Review: iPhone X, o maior salto no smartphone da Apple desde a sua primeira geração


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07/12/2017 às 08:30

Pela primeira vez na história do iPhone, em 2017 a Apple lançou duas gerações flagship simultaneamente. Nosso review do iPhone 8 Plus ficou a cargo do Edu, e aqui estou eu para lhes trazer a minha análise completa do iPhone X após cerca de um mês inteiro de uso.

Eu usei o iPhone 8 Plus durante algumas semanas, também — até porque o iPhone X só chegou ao mercado internacional no comecinho de novembro. Então, para este review, não pretendo repetir boa parte das coisas já faladas pelo Edu quando comparando o 8 com o 7, até porque o X proporciona o maior salto no smartphone da Apple desde a sua primeira geração.

O maior salto merece, claro, o maior review que eu já escrevi para este site. Vamos lá?

Design

Comecemos pela parte estética do aparelho, pelo que mais mudou nele logo quando batemos o olho no iPhone sem nem sequer ligá-lo. O seu design externo.

iPhone X prateado de trás e cinza espacial de frente na diagonal

Acho que posso afirmar que esta é a primeira vez que, não importa o ângulo pelo qual você olhe pro iPhone, você identifica que é um X. O pessoal brinca que a Apple “estagnou” o design dele do 6 ao 8 (há quem chame o 7 de “6ss” e o 8 de “6sss”), mas em todas as gerações tivemos mudanças sutis — ao menos na parte traseira e nas cores. Olhando todos eles de frente, realmente, é difícil — senão impossível — distinguir um do outro.

No iPhone X, tudo mudou. A frente agora é (quase) toda tela, que traz um novo formato de 18:9 com um pequeno recorte superior e, pela primeira vez na história do iPhone, a ausência do botão de Início (Home). Nas laterais, a Apple deu adeus ao alumínio e trouxe de volta o aço inoxidável, com um acabamento similar ao encontrado em Apple Watches. Atrás, assim como no 8, ela adotou vidro — só que agora temos um sistema duplo de câmeras posicionado verticalmente.

Ao menos inicialmente, temos no iPhone X apenas duas opções de cores: cinza espacial (space grey) e prateada (silver), popularmente referenciadas como preta e branca. Ambas, na minha opinião, ficaram lindas; acabei optando pelo cinza espacial, mas fiquei na dúvida até o último segundo — especialmente depois de vê-las pessoalmente. E isso tem um forte motivo: nas duas, a frente do iPhone X é mantida preta. Finalmente, a Apple abandonou aquela moldura branca que muitos criticavam — até porque é uma moldura tão fina, agora, que nem faria sentido.

O iPhone X é fisicamente um pouco maior e mais pesado que os iPhones de 4,7 polegadas, porém obviamente menor e mais leve que os de 5,5 polegadas. Confira a tabelinha:

ModeloiPhone XiPhone 8 PlusiPhone 8
Altura143,6 mm158,4 mm138,4 mm
Largura70,9 mm78,1 mm67,3 mm
Espessura7,7 mm7,5 mm7,3 mm
Peso174 gramas202 gramas148 gramas

Observe que, dos três, o iPhone X é também o mais espesso. A diferença numérica é muito pequena (o que são 0,2mm?), mas você sente quando segura ele pela primeira vez. Somando isso às dimensões e aos materiais usados em sua carcaça, temos um aparelho com uma pegada bastante premium e segura.

iPhone X deitado e de lado

Diante do preço, eu resolvi comprar o AppleCare+ para o iPhone X e, com isso, me sinto confortável em, pela primeira vez em anos, usá-lo sem capinha nenhuma. Além de não cobrir nadinha desse belo design, é muito legal usar o iPhone “nu”, assim. Experiência realmente diferente, principalmente por conta dos diversos gestos que agora temos que fazer na tela.

Voltar a usar vidro na traseira do iPhone deixa-o sem dúvida muito mais bonito, mas a troca foi necessária para a adoção tardia da tecnologia de recarga sem fio. Por outro lado, vidro… quebra. A Apple pode dizer o que quiser quanto à durabilidade do vidro usado no iPhone, mas é inegável que, em termos de resistência, ele perde pontos em relação aos antecessores. E nós comprovamos isso na prática, neste vídeo:

E não é só o vidro. O aço inoxidável nas laterais deixa o iPhone também muito bonito e faz jus ao preço que pagamos por ele, mas também é um material que infelizmente tende a arranhar com muita facilidade.

Postas essas considerações, devo dizer que meu iPhone X, mesmo sem capinha, está praticamente impecável após um mês de uso. Em uma análise cuidadosa que fiz há pouco, sob a luz do dia, notei apenas dois micro-riscos no vidro traseiro, e só. Nada no vidro frontal, nadinha nas laterais. Not too shabby.

Aliás, falando em resistência, nada mudou na classificação oficial dele em relação a água e poeira: IP67. Ou seja, o iPhone X é resistente mas não à prova d’água. Não invente de usá-lo, sem uma case apropriada, para tirar fotos na piscina ou muito menos no mar.

iPhone X com água espirrando

Para concluir este tópico, dois detalhes: o botão lateral do iPhone X está um pouco mais alongado, provavelmente para facilitar o seu uso (já que é agora o único botão físico no aparelho além dos dois de volume, e ganhou novas funções nesta geração), e a Apple conseguiu tirar da traseira todas aquelas marcações regulamentares que ficavam abaixo do nome “iPhone”. Vale notar que tanto ele quanto o logo da Maçã ficam agora por debaixo do vidro; você não “sente” eles, quando passa o dedo.

O notch

Passei vários parágrafos falando do design do iPhone X e, propositadamente, não comentei nada do seu recorte superior. Você já deve ter ouvido pessoas referenciando-o pelo termo inglês “notch”, que em tradução direta significa “entalhe” ou “chanfro”. Enfim, vamos de recorte mesmo.

Câmera frontal do iPhone X

Até eu pegar o meu iPhone X e começá-lo a usar de fato, tudo o que eu tinha eram fotos e vídeos no site da Apple. E, quando você vê essas imagens sem estar interagindo de fato com ele, o recorte superior ali na tela chama muito a atenção.

No desenvolvimento do software do iPhone X, a Apple teve a opção de “esconder” o recorte via software. A ideia seria manter a barra superior sempre preta, aproveitando também o fato de a tela dele ser agora de OLED, mas ela decidiu ir no caminho contrário. A Apple “abraçou” o recorte, levando a interface do sistema e de apps (quase) sempre até as “orelhas” do iPhone X, destacando isso com orgulho nas fotos do smartphone e até mesmo impedindo que desenvolvedores caminhem contra isso.

Desenho/ícone do novo iPhone

A explicação mercadológica é bem compreensível: sem o recorte, o iPhone X não seria tão facilmente identificável quando visto de longe. Ora, os próprios ícones dele em forma de “silhueta” destacam bem o recorte; mesmo pequenininhos, indicam bem se tratar de um iPhone X. É algo único, passa a ser a nova marca do iPhone tal como era, até agora, o seu único botão de Início frontal.

Obviamente, ninguém aqui é besta de achar que a Apple só colocou esse recorte ali para dar essa cara única ao iPhone X. O recorte foi necessário porque, bem, não há tecnologia suficiente ainda para esconder todos os componentes do sistema TrueDepth (câmera frontal) atrás da tela. Um dia, sem dúvida nenhuma, chegaremos lá; e aí será problema da Apple, não nosso, pensar em como continuar dando ao iPhone um desenho único.

Aliás, por falar em tecnologia, haja coisa no recorte: nesse espacinho minúsculo há uma câmera infravermelha, um emissor de luz, um sensor de proximidade, um sensor de luz ambiente, um alto-falante, um microfone, uma câmera de 7 megapixels e um projetor de pontos. Esse é o conjunto que a Apple chama de “sistema da câmera TrueDepth”, do qual falarei em mais detalhes adiante.

Pois bem, é incrível como esse recorte “desaparece” quando você começa a usar o iPhone X. Não é nem uma questão de você se acostumar depois de dias/semanas, basta começar a usar o aparelho que você percebe o quão “insignificante” ele é.

Há momentos em que o recorte chama atenção? Há, sem dúvida. Quando você está numa tela escura e troca imediatamente para uma com fundo branco, ocorre inclusive uma sensação esquisita de que o recorte “deslizou” de cima para baixo na tela, devido às próprias animações do iOS. Mas beleza, você (talvez) nota ele ali e acabou. É um pedacinho muito pequeno no meio dessa linda tela OLED de 5,8 polegadas.

Outra ocasião em que o recorte pode incomodar é quando você assiste a vídeos em tela cheia, mas isso quando você realmente usa o movimento de pinça para fazê-lo preencher tudo. A maioria dos vídeos hoje em dia segue o padrão 16:9, ou seja, já deixam bordas laterais no iPhone X que escondem o recorte. Pessoalmente, prefiro sempre vê-los assim, não pelo notch em si, mas porque quando você expande acaba recortando um pouco da parte superior e um pouco da parte inferior do vídeo original. Não curto.

Eu dificilmente uso o iPhone em modo paisagem, nem mesmo quando ainda tinha o modelo “Plus”. Mas, novamente, o recorte chama atenção quando ele está na horizontal e você navega por sites. Inclusive, se desenvolvedores quiserem explorar toda a tela do iPhone X na horizontal, preenchendo até as suas “orelhas”, precisam fazer pequenas adaptações em seus sites conforme orientações dadas pela Apple. Nós já fizemos aqui, diga-se.

Adeus ao botão de Início

Se o recorte é agora o elemento de design que distingue o iPhone X de todo o resto, o que dizer da ausência do único botão que sempre esteve presente na parte frontal do smartphone da Apple?

Ao menos para mim, a adaptação foi menos traumática do que eu imaginaria. Conto nos dedos de uma mão quantas vezes, durante esse mês inteiro, eu me peguei “procurando” o botão de Início no iPhone X, meio que de forma involuntária.

Considero a remoção do botão físico algo necessário para esse novo paradigma de smartphones com telas ocupando toda a sua parte frontal, mas fiquei bastante preocupado quando a Apple anunciou que tudo no iOS dele seria baseado em gestos. Até então, acreditava-se que ela poderia seguir uma linha similar à de alguns concorrentes que optaram por “esconder” um botão virtual ali atrás da tela, mais ou menos no mesmo lugar onde ficaria o físico, acionado com um pouco de pressão (tecnologia que o iPhone já possui, o 3D Touch).

Mas, como sabemos, a Apple decidiu investir em gestos. Então, agora, em vez de você pressionar o botão físico, você simplesmente desliza de baixo para cima para acessar o aparelho ou retornar à tela inicial de algum app. E isso funciona superbem, você se acostuma muito rapidamente.

Quando não clicávamos uma vez apenas no botão de Início, clicávamos duas — para acessar a interface de multitarefa do iOS, o chamado “seletor de apps”. A Apple orienta usuários a deslizar de baixo para cima, parar e aguardar uma fração de segundos para essa interface aparecer. Funciona? Sim, funciona. Mas há uma forma bem mais rápida: ao deslizar para cima, você imediatamente joga o dedo para a direita ou a esquerda (fazendo um “L” de ponta-cabeça). Acaba sendo tão rápido quanto dar um duplo-clique no botão de Início e também é algo com que você se acostuma num piscar de olhos.

Melhor ainda e mais rápido do que acessar o seletor de apps é simplesmente deslizar para a esquerda ou para a direita na parte inferior da tela do iPhone X para alternar instantaneamente entre os últimos apps abertos. Por exemplo, quando você está copiando algo de um para o outro, isso é uma grande mão na roda. É uma forma de alternar entre apps que simplesmente não tem nada equivalente em nenhum outro modelo de iPhone.

Obviamente, essa não é a primeira vez que deslizamos de baixo para cima, para fazer algo no iOS. Até então, esse era justamente o gesto que usávamos para chamar a Central de Controle. No iPhone X, ela foi para o canto superior direito da tela, ou seja, você agora desliza dali, de cima para baixo. Se deslizar de cima para baixo do centro ou do canto esquerdo, você chama a Central de Notificações.

A mudança na Central de Controle me agradou por um lado, mas por outro não. Ninguém dirá que é mais fácil/prático deslizar ali no canto superior direito em vez de pela parte inferior do iPhone, como era antes, mas em compensação agora esse gesto funciona 100% das vezes. Explico: muitos apps possuem elementos em suas interfaces que conflitavam com o gesto de deslizar de baixo para cima antes, e nos forçavam a fazer isso duas vezes seguidas para chamar a Central de Controle. Agora, ela fica num local que não é explorado assim por app nenhum, então está realmente sempre acessível.

Não é à toa que sempre há, nos apps, um pequeno espaço inferior dedicado ao chamado “indicador de início”. Trata-se de uma barrinha horizontal, sempre acessível quando precisamos deslizar de baixo para cima e retornar à tela inicial. Pessoalmente, acho esse indicador um pouco chamativo demais em certos locais, mas nada que não possa ser polido com o tempo em updates do iOS. A Apple só precisa de tempo para re-educar seus usuários.

Uma coisa interessante a se notar é que todos esses gestos agora dependem da orientação do iPhone. Ou seja, para retornar à tela inicial você sempre deslizará de baixo para cima — mesmo se o iPhone estiver em modo paisagem (ou seja, você deslizará de uma lateral dele para cima). Para chamar a Central de Controle, a mesma coisa: só puxar do canto superior direito da tela, mesmo se ela estiver deitada.

Central de Controle na horizontal no iPhone X

Ainda falando na Central de Controle, agora é só nela que temos acesso a todos os ícones que antes ficavam visíveis na barra de status do iPhone. Como há o recorte, o espaço útil que sobra nas “orelhas” é muito pequeno para mostrar sinal e nome da operadora, hora, ícones de Wi-Fi, Bluetooth, localização, alarme, etc., além da porcentagem da bateria e da sua representação gráfica.

Desta forma, por padrão agora só vemos a hora na “orelha” esquerda junto ao ícone de localização e, na direita, o sinal da operadora, o ícone do Wi-Fi e a representação gráfica da bateria. Pois é: nada de porcentagem, só puxando a Central de Controle. Terrível, meus amigos.

Já há, é claro, designers sugerindo como a Apple pode vir a resolver isso:

Ah, e como não temos mais o botão de Início, agora é possível simplesmente tocar em qualquer lugar da tela para ligá-la (você não precisa apertar o botão lateral para isso). Outra alternativa, que já funcionava em gerações anteriores, é só “levantar” o iPhone; o acelerômetro detecta o movimento e liga a tela, também.

Como eu havia citado, o botão lateral ganhou novas funções no iPhone X. Agora, um clique liga/desliga a tela, apertando e segurando chamamos a Siri e ele também é usado para a confirmação de compras (falo disso mais a seguir). Se você quiser desligar o iPhone, precisa pressionar e segurar o botão lateral com um dos de volume; para tirar uma screenshot, é só apertar uma vez o botão lateral junto ao de aumentar volume.

O processo de reinicialização forçada é o mesmo do iPhone 8/8 Plus:

Face ID (ou: adeus, Touch ID!)

Se não temos botão de Início no iPhone X, não temos também Touch ID. Sim, a Apple resolveu ousar e mexeu em time que estava ganhando: nesta nova geração do seu smartphone, abandonou a autenticação por leitura de impressão digital em prol de um novo método de biometria: o reconhecimento facial.

Introduzido no iPhone 5s, em 2013, o Touch ID chegou arrebentando e mexeu com a indústria de smartphones. Não foi o primeiro sensor de impressão digital incorporado num telefone, mas foi o primeiro decente. O primeiro rápido, seguro e funcional. E evoluiu, ganhando uma segunda geração que o tornou ainda mais rápido e menos propenso a falhas.

Hoje, o Touch ID está em toda a linha de iPhones (com exceção do X, é claro), em todos os iPads e também na Touch Bar dos últimos MacBooks Pro. Era, até agora, o principal componente para autenticação de usuários em produtos da Apple, com uma única alternativa: a tradicional senha (alfa)numérica.

Quando surgiram os rumores sobre o Face ID, poucos apostavam que a Apple abandonaria de vez o Touch ID. Tínhamos quatro alternativas: um leitor de impressão digital escondido sob a tela, no botão lateral, na parte traseira (como fazem hoje a maioria dos concorrentes com Android) ou, é claro, sem Touch ID. A Apple optou pela última opção e apostou todas as fichas no novo sistema biométrico facial.

Mulher usando o Face ID do iPhone X

Novamente, o iPhone X não é o primeiro smartphone a incorporar autenticação pela leitura do rosto. Mas é o primeiro a fazer isso de uma forma decente, rápida e realmente segura. Não é à toa que o Face ID utiliza todos os componentes do sistema TrueDepth, afinal, ele faz um scan extremamente complexo e tridimensional do rosto da pessoa. Por isso, ele não pode ser burlado com uma mera fotografia do dono; a identificação não é simplória, assim.

De acordo com a Apple, o Face ID projeta 30.000 pontos invisíveis no rosto da pessoa no momento em que faz a sua identificação — tudo em uma fração de segundos. Enquanto o fantástico Touch ID tinha uma taxa de falsos-positivos (probabilidade de um dedo alheio ser autenticado como se fosse o do dono, e não a taxa de erros no processo de identificação em si) de 1 em 50.000, a do Face ID é de absurdos 1 em 1.000.000. Obviamente, e a própria Apple diz isso, esse número cai (drasticamente) se estamos falando de gêmeos — e há testes por aí comprovando isso.

Mas vamos ao que realmente interessa, que é a experiência prática com a coisa. O Face ID realmente foi um bom substituto para o Touch ID?

Amigos, respondo “Sim” para a pergunta acima com a maior das certezas. O Face ID é fantástico, funciona exatamente como a Apple promete e eu, pessoalmente, não sinto saudade nenhuma do Touch ID. O que não quer dizer que o Face ID seja perfeito. Ele evoluirá com o tempo, tal como o Touch ID evoluiu; mas estamos, agora, partindo de um patamar superior.

Isso que eu postei no Twitter, há algumas semanas, é a mais pura verdade. Para quem “vê de fora”, os AirPods são apenas fones de ouvido Bluetooth com um design esquisito (não deixe de ler meu review completo deles). Da mesma forma, o Face ID é um prato cheio pros céticos de plantão. Ora, o mercado já tinha visto e experimentado outras soluções (toscas) de reconhecimento facial, e por que diabos a Apple acha que tem o direito de remover do iPhone algo tão bacana e funcional como o Touch ID?

Aversão a mudanças é algo inerente ao ser humano, mas quem está acostumado a lidar com tecnologias aprende, com o tempo, que há certas coisas que você realmente precisa usar para entender. Não adianta ler descritivos, ver fotos, assistir a vídeos… é a experiência no dia-a-dia que conta e, quando a coisa é bem feita, você ainda vai descobrindo nuances dela aos poucos, mesmo após dias de uso do produto.

iPhone X de frente desbloqueado pelo Face ID

O Face ID é revolucionário porque, bem, simplesmente parece que você está usando um iPhone sem senha. Você pega o aparelho e ele sabe que é você, e então lhe libera para fazer tudo o que você quiser sem ter que fazer absolutamente nada. Eu não entendo quem diz que “olhar pro iPhone” é um passo que deve ser contado no processo de uso; ora, se você consegue mesmo fazer coisas numa tela sensível ao toque sem olhar, parabéns para você.

Meu último dispositivo Apple que me permitia esse tipo de coisa foi o iPod (video) de quinta geração, lá em 2006; aí sim, com a Click Wheel física dava para avançar/retroceder músicas, parar/continuar a reprodução e, é claro, alterar o volume sem nem tirá-lo do bolso. Você pode realmente desbloquear um iPhone “pré-X” (ou qualquer Android) com o dedo sem tirá-lo do bolso, mas e aí? Faz o que com isso?…

Nós mesmos mostramos, no vídeo abaixo, que na prática o desbloqueio em si com o Touch ID é mais rápido que o do Face ID. Mas essa diferença de fração de segundos é facilmente compensada pelo fato de que, no dia-a-dia, você não precisa fazer nada para desbloquear o iPhone ou mesmo se autenticar em apps como gerenciadores de senha, bancos/cartões de crédito, comunicadores e afins.

Falando do desbloqueio do iPhone em si, a única coisa que vejo alguns comentando como “desejo para um futuro update” seria a possibilidade de ir para a tela inicial de ícones sem nem mesmo deslizar de baixo para cima. O “problema” disso é bem óbvio: desta forma, você nunca conseguiria ver a tela bloqueada do iPhone com as suas notificações, bastaria olhar para ele e já estaria na sua tela inicial de ícones. Já vi gente dizendo que isso não seria um problema, mas me soa um pouco estranho.

Não só acho estranho, como seria um “desperdício” não usufruir do fato de que as suas notificações agora ficam escondidas na tela bloqueada até você olhar pro iPhone:

E, de novo: o número de passos para acessar a tela inicial do iPhone X é exatamente o mesmo dos anteriores: você só desliza de baixo para cima, enquanto que antes precisava posicionar o seu dedo no Touch ID e/ou apertar o botão de Início. “Olhar” para o iPhone não é um passo extra, pessoal, até porque você não precisa esperar o Face ID lhe autenticar para deslizar; tudo acontece simultaneamente.

Apps que já suportavam autenticação via Touch ID funcionam automaticamente com o Face ID, sem nem precisarem ser atualizados. No caso de download/compra de apps ou pagamentos móveis (já vão aprendendo, para quando o Apple Pay chegar ao Brasil), basta dar um duplo-clique no botão lateral para confirmar a transação. Mostramos isso neste vídeo rápido:

Eu não sou daqueles que têm e/ou sempre tiveram problemas com o Touch ID. Ele já funcionava bem para mim desde o iPhone 5s e, sem dúvida nenhuma, melhorou na sua segunda geração com o 6s. Mas não era infalível e, para mim, era supercomum falhar, sei lá, 1-2 vezes por dia — especialmente quando eu estava na academia, com os dedos molhados de suor. Sem problemas, eu digitava a minha senha de seis dígitos e tocava a vida, feliz.

Pois bem, o Face ID também não é infalível. Mas agora, pela primeira vez, eu consigo passar um dia inteiro sem falha nenhuma. Acontece, mas muito de vez em quando. Melhorou e é perceptível. Também já tirei a barba e cortei o cabelo, uso dentro de casa ou no sol, em luz forte ou no escuro total… sem problemas. Ele funciona inclusive quando eu estou de óculos escuros, embora a própria Apple diga que alguns modelos de óculos podem bloquear o funcionamento do sistema TrueDepth.

Tenho costume de, logo quando acordo, pegar o iPhone no criado-mudo e dar uma passada de olho rápida nas notificações. Se eu ainda estou com a cabeça “afundada” no travesseiro, cobrindo parte do meu rosto, o Face ID não funciona; preciso levantar ligeiramente a cabeça e, aí sim, a autenticação acontece.

Outra coisa chata é que o Face ID só funciona com o iPhone na vertical. Ou seja, se a tela apagar enquanto você estiver assistindo a um vídeo, por exemplo, não basta tocar nela e aguardar a autenticação; é preciso girar mesmo o iPhone para isso acontecer. Típica coisa que deverá certamente melhorar na próxima geração do sistema.

Antes que me perguntem, eu consigo usar o Face ID superbem no carro. O iPhone fica suspenso num suporte e totalmente dentro do meu ângulo de visão. Não vou dizer que é perfeito, pois já houve, sim, ocasiões em que tive que digitar a senha. Mas provavelmente tem um pouco a ver com o tipo ou a força da luminosidade do sol que está batendo em meu rosto, num determinado momento.

Por fim, um esclarecimento que já demos aqui no site: só é possível cadastrar um único rosto no Face ID porque, bem, nós humanos só temos um único rosto. O Touch ID permitia múltiplos dedos e muitos aproveitavam isso para cadastrar as impressões digitais de outra pessoa num mesmo iPhone (marido «» esposa, por exemplo), mas esse nunca foi o propósito original da coisa. Se isso irá mudar, no futuro, só o tempo dirá.

Animoji

É claro que a Apple não ia investir tanto no sistema TrueDepth do iPhone X e “só” usá-lo pro Face ID. Ele também é usado para selfies em Modo Retrato (falarei disso mais adiante) e também para uma nova “firula” que merece, sim, um tópico exclusivo: os Animojis!

Quem viu Craig Federighi demonstrando o Animoji na keynote de lançamento do iPhone X deve ter pensado, assim como eu, que eles nada mais são do que uma besteirinha extra típica da Apple que busca, entre outras coisas, agregar valor à rede iMessage.

Essa percepção não é completamente errada, mas na prática os Animojis são muito mais legais do que parecem. Como o nome já indica, tratam-se de emojis (12 diferentes ao todo, por enquanto) em versões grandes e animadas, que se movimentam justamente de acordo com as expressões do nosso rosto. E é algo sensacional, cheio de detalhes; na minha opinião, só falta mesmo poder mostrar a língua dos bichinhos — mas não duvido que isso chegue num futuro breve.

Por padrão, você só pode mandar Animojis pelo aplicativo Mensagens e eles têm no máximo dez segundos de duração cada. Mas já tem desenvolvedor por aí, como o brasileiro Guilherme Rambo, que criaram soluções explorando APIs privadas da Apple as quais nos permitem gravar Animojis por uma interface independente e com duração ilimitada. Não tem para onde correr: ou a Apple criará um app à parte para eles, ou terá que dar o braço a torcer e permitir esses apps na sua loja. É algo divertido demais para ficar restrito apenas ao Mensagens.

Após gravar a sua mensagem em Animoji, você pode obviamente enviá-la para qualquer usuário de iPhone, iPad, Mac, etc. que ele será reproduzido sem problema nenhum. Dá até para enviar para smartphones com Android, mas aí a mensagem chega em formato de vídeo (e não é tão suave quanto na reprodução nativa).

Como já mostramos aqui no site (e também no vídeo acima), uma coisa que “pegou” com os Animojis foram os vídeos de karaokê. Mas essa claramente é uma febre passageira, e fica a torcida também para a Apple continuar trazendo novos personagens diferentes ao recurso.

Tela

A tela do iPhone X também é totalmente nova. Ela tem um novo tamanho (5,8 polegadas), uma nova proporção (18:9), a maior densidade de pixels já vista numa tela de iPhone (são 2346×1125 pixels, a 458 pontos por polegada) e utiliza, pela primeira vez, a aclamada tecnologia OLED.

Esse não é o primeiro produto da Maçã a adotar OLED; os Apple Watches, desde a sua primeira geração, já usavam. Mas, conforme a Apple disse na keynote de apresentação do iPhone X, foi só agora que a tecnologia maturou a um nível adequado para ser incorporada num iPhone — em termos de brilho, contraste e precisão de cores, principalmente, mas também na redução de problemas inerentes a ela, como alterações cromáticas em certos ângulos de visualização e o famoso burn-in.

Quem comprovou isso foi a DisplayMate, referência em avaliação de telas de produtos como smartphones. Para ela, a do iPhone X é realmente e melhor já vista até hoje em qualquer smartphone.

Por um lado, deve-se parabenizar a Samsung por ser capaz de produzir e fornecer um componente de tamanha qualidade para a Apple (ironia, né?). Por outro, a própria DisplayMate observa que a maior parte dessa avaliação tão positiva deve-se à própria calibração de hardware e software feita pela Apple, esta sim totalmente proprietária dela.

iPhone X de frente

Na prática, temos realmente uma tela linda de se ver. A nitidez é extrema, as cores são vivas, o brilho é excelente (embora não seja o maior entre todos os smartphones do mercado) e, graças à tecnologia OLED, temos agora pretos “verdadeiros” no iPhone. Mas, ao contrário do que muitos imaginariam, ao olhar pro iPhone X você não tem nenhum “baque” e nem percebe algo tão diferente assim na sua tela em relação aos anteriores. Isso porque a Apple realmente fez uma calibração para dentro do seu padrão, sem deixar a tela exageradamente saturada ou coisa do tipo como vemos em alguns smartphones Android com OLED por aí.

Assim como nos iPhones 8/8 Plus, o X incorpora como novidade também a tecnologia True Tone, que ajusta a “temperatura” das cores na tela de acordo com o ambiente onde a pessoa está. Eu, que já curtia o Night Shift, acho isso também muito bem-vindo — e funciona maravilhosamente bem, sem que você se atente muito ao fato no dia-a-dia.

Para melhorar a visualização de fotos e vídeos, a tela do iPhone X também suporta a tecnologia HDR (High Dynamic Range, ou grande alcance dinâmico). Isso significa que, nesses casos, temos imagens com contraste ainda maior e cores mais vivas. Para vídeos, o iPhone X suporta ambos os formatos Dolby Vision e HDR10.

O que faltou, e isso porque é a tecnologia OLED que não permite hoje em dia, foi uma taxa de atualização a 120Hz junto à tecnologia ProMotion que a Apple já incorporou nos iPads Pro. Aliás, esse pode ser inclusive o principal motivo por estarmos já ouvindo rumores de que os tablets, no ano que vem, continuarão com telas LCD.

Fabricar telas OLED (de qualidade) é também ainda muito caro e difícil. Isso sem dúvida nenhuma elevou o custo de fabricação do iPhone X, mas a Apple colocou eles num patamar de preço ainda maior do que poderia justamente para reduzir um pouco a demanda pelo aparelho e conseguir ter oferta suficiente para dar conta. Abordarei esta questão novamente na conclusão do review.

Além da tecnologia usada na tela, é a nova proporção dela que também altera um pouco a nossa experiência com o aparelho. Fizemos uma demonstração em vídeo:

Resumidamente, embora 5,8 polegadas sejam numericamente mais do que as 5,5 polegadas dos iPhones “Plus” de antes, como ela é mais esticada verticalmente nós ganhamos espaço quando o iPhone está na posição vertical, mas perdemos um pouco quando ele está na horizontal — também, em partes, devido ao indicador de início ali embaixo.

Aos interessados, fizemos um artigo comparando inúmeras screenshots do sistema e de apps lado a lado entre um iPhone X e um 8 Plus.

Câmeras traseiras

A Apple não deu tanto foco a isso quando anunciou os iPhones 8/8 Plus, mas, como cobrimos em nosso review deles, o salto das câmeras deles em relação aos iPhones 7/7 Plus é fenomenal. As especificações continuaram as mesmas, mas o sensor foi atualizado e o chip A11 Bionic também contribui bastante para uma melhor performance.

No caso do iPhone X, temos que levantar as mãos para o céu por ter, finalmente, um iPhone com tamanho físico “decente” e que também dispõe de um sistema duplo de câmeras. No meu review do iPhone 7 Plus, ano passado, coloquei a segunda câmera traseira como um dos principais motivos por eu ter finalmente me rendido ao iPhone “trambolhão” de 5,5 polegadas. É uma delícia voltar a ter um aparelho que me permite fazer várias coisas com uma mão só e que cabe perfeitamente no bolso de qualquer calça minha. Mas divago.

Câmeras traseiras do iPhone X

O iPhone X não só traz um sistema duplo de câmeras de 12 megapixels cada, como também vem com uma lente teleobjetiva (2x) significativamente melhor até mesmo que a do iPhone 8 Plus. Sua grande angular continua tendo uma abertura ƒ/1.8 com estabilização óptica, mas a teleobjetiva passou de ƒ/2.8 para ƒ/2.4 e ganhou também, pela primeira vez, estabilização óptica.

Em câmeras fotográficas, quanto maior a abertura do diafragma (medida em ƒ-stops — em que quanto menor o número, maior a abertura), maior a capacidade da câmera de captar luz sem ter que elevar demais o ISO e, com isso, gerar ruído na imagem. Ou seja, é algo muito bem-vindo — infinitamente mais do que aumentar o número de megapixels do sensor, por exemplo.

Para este review do iPhone X, não farei comparativos focados na sua câmera grande angular. Nós já fizemos isso no review do iPhone 8 Plus e essa lente, especificamente, é basicamente igual nos dois aparelhos. Se houver alguma diferença entre eles, seria algo imperceptível para colocarmos num comparativo.

Ainda assim, seguem algumas fotos de exemplo capturadas pela lente grande angular do iPhone X. Clique/toque para ampliá-las:

Exemplo de foto tirada com a lente grande angular do iPhone X

Exemplo de foto tirada com a lente grande angular do iPhone X

Exemplo de foto tirada com a lente grande angular do iPhone X

Exemplo de foto tirada com a lente grande angular do iPhone X

Exemplo de foto tirada com a lente grande angular do iPhone X

Exemplo de foto tirada com a lente grande angular do iPhone X

Exemplo de foto tirada com a lente grande angular do iPhone X

Aqui, dois grandes panoramas:

Exemplo de foto tirada com a lente grande angular do iPhone X

Exemplo de foto tirada com a lente grande angular do iPhone X

O que vale mesmo analisarmos, desta vez, são os ganhos na teleobjetiva. E, como esperado, eles são visíveis.

Dificilmente alguém terá comprado um iPhone 8 Plus para depois migrar pro X (nós só fizemos isso porque, bem, é o nosso trabalho), então mantivemos o mesmo aparelho de referência usado no review anterior: um iPhone 7 Plus. Ainda assim, vale notar que os ganhos aqui seriam em parte perceptíveis mesmo do iPhone 8 Plus pro X.

Confira (clique/toque para ampliá-las):

iPhone 7 Plus à esquerda, iPhone X à direita.

iPhone 7 Plus à esquerda, iPhone X à direita.

iPhone 7 Plus à esquerda, iPhone X à direita.

Também gravamos um rápido vídeo simultâneo com o iPhone 7 Plus e o X, andando. Observem como ambos ficam bem estabilizados quando estão na grande angular, mas o 7 Plus fica horrível quanto trocamos para a lente 2x.

Recomendo ver em tela cheia, na resolução máxima:

Um outro ganho importante dessa melhoria na teleobjetiva é que, vocês devem lembrar, é ela a câmera principal utilizada para fotos no Modo Retrato. Ou seja, você conseguirá capturar imagens melhores em ambientes com baixa luminosidade, e também com menos probabilidade de saírem tremidas.

Exemplos (clique/toque para ampliá-los):

iPhone 7 Plus à esquerda, iPhone X à direita.

iPhone 7 Plus à esquerda, iPhone X à direita.

É incrível como, após tantos anos de evolução das câmeras do iPhone, ainda estejamos vendo saltos tão significativos de um ano para o outro. E desta vez, vale notar, o iPhone X ficou com a maior pontuação do DxOMark entre todos os smartphones do mercado para fotos, perdendo um pouco na média geral pro Google Pixel 2 apenas pela sua performance em vídeos.

Câmera frontal

Este review certamente merece um tópico separado sobre a câmera frontal, mas eu gostaria de ter ficado tão empolgado com ela quanto vi em outros reviews por aí. Sendo bem direto ao ponto: melhorou, sim, mas ainda acho ruim.

Câmera frontal do iPhone X

Em termos de especificações técnicas, nada mudou na câmera em si: são 7 megapixels com abertura ƒ/2.2. O grande diferencial da câmera frontal, no iPhone X, é que ela está ali no meio do sistema TrueDepth. Ou seja, o aparelho consegue usar informações captadas pelos outros sensores utilizados pelo Face ID para não só melhorar as imagens, como também possibilitar, pela primeira vez, que tiremos selfies com Modo Retrato (e com o Modo Iluminação de Retrato, é claro) com um iPhone.

Alguns comparativos do iPhone 7 Plus pro X (observem, especificamente, as tonalidades de cores e o grande ruído presente nas fotos do 7 Plus):

iPhone 7 Plus à esquerda, iPhone X à direita.

iPhone 7 Plus à esquerda, iPhone X à direita.

Aqui, dois exemplos de selfies com o Modo Retrato — propositadamente, mostramos que no segundo a opção “Luz de Palco” do Modo Iluminação de Retrato não ficou legal, o que não é nada incomum de acontecer:

Modo Retrato com o iPhone X

Clique/toque nas imagens para ampliá-las.

Modo Retrato com o iPhone X

Clique/toque nas imagens para ampliá-las.

Eu não vou discordar com ninguém que a câmera frontal melhorou bastante, mas eu ainda acho a qualidade dela bem aquém de satisfatória. É muito prático poder se ver e se enquadrar certinho olhando para a tela na hora de bater uma foto, mas o resultado fica tão melhor com a câmera traseira que eu na maioria das vezes prefiro abrir mão disso.

Obviamente, se é para tirar uma selfie em Modo Retrato, aí não tem jeito: só usando a câmera frontal mesmo, porque ninguém tem um braço longo o suficiente para conseguir um bom enquadramento usando a teleobjetiva traseira. Aí, é só certificar-se de estar em um ambiente bem iluminado que você terá um resultado bem bacana.

Alto-falantes

Desde os iPhones 7/7 Plus, a Apple diz que seu smartphone conta com um sistema de alto-falantes estéreo. Como? Bom, ela passou a usar a própria saída de som acima da tela (a que colocamos na orelha) também para a reprodução multimídia, dando muito mais potência ao aparelho.

Eu já não tinha muito do que me queixar em relação a isso no ano passado, e ao que me parece a coisa ainda melhorou um pouquinho mais nesta nova geração de iPhones. A Apple conseguiu aumentar ligeiramente a potência e a qualidade desses alto-falantes, e milagrosamente até dar um certo grave a eles.

Obviamente, com a maravilha dos AirPods eu quase sempre assisto a vídeos no iPhone usando eles, mas quando não é o caso esses alto-falantes realmente não deixam a desejar. Não é mais preciso fazer aquele gesto de “concha” na parte inferior para direcionar o som e, na maioria das vezes, eu nem sequer deixo o volume no nível máximo.

Bateria

O pessoal da iFixit já nos mostrou que, em termos de capacidade, a bateria do iPhone X é a maior de todos os atuais: são 2.716mAh contra 2.691mAh do iPhone 8 Plus e 1.821mAh do iPhone 8. Ele, contudo, perde para o iPhone 7 Plus (2.900mAh) e pro 6s Plus (2.750mAh), que continuam à venda.

Na prática, a promessa oficial da Apple é que devemos obter, no iPhone X, uma autonomia “duas horas maior que a do iPhone 7” — um tanto subjetivo e curioso, ao mesmo tempo, considerando que a autonomia dos modelos “Plus” é sempre melhor.

Pois bem, na prática o que posso lhes dizer é que não senti nenhuma grande diferença, seja para mais ou para menos, em relação ao que já estava acostumado com ambos meus iPhones 7 Plus e 8 Plus — o que é ótimo, pois eu estava com medo diante da promessa da Apple. Deixo o aparelho recarregando na base sem fio da mophie, durante a noite, e uso ele tranquilamente durante todo o dia sem precisar recarregar.

iPhone X sobre uma base de recarga sem fio

Também não senti, no dia-a-dia, nenhuma grande diferença no tempo de recarga do iPhone X. Em teoria, ele deveria demorar até mais para carregar pois há mais capacidade na sua bateria.

Fizemos, tal como em nosso review do iPhone 8 Plus, testes comparativos do tempo de recarga do iPhone X usando todos os diferentes métodos possíveis hoje em dia: base sem fio (da mophie), adaptador de 5W incluso na caixa, adaptador de 12W do iPad, adaptador de 87W do MacBook Pro e cabos USB ligados ao MacBook Pro (tanto USB-A quanto USB-C). Eles já foram todos realizados com o smartphone atualizado pro iOS 11.2, que traz como uma das novidades suporte a uma recarga um pouco mais rápida em bases sem fio.

Eis o gráfico com o resultado:

Gráfico do teste de recarga da bateria do iPhone X

Comentários e conclusões que podemos tirar daí:

Também estou curioso para saber se a base AirPower, da Apple, oferecerá uma performance de recarga superior a essas que da mophie e da Belkin que já chegaram ao mercado. O grande diferencial dela será a possibilidade de recarregar o iPhone, o Apple Watch e os AirPods (com um novo estojo que ainda será lançado) simultaneamente, mas estou curioso para saber se a Apple guardou alguma carta na manga, nesse sentido. Saberemos em breve, quando o AirPower finalmente chegar ao mercado.

Base de recarga AirPower com iPhone X Plus, o Apple Watch Series 3 e o AirPods

Só é realmente vergonhoso a Apple finalmente incorporar suporte a recarga rápida em todos os últimos iPhones e continuar entregando-os com esse adaptadorzinho mequetrefe de 5W; um de 10-12W, dos iPads, já estaria de ótimo tamanho conforme podemos observar pelo gráfico acima.

Um aspecto curioso da autonomia da bateria do iPhone X é que há muitos fatores em jogo, aqui. Pensando só na tela, temos a tecnologia OLED para ajudar porém uma diagonal de 5,8 polegadas (a maior já vista num iPhone). Todavia, o que mais influencia no todo, na minha opinião, é o sistema TrueDepth. Imaginem o tanto de bateria que todos aqueles componentes devem consumir, considerando que são ativados e ficam “procurando” um rosto para autenticar cada vez que a tela do iPhone X é ligada durante o dia. Punk!

Performance, capacidades e conectividade

Se tem algo no iPhone que a Apple ainda está conseguindo deixar toda a indústria comendo poeira, é o seu processador. Nesta nova geração, todos são equipados com o chip A11 Bionic — e não é nem preciso olhar os benchmarks para saber que ele é sensacional.

Aliás, já tem alguns anos que donos de iPhones de última geração (quem tem a oportunidade de trocar todo ano, isto é) realmente não têm nada a se queixar em termos de performance. Eles são extremamente potentes e tudo no iOS flui lindamente, sem engasgos ou esperas. Não conheço nenhum app ou jogo que realmente consiga pôr o A11 Bionic para suar.

O A11 Bionic também é equipado com um coprocessador de movimentos M11 e ainda, pela primeira vez, com um “motor neural” destinado a aplicações que explorem inteligência artificial, aprendizado de máquina e afins — capaz, segundo a Apple, de realizar 600 bilhões de operações por segundo. Chupa essa manga!

Assim como os iPhones 7 Plus e 8 Plus, o X é equipado com 3GB de RAM. Embora haja no mercado smartphones com Android que têm o dobro ou até mais de memória, testes práticos mostram que a otimização do iOS ainda deixa a grande maioria deles no chinelo em termos de performance de abertura de apps e do retorno a eles sem que tenham que ser reabertos por completo.

Posto isso, devo dizer que minha experiência com esses 3GB de RAM no iPhone X tem sido um pouquinho pior do que eu estava acostumado nos iPhones 7 Plus e 8 Plus. Não sei se ainda é algo que a Apple precisa consertar no sistema ou um aspecto inerente do novo aparelho (quem sabe relacionado com o sistema TrueDepth), mas na prática tenho visto mais apps sendo reabertos e sites recarregados do zero, por exemplo, do que antes. Mas pode ser impressão minha.

Assim como nos iPhones 8/8 Plus, no X a Apple agora só oferece duas opções de capacidade: 64GB ou 256GB. Acho excelente, um ano depois de abandonar os 16GB, ela já ter abandonado também os 32GB — afinal, 64GB são mais que suficientes para a grande maioria das pessoas hoje em dia. Por outro lado, não oferecer um modelo intermediário de 128GB é claramente uma estratégia para forçar o consumidor indeciso a ir logo de 256GB — gastando mais por isso; faz parte.

Em termos de conectividade, temos no iPhone X tudo o que se pode esperar de um smartphone de 2017: Wi-Fi 802.11ac com MIMO, Bluetooth 5.0, 4G/LTE super-rápido (qualquer modelo funciona nas redes brasileiras), NFC, GPS/GLONASS/Galileo/QZSS, etc. Nada a comentar, aqui.

Cases e mais alguns vídeos

Como citei acima, estou usando o meu iPhone X sem capinha nenhuma. Mas comprei e testei, rapidamente, ambas as cases de couro e a nova Folio para ele. Confira a seguir nosso vídeo de unboxing delas:

As cases normais de couro e de silicone seguem o mesmo padrão da Apple, nos últimos anos. Foram, obviamente, apenas adaptadas para as dimensões do iPhone X e para o posicionamento vertical das câmeras traseiras.

Eu gosto de ambas as cases, mas passei o ano do iPhone 7 Plus com a de couro por preferir os botões físicos dela (não sei se são de plástico ou de alumínio, mesmo). Os da de silicone podem ser um pouco mais difíceis de apertar, em certos casos.

Case Folio do iPhone X de frente, aberta

Mas, obviamente, a grande novidade deste ano foi a nova case Folio pro iPhone X. A parte da capa em si é igualzinha à de couro, mas ela tem também uma parte frontal com compartimentos para cartões/documentos e, ao ser fechada, desliga a tela do iPhone automaticamente (provavelmente usando ímãs).

Eu pretendia usar a Folio por alguns dias para ver se me adaptava, mas não consegui ficar com ela por mais do que 1-2 horas. Ela é de muito boa qualidade e ter um compartimento assim é ótimo para quem quer sair às vezes só com o iPhone (sem carteira), mas a parte da frente fica meio “solta” e achei ela pouco prática, principalmente para tirar fotos. Não é para mim, mas é uma excelente capa para os desastrados de plantão.

A seguir, mais alguns vídeos aleatórios da nossa cobertura:

Conclusão

É muito comum eu escrever conclusões de reviews de iPhones falando algo meio óbvio: para quem está na geração imediatamente anterior, as novidades podem valer a pena e talvez justificar o investimento, mas no geral a recomendação de compra fica bem mais forte para quem está há duas ou mais gerações atrás.

Desta vez, é diferente — em muitos aspectos. O iPhone X é realmente um aparelho totalmente novo, e é um atual flagship da Apple tanto quanto são os iPhones 8/8 Plus. Eles não foram lançados juntos à toa, possuem propósitos e públicos-alvo distintos, definidos inclusive pelo próprio patamar de preços que ocupam.

iPhones X, 8 Plus e 8

O iPhone X é uma delícia de usar. É um aparelho bonito, rápido, moderno e muito capaz, com todas as últimas tecnologias que podemos sonhar num smartphone. Estou, até agora, comemorando o fato de poder de novo ter um modelo topo-de-linha que não seja um trambolho como os modelos “Plus”. Chegamos ao futuro.

Mas você gastará (muito) mais para ter esse novo form factor mais compacto, a tela OLED, o Face ID, a nova interface baseada em gestos, a lente teleobjetiva traseira que é superior e a câmera frontal com Modo Retrato. Porque são esses, na prática, os principais diferenciais do X pros iPhones 8/8 Plus.

Se vale isso tudo, é algo absurdamente relativo. Por um lado, eu fico “contente” de o meu trabalho me obrigar a investir todo ano no que há de mais novo em produtos Apple, mas, como citei num podcast recente nosso, me doeu bastante no bolso pagar o que paguei pelo iPhone X. É muito dinheiro e, por mais fantástico que seja o aparelho (porque é), é um valor que não se justifica para quem faz contas na hora de comprar um produto desses. Por outro lado, se você pode gastar o quanto for em gadgets assim, nem pense duas vezes.

Todo mundo sabe que a Apple é uma empresa que trabalha com margens de lucro folgadas em seus produtos, e é assim com os iPhones desde os primeiros modelos. Desta vez, contudo, adentramos novos patamares de preços nunca antes alcançados — inclusive nos Estados Unidos. Mas não foi só para engordar a margem: o iPhone X realmente utiliza uma série de componentes de última geração que encareceram o seu custo e, acima de tudo, a indústria mundial de displays simplesmente não tem hoje capacidade para atender à demanda que a Apple teria se incorporasse telas OLED em toda a linha de iPhones, de vez.

Isso tudo resultou na linha mais extensa de iPhones oficialmente à venda que já vimos até hoje. Se você ainda curte o tamanhozinho compacto dos iPhones de 4 polegadas, vá de SE; se quer um iPhone grande e com saída de 3,5mm para fones de ouvido, escolha o 6s; se busca um modelo ainda excelente porém não tão caro, sua opção é o 7; caso queira um iPhone de última geração mas não aceite o preço surreal do X, vá de 8; e se você quiser o top do top, coce os bolsos e agarre o X.

Nos Estados Unidos, estamos falando em partir de meros US$349 (mais taxas) pelo iPhone SE de 32GB indo até US$1.149 (mais taxas) pelo iPhone X de 256GB — com este valor, você consegue comprar três unidades do mais barato e ainda sobra troco pra capinha. Trazendo para a nossa realidade, vamos de R$1.999 (ou R$1.799,10, à vista) pelo iPhone SE de 32GB a inacreditáveis R$7.799 (ou R$7.019,10, à vista) pelo iPhone X de 256GB — aqui, quase dá para comprar quatro(!) do “mais barato” pelo valor do mais caro.

iPhone X sobre a sua caixa

Independentemente de que modelo de iPhone você comprar, receberá na caixa as mesmíssimas coisas: o aparelho, o manual com os adesivinhos da Maçã, EarPods (com conector de 3,5mm ou Lightning), um cabo de Lightning para USB-A e um adaptador de tomada de 5W. No caso dos iPhones 8, 8 Plus e X, acho estes dois últimos itens absurdos. Se a Apple está adotando USB-C com toda a força em seus Macs, como que não vende ainda iPhones com uma opção de cabo Lightning para USB-C na caixa? Melhor ainda: manda os dois cabos na caixa nesse período transitório, ou no mínimo um conversor. Quanto ao adaptador de 5W, eu já havia comentado antes quão vergonhoso é finalmente oferecer recarga rápida nos iPhones mas exigir a compra de um acessório à parte para usufruir disso; mais vergonhoso ainda, considerando que vários Androids já incluem em suas caixas um adaptador pronto para isso.

Vi gente por aí dizendo que, se fosse para cobrar o que cobra pelo iPhone X, a Apple devia ter incluído AirPods na caixa deles. Eu até adoraria isso, mas preciso discordar dessa reclamação específica. Se a Apple incluísse os AirPods na caixa do iPhone X, a diferença de preço dele pro iPhone 8 Plus simplesmente deixaria de existir e aí a estrutura da linha atual perderia o sentido. De novo: a Apple não colocou os iPhones X num patamar de preço superior só “por colocar”, e sim porque ela não conseguiria vender a quantidade de iPhones que vende todo trimestre frente à capacidade atual da indústria de lhe entregar o que precisa. Aos poucos, chegaremos lá.

Pois bem; se você está receoso com o recorte (notch), com o Face ID ou com a ausência do botão de Início, que são basicamente as três principais mudanças de paradigmas trazidas pelo iPhone X, não se preocupe. Você fará a transição e se adaptará num piscar de olhos. Mas, na dúvida, antes de comprar pegue um emprestado com alguém que você conheça ou visite uma Apple Store/revenda próxima para senti-lo de fato em suas mãos.

O iPhone X será lançado Brasil nesta sexta-feira, dia 8 de dezembro.

·   •   ·

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Logo do Rei do iPhone

Prós

  • Possivelmente o iPhone mais lindo já desenhado pela Apple;
  • Tela e câmeras fantásticas;
  • Face ID substituiu o Touch ID com primor.

Contras

  • Extremamente caro, mesmo nos Estados Unidos;
  • É mais frágil que modelos anteriores, por ser todo de vidro;
  • Não inclui adaptador para recarga rápida na caixa.
NOTA
9,5
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Comentários
  • Christian

    E o maior salto no preço também.

  • paulobr

    Ótimo review! Bem completo e direto ao ponto! Parabéns!

    Até concordo que esta foi o maior salto no iPhone, mas o salto do 3GS para o iPhone 4 fica bem próximo (se comparar o iPhone 7 Plus com o iPhone X 😉

  • Rodrigo Freitas

    Excelente! Vocês como sempre fazendo um ótimo trabalho. Parabéns, equipe Macmagazine!

  • Bruno Nascimento

    Review sensacional! Tenho o X há 3 semanas e também estou maravilhado com esse novo patamar de tecnologia que temos na palma da mão. Realmente a Apple se superou e nos entregou uma inovação que não entregava (dessa grandeza) há muito tempo. Parabéns pelo post.

  •  rrodrrigues

    Belo review.

  • Sandro Silva

    Baita review!! Parabéns a equipe MM. Concordo com o amigo abaixo, o salto do 3GS para o 4 também não fica para traz.

  • Guilherme

    Concordo também estou com o meu a 3 semanas e já tive todos desde o 3GS. E garanto, é caro, é um absurdo, é tudo isso sim! Mas entrega uma nova experiência em dispositivos móveis!! É um computador de uso pessoal! Abs,

  • Guilherme

    Parabéns a equipe. E tem algo que não sei se foi mencionado, mas diferentemente do iphone7, com o vidro ele fica menos escorregadio pra usar sem capinha. A experiência é ótima!! Aparelho do presente e do futuro.

  • Ciro Guedes

    Muito boa matéria grande, mais eu li tudo e gostei

  • Guilherme

    Alguém sabe como faz pra contratar apple care pra iphone X no brasil?

  • Ótima análise, como sempre! Parabéns Rafa e equipe do MM!

  • Igor Flores

    Deve ser muito bom, mas irreais os preços daqui. Para quem for comprar: Compre, mas não compre no Brasil, por favor.

  • Perceva

    E aí vem a Samsung com esse novo Samsung W2018 com abertura de lente de f.1/5.
    E sobre as imagens da câmera deu a impressão de que as primeiras duas lá do comparativo.
    Aquelas com a cadeira do lado da árvore.
    Parece que a do iPhone X ou não foi muito bem tirada ou tá invertido.
    Tive uma leve impressão de que a do iPhone 7 Plus ficou melhor.

  • lordtux

    Excelente review. Eu espero sinceramente que a tecnologia de tracking do Face ID evolua de forma a ela se tornar, ao lado do multitouch, a proxima forma de interação com o iOS, seria fantastico e tornaria o Aparelho mais incrivel ainda, quem sabe a Apple já não esta guardando isso para o iOS 12.

  • Marcos Tulio

    Gostaria de saber também

  • Edson Pinheiro de Oliveira

    https://uploads.disquscdn.com/images/d699109fea34cc1a9291d396a907afa35961b02ce55817f54ad3934aafb5cdf8.jpg Extra! Extra!
    Acabei de achar um protótipo de carro da Apple ao design de tela do iPhone X!

  • 199X KID

    pro review ter sido melhor era só adicionar umas selfies do Edu, rs

  • Marcos Tulio

    O AppleCare+ para o iPhone X, mencionado na matéria, eu só consigo comprar junto com o iPhone X? É que uma amiga minha comprou nos EUA pra mim. Ela chega semana que vem? Consigo comprar separado? Depois que li o review, vou me sentir seguro também em comprar uma cobertura.

  • Rogério

    Vou pegar meu Nespresso e começar e ler…

  • Wellington Agudá

    Estava lendo uns artigos pra faculdade, não levei tanto tempo quanto estou levando aqui. Vim ler os comentários, mas já volto a ler.

  • Fernando

    Valeu a pena aguardar o review! Muito bom.. mandei pra um colega que ta em dúvida entre o X e o 8.

    Eu também concordo muito que nos últimos anos os AirPods tinham sido o melhor produto Apple.. E agora o X veio pra brigar por esse posto.. não só pelo Face ID, mas pelo conjunto mesmo..

  • Vinicius Porto

    Eu li e queria fazer um comentário tão grande quanto o review, mas fui tudo tão minuciosamente pensado que, não desmerecendo outros reviews, esse foi o melhor que já li aqui, e eu não poderia adicionar nada aqui.

    Agora, estou muito ansioso pelos próximos comerciais do iPhone X. Lembro que comprei o 6s só pelos comerciais do 3D Touch. Pena que os preços só estão subindo…

  • Luciano Assunção

    Da pra comprar depois de um tempo sim, mas não depois de muito tempo. Eu havia questionado isso na loja quando me ofereceram e confirmaram que da pra comprar separado sim até um prazo X.

  • 60 dias

  • Maurinho

    Creio que à partir de amanhã, com a venda oficial (não pré-venda), será possível.

  • Não, o AppleCare+ não é vendido no Brasil. Dá para comprar, mas online nos Estados Unidos.

  • Rodrigo Guimarães

    Excelente review! A mais completa que li, inclusive dos sites internacionais. Parabéns! Macmagazine cada vez mais profissional!

  • Durval Valenca Filho

    Só dá pra comprar o AppleCare+ separadamente lá nos USA? Tentei ver no site americano da Apple e quando coloca AppleCare+ o site redireciona para o site brasileiro.

  • Durval Valenca Filho

    Não rola. quando vou colocar na sacola aparece essa mensagem: Some products in your bag require another product to be purchased. The
    required product was not found so the other products were removed.

  • Tenta por aqui:

    https://checkcoverage.apple.com/us/en

    Você vai digitar o serial do seu iPhone, ele vai verificar a eligibilidade e deve te dar um link para comprar.

    Na pior das hipóteses, dá para fazer também pelo telefone.

  • Bruno Martins Mendes Vieira

    So gostaria de saber, quem tem o iPhone X já se acostumou com os gestos ??

  • Victor Moreno

    no mesmo dia

  • Maurinho

    15 minutos depois, rs.

  • Maurinho

    Detalhe muito importante, o AppleCare+ não tem cobertura no Brasil, ou seja, se tiver o AppleCare+ tem que obrigatoriamente enviar o produto para um país que possua tal serviço, acabei de falar com o Bate Papo da Apple (que por sinal, já foi muito melhor).

  • E alguem consegue usar o X sem capinha e qdo vai digitar com o cel em cima da mesa e fica fazendo tec tec tec pq nao apoia por causa desse calombo da camera… Sério q ninguem se irrita com isso?

  • Te informaram errado. É atendido aqui, sim.

  • Vitor C

    Também achei esse calombo grotesco, mas parece que a maioria ignora.

  • Macgyver Freitas

    Não exagerou quando disse q seria o maior review

  • Vitor C

    O aparelho é excelente sim, para quer curte o iOS acho que seja a melhor opção já que o iPhone 8 na minha opinião tem uma estética bem defasada, além da tela e etc.
    Porém ao mesmo tempo em que acho o X ótimo não vejo nada demais nele, apenas seguiu o que a concorrência estava fazendo faz um tempo com excessão ao face ID.

  • Eu não desacreditei de você quando falou que conversou com uma atendente. Mas ela disse besteira, sim.

  • Maurinho

    Claro Rafael, sei que não desacreditou, mas postei para mostrar aos outros aqui a falta de preparo dos atendentes ultimamente por lá, reforçando a minha crítica em o bate-papo já ter sido muito melhor.

  • João Paulo Mesquita

    Eu e meu esposo fomos de 8 plus. Além do preço surreal por aqui, minha opinião é que as mudanças do X pra esses que compramos não justificam o preço maior. O 8 plus é um aparelho fantástico, e a câmera e bateria são excelentes!

  • Maurício

    Excelente resenha, muito obrigado MM!

  • Pulse Feuerharmel

    Quando pego o 8 Plus da minha esposa, naturalmente já saio fazendo gestos nele……. muito estranho…. kkkkkk

  • Pulse Feuerharmel

    Nesse link ele da a opção de comprar, mas na hora de selecionar o país não tem a opção do Brasil na hora da escolha do país onde foi comprado.

  • Parabéns pela dedicação em escrever este review, longo, porem, super completo.

  • Fábio Roberto de Araujo

    Rafael, me dá uma ajudinha amigo! Estou em Orlando e eu e minha família compramos 4 Iphones X. Ao irmos a Apple Store do Florida Mall para comprar película e case, o vendedor nos sugeriu que comprássemos o Apple Care+, por U$200,00 cada um, informando que vários brasileiros o compram. Informou que nos EUA, a compra do Apple Care+ permite, duas trocas de vidro por U$99,00, mas que tem conhecimento que no Brasil, não é cobrada nenhuma taxa e que em caso de acidente, o aparelho seria substituído, sem custo! é isso mesmo?!. Me dá uma ajudinha, porque fico aqui mais uma semana e estou super indeciso! Obrigado.

  • Marcos Tulio

    Então posso pagar os $199, no link da matéria, que vai funcionar aqui normalmente? O único problema que pede para adicionar o iPhone e minha amiga já comprou ele. Ela chega semana que vem.

  • fulvioramos

    resenha ótima… mas contrasta um pouco com as de outros sites… a do The Verge, por exemplo, me desanimou bastante… ninguém está falando que o FaceID é essa maravilha toda que o Rafael está dizendo…

  • Sim.

  • Sim, já ouvi isso. Não sei se já mudou, mas até pouco tempo atrás era assim.

  • Fábio Roberto de Araujo

    Mas desculpar-me o incômodo, Rafael… como funciona o Apple Care? Se o aparelho arranhar ou quebrar, a Apple “conserta”? Como é o critério para substituir o aparelho? Você poderia me dar maiores informações?

  • Anderson Silva

    Dizem que, se vc ficar na frente dele, ele te reconhece e não te atropela (ou te atropela, liga pro SAMU e passa tua ficha médica) 😛

  • Raphael k

    Experiência própria com 5 dias de uso:

    1) Melhor smartphone já feito (sim já tive outros modelos além de Apple, S8+ como exemplo);
    2) Vale o preço? Talvez sim. 100% com materiais de qualidade e tamanho perfeito;
    3) Tela. Que tela! Coloque seu S8 ao lado e verá a diferença. A Apple acertou em cheio na calibração!;
    4) Câmera. PQP não se compara nem a 30% de um 7+ (Sim era meu antecessor);
    5) Animoji. Essa porr* é divertida pra kct;
    6) Notch. Q notch? Pra mim o notch é a marca registrada do X. Ficou muito legal a interface e possibilidades lado-a-lado dele.

  • Raphael k

    Muito bom mesmo. 5 dias e já amando!

  • Raphael k

    Concordo 100%!

  • Raphael k

    Amanhã o lançamento por aqui, vai ter fila, será?

  • Raphael k

    Por experiência própria posso dizer que é sim cara.

  • Raphael k

    eu sim e botei uma capa. A câmera deixa ele na diagonal sem capa na mesa.

  • Raphael k

    sim, e é tipo:

    Qual o sentido de ter um botão no celular?

  • Raphael k

    migrei do 7+ pro X e vou te falar, não tem a menor comparação.

  • Nunca tive um problema. O recurso de “exigir atenção” que vc habilita nas configurações o torna ainda mais seguro.

    Faz com que o Face ID não desbloqueie de olhos fechados e etc.

    https://uploads.disquscdn.com/images/d99e4e19278b2933b533c3bb4df0a440c64e17ee34b834c127e2a6af14bf89ba.jpg

  • Cara… é sim, é muito simples! Já estou com ele desde o lançamento, e posso dizer que falhou 2 ou 3 vezes até esse momento que estou escrevendo. O FaceID é bom sim!

  • Bruno Martins Mendes Vieira

    O meu moto g5s tem o estilo de gestos quase igual, eu também fico nessa, “mano, pra que botão?” É muito mais prático

  • Raphael k

    Total, não faz sentido mesmo!

  • Thiago Bolzani

    E acho que tem que verificar o aparelho na loja, não? Outra coisa, alguém sabe quanto custa para por exemplo trocar a tela do iX aqui no Brasil quando se tem o Apple Care?

  • Dá para fazer online, eles rodam um diagnóstico remoto.

  • Fábio Roberto de Araujo

    Mas então, considerando possíveis arranhões na tela, já habilitaria uma troca? É isto? E assim não haveria necessidade de case e protetor de tela! Esta seria a ideia?

  • defs

    Alguém aqui está com iPhone X dando problema das linhas verdes na tela? Estou com o meu desde 17/11 e ontem 06/12 apareceu o problema… Vou tentar levar na Apple sábado. Alguém mais?

  • Arnon Rodrigues

    Me tirem uma duvida, por favor. No comparativo de carregamento está “carregador do iPad (12W)”. No App Apple Store eu só eu encontrei “carregador do iPad (10W)”.
    https://store.apple.com/xc/product/MC359BZ/B

    Existem mesmo esses dois modelos de carregadores pra iPad?

  • Sim, nos Estados Unidos os iPads vêm com carregadores de 12W. Aqui no Brasil, 10W.

    Não me pergunte por que.

  • Em teoria não precisa nem nada, se você quiser, paga US$29 e troca a tela. Mas só pode fazer isso duas vezes na vigência do AppleCare+.

  • Fábio Roberto de Araujo

    Valeu demais pelas informações! Parece ser um bom negócio! Acho que farei! Obrigado e parabéns pelas valiosas informações que passam neste canal!!

  • Guilherme

    Cara, eles não lançaram esse iphone por acaso, tem mt pesquisa por trás. é super intuitivo até uma ameba se acostuma em 10 min. Super satifeito! abs,

  • Douglas da Cunha Knewitz

    Eu tenho um 7plus, (sei que já é antigo, mas me atende muito bem) e até tenho vontade de ter o X, mas me sentiria mal comprado algo que parece ser inferior (talvez pelo tamanho ser menor me passe essa visão). Agora se ela lançar uma verão Plus, dai eu troco de olhos fechados. Eu achei o salto da câmera bem morno, não justifica uma compra baseada nisso pra mim.

  • Thiago Bolzani

    obrigado!

  • Bruno

    Rafael, review impecável, Parabéns!
    Só fiquei injuriado com o conceito da bateria que tem no review… como a Apple não pensou nisso? Ficou hiper Apple Like uma vez que ela eliminou as bolinhas do sinal… uma pena que não veremos algo diferente até o iOS 12, a Apple não costuma dar o braço a torcer… e nós ficamos sem a % da bateria que faz muita falta 🙁

  • Pulse Feuerharmel

    Se puder me dar uma dica de como fazer pra comprar o AppleCare+, pois estou no Brasil, pelo link que foi colocado ali, colocando o serial do aparelho ele até abre a opção de fazer a compra, mas aí que está minha dúvida, como eu faço a partir daí pra continuar a compra, visto que não tem a opção “Brasil” e sendo assim eu não conseguiria prosseguir para conclusão, grato.
    PS: tentei postar as imagens pelo aap da MM no X mas a opção “publicar” fica sobreposta so de fazer o up das imagens, consigo fazer só pelo PC. https://uploads.disquscdn.com/images/8eba0a1571be09aaed1deca5fcc3cc035a41e344bf4b3e6ed3d3d6f4a531e1df.jpg https://uploads.disquscdn.com/images/018e6736ef35eb99c0533c6e3701c7a0987e9d8f975caf7722090e185a9e2d68.jpg

  • Tem que comprar como se fosse dos Estados Unidos, mesmo.

  • Pulse Feuerharmel

    Parabéns, extenso pra caramba, mas muito completo, completamente esclarecedor, não consegui ler de uma só vez, separei em três momentos, vc está de parabéns assim como a MM, abraço.

  • Pulse Feuerharmel

    Confesso que também prefito as bolinhas como identificação da intensidade do sinal da operadora, e juro que estou tentando me acostumar com a não visualização da porcentagem da bateria, dessa forma, “estimamos” o percentual, ou, puxamos a central mesmo!!!! kkkkkkk

  • Bruno

    O que é extremamente cansativo… para tentar remediar, eu ativei o widget de bateria, eh mais fácil puxar a tela para a esquerda do que alcançar a central de controle… vamos torcer para que adotem algum conceito similar a este do Review, % faz muita falta.

  • Pulse Feuerharmel

    Não acho que seja antigo, poderia citar o 6/6P, que já não estão mais na loja, porém o 7/7P recomendo e muito pra quem quer investir menos e não é maníaco por lançamento, ótimo aparelho.
    PS: A experiência com o X é incrível, só usando pra saber.

  • Teodoro

    @rfischmann:disqus Coloque o artigo na área de destaque na página inicial, quase passei despercebido por ele. Ainda não li, quando sai a sinopse? kkkk. Guardei pra ler depois.

  • Claudio Guerra

    Rafael,
    Em primeiro lugar, parabéns pelo texto muito bem explicado e detalhado sobre o iPhone X.
    Em segundo lugar, não quero ser convencido, mas, mesmo antes de ler o seu texto, eu já sabia que o iPhone X já nasceu ser o melhor e superar todos os iPhones já feitos anteriormente.
    Em terceiro lugar, acredito que esse iPhone com tela “totalmente sem botões” já foi dito por Steve Jobs há muito tempo.
    Realmente levou tempo para ser desenvolvido e agora bem aprimorado.
    Acredito também que todas as novas gerações do iPhone a partir de agora serão baseadas no X.
    Só há dois “porém”: preço (bem) alto e vidro traseiro.
    Parabéns aos todos os envolvidos.
    Abraços.
    Cláudio Guerra

  • Estava lá no topo, mas caiu devido a novos artigos em destaque. Amanhã eu troco o podcast, que tá fixo, por ele.

    Valeu! Hehe.

  • Ajustes

    Minha geladeira, meu modem e várias outras coisas têm esse design também. Comecei a ver o iPhone X em todos os lugares.

  • Lucas Henrique

    Uma pena acreditarem no Antutu.

  • Lucas Henrique

    antigo onde?

  • Hades666

    “Maior salto de smartphone da Apple” tbem concordo. Pena que outros fabricantes fizeram melhor sua lição de casa.

  • Pulse Feuerharmel

    Qual devemos usar para nos basear na medição de hardware/software então, mestre? Nos digo o caminho da luz, não guarde a sabedoria só ata vc…..

  • iRon

    Excelente review Rafael, se não fosse esse preço absurdo no Brasil, com certeza teriam filas quilométricas!
    Comprei o meu de fora, no Brasil não dá mais!

  • Tem que estar num app que suporte o modo paisagem.

  • Pulse Feuerharmel

    Legal, obrigado…

  • iRon

    Esse Notch eu tinha certeza que ia me incomodar mais. Quando vi de perto me impressionei o quanto ele é menor do que eu imaginava! Não me incomodou em nada.
    Capas da Apple não uso mais por um bom tempo. A transparente ficou muuuito melhor, mantendo a segurança e deixando o belo design aparecer.
    Achei que o Face ID seria uma firula feita para obsolescência programada do Touch ID que gostava muito, mas confesso que me acostumei rápido. Sou ciclista e mesmo com capacete e óculos polarizado, o celular desbloqueia de prima. Não tem como não gostar.

  • Pulse Feuerharmel

    Verdade sobre o notch, mas o que mais me preocupou foi a protuberância da câmera traseira, que parecia ser bem maior do que realmente é, confesso que foi um alívio ela não ser tão “saltada” quanto pareceu, pq com certeza iria me incomodar…

  • Douglas da Cunha Knewitz

    Se já tem o 8 e o X, o 7 se torna antigo.

  • Hades666

    Excelente artigo Rafael, parabéns!!!!
    Não vejo como um grande salto, apenas como uma necessidade de mercado que Apple já estava ficando para trás, vejo ainda esse iPhoneX como um protótipo que talvez fique melhor nas futuras versões, otimismo nessa hora…..

  • Lucas Henrique

    uééééé

  • Lucas Henrique

    Testes lado a lado. O Antutu ja foi comprado. Da pra confiar em empresas q ja foi comprada pra beneficiar marca x?

  • Bruno

    Isso daria um post, tem uma galera com duvida… acho que pelo X custar tão caro, vai ser o telefone com mais aquisições do AppleCare+.

  • Pulse Feuerharmel

    Sim, entendo, então pra mim fica ainda mais claro, visto que amigos tem o S8, S8+ e o Note 8, em uso normal não deu nem pra saída de nenhum, Note 8 ficou mais perto, mas em multitarefa, retorno à após e em qualquer função básica, na prática ao lado deles, meu X ficou à frente em 85% das tarefas normais e nos testes de abertura de apps, então concordo com vc, mas com base em software, continuo usando o Antutu para medir o desempenho, visto que meu X fez 215.937pts, se souber de outro software para testarmos gostaria de conhecer tb, abraço.

  • Alexandre

    Rafael, Comprei meu aparelho em Londres. Preciso comprar o Apple Care de lá então? Ou posso comprar na loja americana que sai mais barato? Ah. Parabéns pelo review. Excelente. Estão de parabéns.

  • Lucas Henrique

    Exato, é isso que eu gosto e o que eu quis dizer. Sendo que eu ainda não vi, Smartphone mais rapido que o Xperia XZ PREMIUM em speed test. Se vc achar algum video no qual ele perde, eu gostaria de ver.

  • Pulse Feuerharmel

    Aparelho muito bom, com especificações bem parecidas ou até inferior em relação aos que citei, exceto a densidade insana da tela, mas eu particularmente não tenho a Sony como uma referência no quesito Samrtphone…

  • Marcus

    O que eu queria mesmo era a possibilidade de usar o X por 1 mês antes da compra. Pq eu leio relatos de gente adorando o aparelho, mas a informação que eu quero é: esse é aparelho é quase duas vezes melhor que os maiores concorrentes? Porque o preço é quase isso. Se com 1000 dólares eu compro um aparelho com tecnologias quase iguais, um PS4 e mais alguns jogos, por exemplo, o iPhone X teria que me entregar algo realmente mágico pra valer a pena.

  • Creio que você possa comprar na americana, sim.

  • Marcos Escocard

    Primeiro parabenizar o Rafael pelo belíssimo Review, realmente um trabalho digno de aplausos. Em segundo contar da minha experiência com o Iphone X. Confesso que tive muitas dúvidas de trocar o meu 7 pelo X. Hoje, depois de 1 mês de uso posso afirmar com toda segurança que é uma jóia de celular. Para mim vale o que é cobrado, sem entrar no mérito se todos terão acesso ou não. Aconselho a todos meus amigos que me questionam para que comprem de olhos fechados. Optei pelo silver apenas pelas bordas cromadas que achei fantástico, sem falar no acabamento. Esse iphone realmente inaugura uma nova era.

  • Alexandre

    Valeu.

  • Priscilla Mansur

    Excelente review!!
    Mas realmente por esse preço, vou seguindo feliz com meu iPhone 8 Plus.

  • Priscilla Mansur

    Só consegui achar hoje pela busca do site.

  • Alexandre

    Infelizmente compra nao finaliza. Coloquei um billing address americano, como já fiz ao comprar meu Apple Watch ano passado e ele nao completa o processo. Manda tentar mais tarde ou entrar em contato com a apple. Alguma dica?

  • Antonio Peregrino

    Perfeitíssimo. Parabéns Rafa, parabéns Edu e parabéns Breno. MM de primeira!!!

  • helderlima

    Excelente review, Rafael. Eu só faria um pequeno acréscimo: o maior gasto de bateria se justifica não apenas pela ativação do sistema Truedepth para desbloquear o iPhone, mas talvez (principalmente) pelo recurso de monitoramento constante do rosto a fim de não desligar a tela enquanto olhamos para ela.

  • Lee

    Verdade e nem sei como conseguiram fazer a bateria durar 19,5 horas (teste da Cosumer Reports) com esse recurso ativo o tempo todo. Acho que isso deveria ser destacado no review.

  • Wilan

    Como já tinha visto as analises “picadas” de vocês sobre o X, parei para ler o review completo apenas agora, e só tenho que parabenizar pela escrita, não cabsa a leitura e aborda desde os leitores que querem informações mais superficiais até aqueles que querem mais informações técnicas. Parabéns pelo texto.

  • Paul

    Nda muito a ver com o review em si, mas é inacreditável que a Samsung, pela 1ª vez, conseguiu fazer um design próprio e mais bonito que o do flagship da Apple(praticamente uma unanimidade entre o pessoal).
    Mas esse “Notch” é uma sacada de marketing ótima: O celular realmente se difere dos outros e já criou uma identidade própria(talvez, esse tenha sido o objetivo principal da Apple para ñ se aproximar muito do design da Samsung e de outros concorrentes, já que estão todos bem ”parecidos”). No mais, ótimo review.

  • Só queria entender pra quê serviu a pré-venda do iPhoneX no Brasil. Fiz a pre-compra semana passada na FastShop e me informaram que vão entregar no dia 18!
    Se eu não tivesse feito a pré-compra e fosse hoje numa loja já estaria com o aparelho em mãos…
    Only in .br …. #fail

  • João Gurgel

    Widget que mostrava as baterias sumiu?

  • Lucas Mateus

    Por experiencia posso dizer, Face ID é ótimo simmmm

  • Jonatas

    Meu único receio com o iPhone X é que estou muito acostumado a ter uma excelente autonomia de bateria utilizando a Smart Battery Case no iPhone 7 e agora não existe a disponibilidade deste acessório para o X….


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