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CDs e DVDs: por que ainda são deste tamanho?

Ao acompanhar a evolução da tecnologia nos últimos anos, vi coisas que hoje são consideradas gigantes: disquetes de 5”1/4, discos rígidos Bigfoot da Quantum de 5,25” (veja um desmontado aqui), os gabinetes eram monstruosos, o primeiro celular pesava quase 1 quilo e por aí vai.

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A miniaturização tornou possível, por exemplo, andarmos por aí com 160GB em um iPod classic. O primeiro, de 1956, era da IBM, possuía 50 pratos de 61 centímetros de diâmetro que giravam a 1200RPM e, pasmem, tinha a capacidade de 5MB. Só para se ter uma idéia, o primeiro HD a ter 1GB de capacidade foi o IBM 3380, de 1980: pesava 250 quilos e custava 40.000 dólares.

CD logoTudo diminuiu, tudo ficou mais leve, mas e o nosso amigo CD? Criado em 1982 pela Philips e Sony, este formato sofreu diversas mudanças para se adaptar à evolução da tecnologia (CD-ROM, CD-R, CD+R, CD+RW, CD-Text e muitos outros que podem ser vistos aqui), mas sempre com 120 milímetros de diâmetro — ou 80 na versão “baby”.

As trilhas muito próximas umas das outras na superfície de leitura do CD fazem a luz se refratar e mostar todo espectro de cor visível

As trilhas muito próximas umas das outras na superfície de leitura do CD fazem a luz se refratar e mostrar todo espectro de cor visível

Este tamanho foi continuado no DVD e, mais recentemente, no Blu-ray e HD DVD.

Deixando a briga desses novos formatos de lado, pergunto: por que os discos óticos ainda são deste tamanho? Entendo que se aproveite toda uma linha de produção já montada em torno deles. Mas padrões vêm e vão, e o mundo todo acaba se adaptando mais cedo ou mais tarde. Os próprios leitores de discos óticos já sofreram várias modificações para ficarem menores — do contrário não teríamos MacBooks tão finos.

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Fico só imaginando como seria um notebook ou um gabinete de PC se esses discos se adaptassem ao formato de 3,5” (102mm) usado nos discos rígidos e em leitores de disquetes.

As vantagens não ficariam restritas ao mundo dos computadores: carros e sistemas de som poderiam ter múltiplos tocadores ou simplesmente diminuir de tamanho. Seria mais fácil de transportá-los, armazená-los e, infelizmente, perde-los. 😀

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Não acredito que eu seja o único a se incomodar com o tamanho desses discos.

O que vocês acham? É viagem minha?

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