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Resenha: iPod touch

Para quem não tem iPhone, a solução de um iPod com funções de computador em tamanho confortavelmente pequeno e tela táctil acaba sendo o iPod touch. Brinquedo da Apple lançado há pouco tempo, esse computador pessoal – quase posso chamar assim – com 8 ou 16GB de capacidade, já é realidade para alguns.

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Caixa do iPod touch

A seguir, uma breve descrição do que o iPod touch é capaz, além do link para fotos.

A primeira coisa que espanta, depois de tirá-lo da caixa e sem considerar seu preço, é a espessura. Parece que vai quebrar na nossa mão, de tão fino. Na verdade, ainda poderia ser um pouco mais fino, apesar de que daria um aspecto meio estranho ao iPod. Não é muito leve: a tela sensível ao toque faz com que o conjunto pese pouco menos que um iPod classic de 80GB. Aliás, a tela não parece ter qualidade pior que a do iPhone, nem para ver vídeos. Se bem que, confesso, foi mais difícil conseguir tirar uma boa foto do iPod touch mostrando um vídeo, se comparado a quando ele está com alguma foto aberta, ou simplesmente na tela inicial. Nada que um pouco de bom senso não resolva.

A sensibilidade do toque é incrível, apenas encostar o dedo na tela já faz com que o aparelho reaja com algum comando. Não é preciso apertar com mais ou menos força. Outra coisa que gostei, em relação ao que vi quando peguei em um iPhone pela primeira vez, foi o teclado, mais preciso, digamos que até menos “nervoso”. Acredito que isso possa ser fruto do firmware atual do iPod touch, e é bem possível que, depois de atualizado, o iPhone já esteja com resposta ao toque mais precisa. Entretanto, o certo é que ninguém deveria usar o polegar para escrever nada naquele teclado, a não ser quando o iPod está na horizontal: dessa maneira, as teclas virtuais ficam mais largas, e a digitação melhora incrivelmente.

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Se ao digitar um endereço ou qualquer outra palavra, você se esquece de alguma letra, ou erra no meio do texto, basta ir com o dedo sobre o ponto que necessita correção, esperar um ou dois segundos, e uma lupa aparece com um cursor, indicando onde você irá editar o texto. Isso justifica a falta de setas para mover-se pelo que se escreve, apesar de que ainda me dá um pouco de saudades do mouse nesses momentos.

Eu chamei o iPod touch de computador pessoal, basicamente, por um motivo: sua capacidade de conectar à Internet via rede sem fios. Ter um desses é poder ir a qualquer lugar sem precisar levar um computador portátil para se conectar, pois rapidamente se configura a conexão wireless e, uma vez autenticado, o iPod touch já permite que o Safari navegue sem problemas. Contudo, acredito que a Apple poderia ter posto alguma opção para visualizar a senha da rede enquanto ela é introduzida, já que, com um teclado virtual daqueles – que na tela de configuração tem que ser usado na vertical, e isso significa teclas mais estreitas – fica muito fácil digitar a letra errada, ou até duas ao mesmo tempo. Errar no meio de uma senha de 18 caracteres aleatórios pode significar uns dois minutos perdidos na vida, e o tempo é precioso para muitos.

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Com o lançamento de programas para o modelo touch, esse iPod tem tudo para ser um sucesso de vendas na história da Apple. Agora, uma conexão Bluetooth não seria má idéia. Quanto mais wireless, melhor, e precisar de um cabo para sincronizar dados e afins é ainda um pequeno obstáculo que deveria ser superado de alguma maneira. Enfim, isso não importa nada. Garanto que qualquer um que experimente o novo brinquedo da Apple – esse sim, sem limitações regionais, como é o caso do iPhone – vai gostar bastante.

Escrever é bom, mas já que eu praticamente não pus nenhuma imagem aqui, que tal ver o iPod touch em ação? Confiram no meu Web Gallery.

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