Apple, LG e Valve investem US$10 milhões em tecnologia OLED para microdisplays [atualizado: negado]

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Os rumores de um novo hardware da Apple para realidade aumentada acabam de ficar ainda mais quentes.

Isso porque a CNET divulgou que a Maçã se juntou à LG e à Valve para fazer um investimento de gordos US$10,6 milhões em uma pequena empresa chamada eMagin, que cria microdisplays OLED1.

A pequena empresa, que normalmente fabricava suas telas para serem usadas por militares, médicos ou em áreas industriais, recentemente está também de olho em empresas que estejam construindo algum tipo de headset para consumidores domésticos. Atualmente seu principal produto é uma tela 2K, com resolução de 2048×2048 pixels.

Em um documento da Comissão de Títulos e Câmbio dos Estados Unidos (U.S. Securities and Exchange Commission, ou SEC), a eMagin afirmou que iniciou acordos estratégicos com várias empresas para desenvolver os microdisplays que serão utilizados em headsets AR/VR e, então, negociarem a produção em massa com as fabricantes.

O investimento só prova que há um interesse bastante grande tanto por parte da LG e da Valve (que estão focadas em headsets de realidade virtual) quanto da Apple — rumores sugerem que a Maçã está desenvolvendo um produto (cujo codinome é T288) para abrigar principalmente esforços de realidade aumentada.

Que venha nosso óculos de AR com a Maçãzinha que amamos! 😜

Atualização, por Eduardo Marques 12/02/2018 às 20:57

O diretor financeiro da eMagin, Jeffrey Lucas, disse que a Apple não investiu na empresa, contrariando o documento enviado à SEC que menciona a Maçã. Segundo a declaração da empresa, os autores da notícia interpretaram erroneamente a informação de que Apple, LG e Valve teriam participado de uma rodada de investimentos encerrada no dia 29 de janeiro de 2018. A informação, contudo, não é verdadeira e as empresas não fizeram nenhuma oferta.

De acordo com o TechCrunch, uma fonte bem próxima à Apple confirmou que a empresa não investiu na eMagin, que viu as suas ações subirem mais de 17% por conta da notícia — fazendo a empresa valer US$59 milhões, um incremento de quase US$10 milhões se considerarmos o antigo valor.

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