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O quê que eu falei?

Notícia de capa hoje no Macworld UK: Some MacBook Pro logic boards upgraded. A matéria afirma que a Apple está, de fato, trocando algumas placas lógicas de MacBooks Pro que apresentaram problemas, em sua primeira geração. Apesar de indicar que as novas placas oferecem “funcionalidade equivalente” às originais, elas pedem pelo menos a versão 10.4.6 do Tiger para funcionar.

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É inegável que a Apple — e incluo neste grupo também IBM, HP, Toshiba etc. — é uma empresa que se preocupa fundamentalmente com a qualidade de seus produtos como um todo, e certamente escolhe à dedo cada um dos componentes que entrarão em seus produtos, além de realizar intensos testes de usabilidade com todos eles antes de colocá-los no mercado.

Porém, tecnologia é algo muito relativo, e problemas técnicos com eletrônicos acontecem — são bastante comuns. Pode ser que muitos deles só se manifestem após alguns meses de uso do produto, e estes a Apple nem nenhuma das outras companhias podem prever. Todavia, é obrigação destas oferecer soluções para os clientes, tais como a empresa da maçã está fazendo, através dos seus canais de serviço autorizados.

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É verdade também que versões 1.0 de produtos de hardware oferecem sempre mais falhas que novas versões. Ao contrário dos softwares, não podemos simplesmente ir ao site do fabricante e baixar uma versão nova memória RAM para o computador, que corrigiria os problemas da anterior. Hardware é hardware; se o problema for grave, como esses ocorridos com alguns modelos do MacBook Pro, os componentes terão que ser substituídos, mas mesmo assim é um processo bem mais desgastante e demorado para o consumidor do que uma mera atualização de software.

Na tentativa de evitar ao máximo dores de cabeça como estas, não compro e não recomendo que ninguém compre um produto 1.0. O MacBook é um deles. O MacBook Pro também. Aliás, arrisco dizer que todos os Macs atuais são, porque acabaram de migrar de plataforma. Porém, posso afirmar também que o Mac Pro seria um dos produtos menos vulneráveis à esse tipo de coisa, já que foi o último Mac a passar pela transição. O iPod, por sua vez, não é de jeito nenhum um produto 1.0, ele já está bastante sólido, pelo menos na sua forma atual.

Os rumores da vez indicam que ainda em setembro veremos updates nos MacBooks Pro — que, pasmem, já estão aí desde janeiro! Eles deverão ganhar ainda mais performance e a possibilidade de rodar aplicativos 64-bit com a implementação dos processadores Core 2 Duo, e deverão abrir um gap de características técnicas com relação aos MacBooks — o que faz extremo sentido. Quando estes forem lançados, se o meu bolso permitir, não hesitarei em bater o martelo.

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