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Divisão de regiões do Blu-ray favorece Brasil

Blu-rayTenho que reconhecer que a notícia do fim da disputa dos formatos de alta definição me deixou bastante animado. O Blu-ray era o formato que tinha a minha simpatia, desde o início. Mas independentemente dos pontos técnicos que o favorecem, existe um detalhe que grande parte dos leitores ainda não sabe: a codificação de regiões, imposta por Hollywood nos DVDs, foi modificada no Blu-ray. E dessa vez, o Brasil sairá ganhando, e muito!

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Lendo por aí as vantagens de um ou outro formato, além dessa ótima retrospectiva do Engadget HD, eu me deparei com essa notícia que eu já sabia, mas, apenas por rumor. Eu ainda não tinha procurado as informações a fundo. Nessa própria retrospectiva, o Engadget HD cita que um dos motivos dos estúdios americanos terem apoiado o Blu-ray era ele permitir essa codificação, função que o HD-DVD não permite, dando aos estúdios um maior controle de suas vendas, lançamentos, conteúdos e, principalmente, preços.

Pois bem, pra quem conhece — acredito que os nossos leitores saibam disso — os atuais DVDs vêm codificados em numerosas regiões, pelos motivos acima citados, além do “controle” de pirataria. As regiões, que oficialmente iam de 1 a 8, além da região ALL, e não-oficialmente a 0, dava aos países menos favorecidos — leia-se Brasil, que faz parte da região 4 — constantes atrasos ou não lançamento de diversos títulos, algo que, naturalmente, não ocorre na região 1, a mais favorecida de todas que inclui “coincidentemente” os Estados Unidos.

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Regiões do Blu-ray

Com a mudança inteligentemente promovida pelo Blu-ray, o mundo passa a ser dividido apenas em 3 regiões: A, B e C. Simples e eficiente. Nesse novo acordo de estúdios e fabricantes, foi proposto que o Japão, a Coréia e a Malásia, pertencessem ao mesmo grupo, junto aos Estados Unidos, garantindo assim, lançamentos mais sincronizados dentro dessa região. E, querido leitor, você faz parte desse negócio. O Brasil está na região A, junto aos poderosos mercados acima citados. O bloco A engloba todas as Américas, mais as Coréias, Hong Kong, Taiwan, sudeste da Ásia e Japão.

Se o mercado responder rápido a esse fim de guerra, com ampla adoção e baixo custo de equipamentos, podemos esperar boas mudanças aqui no Brasil daqui a um tempo. A única questão a ser resolvida, será a questão do idioma. Esse é um bom motivo de ligeiros atrasos. Porém, acredito que dublagem possa ser feita, se já não é, durante lançamento do filme nos cinemas, ou pré-lançamento.

Fazendo parte da mesma região dos Estados Unidos, nós brasileiros já podemos sonhar com o preciosssso Blu-ray de “O Senhor dos Anéis – Versão Estendida”. Será, será?!

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