Possível benchmark revela novo MacBook Pro com chip de 28W da Intel

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Recentemente, comentamos um suposto benchmark que revelou algumas características interessantes de um dos possíveis modelos de iPhones que serão lançados neste ano.

Agora, benchmarks de um possível novo MacBook Pro, obtidos através do Geekbench, indicam que o próximo notebook da Maçã será equipado com a última geração de chips da Intel, da microarquitetura chamada “Coffee Lake”.

Possível benchmark de novo MacBook Pro

Sob a denominação MacBookPro15,2, é possível que o MacBook descrito seja o de 13″, já que esse modelo do ano passado recebeu a denominação MacBookPro14,2.

Os resultados do benchmark indicam que o notebook deverá contar com o novo processador da Intel Core i7-8559U (quad-core). Além disso, a frequência de base da CPU1 é de 2,7GHz (com Turbo Boost de até 4,5GHz) e pode operar até 28W, uma característica incrível das CPUs de série U da Intel.

As pontuações do suposto novo MacBook Pro também surpreenderam em um dos testes. O notebook alcançou 4.448 pontos no teste de núcleo único e 16.607 no de múltiplos núcleos. Em comparação com resultados obtidos pela Primate Labs — desenvolvedora do Geekbench — para o MacBook Pro de 13″ de 2017, as velocidades médias são de 4.600 em núcleo único e de 9.500 em múltiplos núcleos.

O benchmark indica, também, que o dispositivo possui 16GB de RAM LPDDR3 de 2.133MHz — a mesma opção do MacBook Pro de 15″ de 2017, porém com o dobro de capacidade do atual modelo de 13″. Com isso, fica a indagação: será que a Apple dobrará a capacidade da memória nativa dos novos notebooks?

Outro ponto interessante do benchmark é que a versão do macOS que está rodando na máquina é a 10.13.6, compilação 17G2110, que é próxima da última versão do High Sierra — e não do Mojave —, lançada para desenvolvedores. Isso indica que a Apple pode estar planejando lançar os novos MacBooks antes da versão final do Mojave, previsto para meados/final de setembro.

Não é possível confiar catolicamente nos resultados apresentados uma vez que, hoje em dia, é fácil simular ou falsificar resultados como esse. Além disso, o dispositivo pode ser um protótipo ou híbrido de testes, criado para experimentos internos. O tempo dirá.

via Cult of Mac

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