Investindo pesado, empresa de Warren Buffett acumula mais de 240 milhões de ações da Apple


É uma companhia inacreditável. Se você reparar, eu acho que a empresa lucra o dobro do que a segunda companhia mais lucrativa dos Estados Unidos.

Maior acionista da empresa americana Berkshire Hathaway, o investidor e filantropo Warren Buffett possui um interesse assumido na Apple. Durante uma entrevista dada à CNBC, Buffett citou que estabilidade da empresa e a possibilidade de enxergar, a qualquer momento, a importância da companhia no mercado são os motivadores para ele apostar (tanto) na gigante de Cupertino.

Ainda nesta semana, o investidor americano confirmou a compra de mais 75 milhões de papéis da Apple. Com a nova aquisição, a Berkshire Hathaway soma hoje incríveis 240,3 milhões de ações da Maçã que equivalem, na cotação atual, a US$42 bilhões!

Ainda durante a entrevista para a CNBC, Buffett descreveu a performance da Apple como espetacular: “É uma companhia inacreditável. Se você reparar, eu acho que a empresa lucra o dobro do que a segunda companhia mais lucrativa dos Estados Unidos.”

Apesar de recente, a última aquisição de Buffett ocorreu antes da divulgação dos resultados do segundo trimestre fiscal da Maçã, quando os rumores tratavam acerca de uma possível baixa na produção do iPhone X — decorrente de uma suposta queda nas venda do produto. Não obstante, a Apple provou o contrário, indicando que o modelo flagship foi o mais popular durante todo o FQ2 2018.

Buffett declarou que não fazia sentido se basear nesses rumores:

A ideia de perder tempo especulando quantos iPhones X serão vendidos em um período de três meses faz você perder todo o objetivo, é como se preocupar com as vendas de BlackBerry há dez anos.

O investidor, no entanto, não foi sempre um fiel acionista da Maçã; em 2011, Buffett acreditava ser difícil prever a prospecção da companhia a longo prazo. Em 2016, ele investiu cerca de US$1 bilhão em ações da empresa e explicou a mudança dizendo que não via mais a Apple como uma companhia de tecnologia, mas sim como uma marca de consumo. Em 2017, vendeu cerca 90% das suas ações da IBM para se focar na Maçã.

via 9to5Mac

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