Apple deseja que cada paciente em hospitais tenha o seu próprio iPad

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17/07/2017 às 14:45

Um dos mais nobres usos dos iPads, hoje em dia, é servir de ajuda em hospitais por todo o mundo. Mesmo que os dispositivos já estejam sendo utilizados para fins médicos há alguns anos, não são todos os locais que podem proporcionar aos profissionais de saúde e pacientes acesso aos tablets.

Conforme conta o TechCrunch, a Apple deseja impulsionar o uso dos dispositivos, a fim de que estejam disponíveis para todos os pacientes.

O veículo conta que o programa já está em testes em alguns hospitais nos Estados Unidos, como o Jacobs Medical Center, na Universidade da Califórnia, em San Diego; o MetroSouth Medical Center, em Chicago; e o Cedars-Sinai, em Los Angeles. Nesta última instituição, inclusive, os pacientes já tinham acesso às suas informações médicas anteriormente, porém tudo ficou muito mais funcional com o uso de iPads.

Sem o iPad, os médicos e os enfermeiros passam por uma pilha de papel para, só então, escreverem informações duplicadas em um quadro branco, muitas vezes encontrado na parede traseira do quarto do paciente. Assim, podem haver erros e, como disse Shaun Miller, médico do Cedars-Sinai, geralmente falta espaço para a equipe escrever, o que acaba levando a confusão ou falta de informações para o paciente.

Os gadgets também são ótimos aliados para as enfermeiras, que não precisam se preocupar em criar duas versões de um mesmo documento, um para si e o outro para o paciente, com informações relevantes. No iPad, o paciente pode acessar uma série de vídeos educacionais, assim como fica sabendo de sua situação pelos relatórios com todos os detalhes.

Outra aplicação incrível dos dispositivos em hospitais é a possibilidade de pais interagirem com seus bebês recém-nascidos por FaceTime quando uma aproximação física ainda não é viável:

Os novos pais estão utilizando o FaceTime de iPads não-modificados para interagirem com seus recém-nascidos, que podem estar doentes ou serem prematuros. Como esses bebês precisam ser mantidos isolados do mundo exterior (e de seus germes), os pais normalmente não podem vê-los nos primeiros dias de nascidos. Mas, com o que as enfermeiras se referem como “BabyTime” (FaceTime para bebês), os pais podem interagir com seus pequenos enquanto esperam.

Permitir que os pacientes acessem suas próprias informações e, neste último caso, que interajam com bebês (e me arrisco dizer, até com pacientes separados por doenças contagiosas), realmente é um uso maravilhoso desse tipo de dispositivo. Além de ajudar os pacientes, otimiza-se bastante o trabalho dos profissionais de saúde.

Pena que a realidade, por enquanto, é a aplicação nos EUA. Se aqui no Brasil não existe infraestrutura o suficiente nem para ter uma boa aparelhagem médica nos hospitais, que dirá bancar os tablets da Apple para cada paciente e médico. Mas, como a esperança nunca morre, continuaremos a sonhar.

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