Tim Cook, “o subestimado”, alcança o quinto lugar na lista Recode 100


Não é novidade que a Apple apareça sempre em rankings não somente enquanto empresa, mas também com seus produtos e executivos. Existem listas anuais e populares que sempre cobrimos aqui no MacMagazine, há muitos anos.

E parece que, neste fim de 2017, além de a Maçã aparecer nos rankings rotineiros, ela está dentro de uma lista que acaba de ser inaugurada: a The Recode 100, um ranking das “pessoas em tecnologia e negócios que realmente criaram o maior impacto neste ano”.

Nosso objetivo era encontrar as pessoas que mais arrasaram em 2017 — os líderes, iniciadores de movimento, engenheiros, negociadores e criativos que foram os mais produtivos e inovadores nas indústrias que abordamos — principalmente em tecnologia, mídia e comércio, mas também algumas de nossas novas áreas de foco como transporte, política e robótica.

Tim Cook Recode 100

Com o título “Tim Cook é oficialmente subestimado” é que o CEO da Apple aparece em quinto lugar nessa lista. De fato, uma posição bastante honrosa para quem analisa 100 personalidades.

Nós que acompanhamos de perto o mundo da tecnologia — principalmente o da Apple — sabemos que as expectativas em cima da Maçã são bem grandes, e muito disso pelo padrão tão alto que Steve Jobs conseguiu colocar. Padrão este que Cook precisou manter e cuidar com carinho, quando tomou o lugar do falecido CEO da Apple seis anos atrás.

Mas de acordo com o Recode, a “Era Cook” está longe de ser o fracasso que muito ouvimos falar nos comentários ou fóruns por aí: depois de as vendas caírem em 2016, a Apple se recuperou muito bem e agora conquistou quatro trimestres consecutivos de bons resultados — isso sem contar com o tão esperado iPhone X. Com o novo aparelho, é esperado que a Maçã alcance US$238 bilhões em vendas em 2017 (US$20 bilhões a mais do que no ano anterior). E, se você acha pouco, US$20 bilhões eram basicamente as vendas do ano inteiro da empresa há uma década, quando o primeiro iPhone foi lançado.

O Recode também fez questão de citar as contribuições de Cook em realidade aumentada, no tal projeto de carros autônomos do qual não temos informações detalhadas e também por seus posicionamentos sociais, promovendo sempre igualdade, imigração, educação e meio ambiente.

Tim Cook com "One more thing…"

Acima de tudo, porém, foi preciso dar destaque aos produtos que surgiram sob a responsabilidade do CEO:

“Mas o iPhone era a visão de Steve”, você pode dizer. E a Apple de Tim?

O Apple Watch, o primeiro grande produto novo lançado sob a era Cook, tornou-se silenciosamente um grande sucesso. Os AirPods são incríveis e excitantes. Juntos, eles formam uma linha portátil que possui muitas aplicações interessantes, principalmente em fitness e medicina.

É claro que nem tudo são flores: também vimos alguns problemas como o atraso do lançamento do HomePod, bugs de software “vergonhosos” e a admissão de que o Mac Pro precisava ser repensado. Mas mesmo depois disso tudo, a Apple teve um ótimo ano.

No ranking, Cook ficou atrás apenas de quatro personalidades: em quarto, Mark Zuckerberg e o modo como “modificou a maneira como lemos notícias”; em terceiro, as três pessoas responsáveis por expor as histórias de assédio sexual de Harvey Weinstein (Megan Twohey, Jodi Kantor e Ronan Farrow); em segundo, vemos a mulher responsável por trazer à tona o ambiente tóxico na Uber (Susan Fowler); e, em primeiríssimo lugar, Jeff Bezos e a maneira como “preparou a Amazon para dominar a próxima década”.

via 9to5Mac

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