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Lançamento do iPhone 3G pela Vivo põe fim ao disse-que-me-disse

Porque só no Brasil é essa lambança de preços???

Pronto, é oficial. Acabou o disse-que-me-disse e o primo do concunhado que trabalha na Vivo pode ficar quieto e não contar mais nada. O MacMagazine esteve (representado por esta que vos escreve) no evento da Vivo no Shopping Cidade Jardim e finalmente temos a tela completa dos planos de tarifas (além do que já divulgamos mais cedo) para o gadget mais cobiçado do país:

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Por que só no Brasil é essa lambança de preços?!
Por que só no Brasil é essa lambança de preços?!

Melhores que os da Claro? Sim, se você olhar o mínimo da transmissão de dados: 250MB. E também porque não tem aquela coisa louca de pagar a mais se você ligar muito pra quem não é da mesma operadora que a sua. Aaah, Claro, me poupe! Agora pausa para aquele conselho de mãe: é parar, pensar e analisar. Ou — por que não? — esperar. Afinal, a portabilidade numérica está aí e você pode mudar de operadora mantendo o seu número.

Preços do iPhone pela operadora Vivo: o de 8G (pós-pago) vai variar de R$899 (iPhone Completo) a R$1.499 (iPhone 50). Para o modelo de 16GB, os valores não foram informados. Àqueles que quiserem manter o plano pré-pago, o iPhone de 8GB sai por R$1.899 e o de 16GB por R$2.199. Salgado? Demais. Com certeza, muitos esperarão baixar essa euforia toda pra adquirir um.

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Estranhamente, a Vivo afirma ter trazido 200 mil iPhones 3G (metade preta, metade branca?) para o Brasil. Questionado pelo MacMagazine, um dos executivos não soube precisar se eles já têm esse lote inteiro ou se é o total previsto para chegar até as vendas de fim de ano… Com essa informação, vem a pergunta que não quer calar: como a Claro só conseguiu 30 mil? Incompetência ou falta de otimismo na gastança brasileira?

Do total de 1 milhão de clientes da Vivo, 200 mil se cadastraram para ter o iPhone 3G, mas a empresa acredita que deste universo apenas 42 mil realmente comprarão o gadget. Os planos de ação pós-lançamento são campanhas de TV, jornal, revista e internet, com um filme feito juntamente à Apple — explorando a forma como o cliente usa o telefone — e um marketing direto com o objetivo de atingir 300 mil novos usuários para a empresa.

Claaaro (sem trocadilhos) que toda a estratégia de realizar o evento às 23 horas (ok, na verdade começou às 23h30, o que deixou a imprensa enlouquecida e doida pra atravessar a marginal e ver como estava a concorrência na Daslu) tinha todo um porquê: contagem regressiva para a meia-noite, discurso do presidente da Vivo (Roberto Lima) e a apresentação do primeiro comprador do iPhone 3G (preto, de 16GB) na Vivo: Waldyr Muniz Oliva Filho, 49 anos, médico ginecologista que trabalha no Hospital Albert Einstein.

Qual plano o Dr. Waldyr fez? Pra ele, o iPhone 350 e, para a esposa, o iPhone 650. Cliente desde os tempos que a Vivo era Telesp Celular, ele apontou como ponto principal para a compra a cobertura da Vivo que, para ele, é abrangente e o atende até no seu sítio, além de também querer usar a internet no celular em qualquer lugar. O mais legal foi quando ele mostrou o celular atual: um Nokia surrado, daqueles com flip. Que upgrade, hein, Dr. Waldyr?

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