonomia. Mesmo acessando somente paginas na web. Isso é como? Rede cabeada, brilho em 50%, volume desligado, bluetooth desligado, wifi desligada? Talvez assim chegue mesmo. O meu não passa das 5 horas. Foi bem decepcionante essa compra, meu Macbook pro de 2011 ainda dava 2h30 de bateria. Acho que esse com dois anos vou ta com 1h do jeito que vai. 🙁

  • Mesma coisa comigo. Não tem nenhuma chance de durar 10 horas como está sendo dito no review.

  • Muito bom o review. Pelo meu uso (texto/web) ainda fico em dúvida entre o Macbook 12 ou o novo Pro de 13. O peso, aquecimento e portabilidade também mexem com minha decisão.

  • Thiago Ribeiro

    Comecei com Apple a quase 2 anos ! Mano depois que vc entra, vira vício!! Meio que vc percebe que praticante tudo funciona de uma forma impressionante que quando percebe, já não consegue lidar mais com outros sistemas da mesma forma que antes.

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