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AT&T apostou em Steve Jobs, mas se garantiu até 2010

Randall Stephenson, CEO da AT&T, com um iPhone

O USATODAY.com publicou ontem um artigo bastante interessante sobre a decisão da AT&T em adotar o iPhone. O responsável pela decisão e profundo apoiador da iniciativa foi Randall Stephenson (esse, aí embaixo), que se tornou presidente e CEO da operadora ainda em 2007.

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É difícil dizer se a AT&T jogou de forma certeira, mas já é inegável que, desde a sua primeira geração, o iPhone revolucionou o mercado de smartphones e, principalmente, a forma como usuários navegam na web via dispositivos móveis.

Um fato bastante interessante a se notar com relação à AT&T é que a parceria com a Apple já a ajudou a se consolidar como a principal operadora de telefonia celular dos Estados Unidos e, mais do que isso, de ganhar a admiração do público jovem e moderno. O iPhone “a tornou mais cool”. Agora, pense no impacto dessas mudanças em uma marca com tantos anos de história!

O iPhone é parte central do projeto de transformações da AT&T e contribui para o seu reposicionamento como uma das maiores marcas wireless no mundo. A idéia da parceria surgiu ainda em 2005, depois que outras telecoms — como a sua grande rival Verizon — negaram conversar com a Apple diante das suas demandas de marketing, preços e outras exigências. A AT&T, na ocasião, preferiu apostar.

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Mas apostar em quê, numa época em que ele não passava de um nome, de um conceito, de um plano de design? A aposta foi em Steve Jobs, CEO da Apple. Ele já estava convicto de que poderia criar um smartphone melhor, um que tornasse o uso da web em um dispositivo móvel algo fácil e divertido. “Era tudo o que eu precisava ouvir”, declarou Stephenson.

Para compensar o investimento e subsídios acordados para o iPhone, a AT&T garantiu para si uma extensão de contrato até 2010, período durante o qual permanecerá como operadora exclusiva na distribuição e venda do aparelho nos Estados Unidos.

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No primeiro dos contratos elaborados pela Maçã, o acordo com a AT&T iria apenas até 2009, quando ela já teria liberdade para vender o iPhone pela T-Mobile e até mesmo desenvolver uma versão CDMA para viabilizar parcerias com a Sprint e Verizon, por exemplo.

Apesar das datas exatas não terem sido divulgadas, Stephenson afirmou estar “bastante contente” com o acordo firmado entre a Apple e a AT&T.

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