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A guerra dos Pingüins

Em um artigo anterior, defendi a tese de que os problemas de usabilidade do Linux acabam afastando o usuário comum desta que poderia se tornar — caso a Linux Foundation finalmente se convencesse que não é o usuário que deve se adaptar ao sistema operacional, mas que cabe a este atender às necessidades de seus usuários — uma grande alternativa aos sistemas operacionais proprietários, seja ele o Windows (XP, Vista… whatever!) ou o Mac OS X.

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Facilitar a experiência do usuário deve, sim, ser a primeira obrigação de qualquer sistema operacional, seja ele qual for. A meu ver, o leitor Antônio Fonseca resumiu bem, nos comentários do post já citado, os principais problemas (lembram-se da maravilha do programa “PC para todos” ?) que não deixam o Linux se tornar líder no mercado de desktops.

São eles:

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  1. Fragmentação da plataforma (o que dificulta o suporte oficial por parte dos fabricantes de hardware);
  2. A falta de suporte oficial pela maioria dos fabricantes de hardware;
  3. A falta de versões compatíveis (nativas) das aplicações proprietárias que a maioria das pessoas (usuário de Windows) está acostumada a usar.

A maioria das distribuições Linux apregoam, em sua propaganda, sua facilidade de instalação, estabilidade, desempenho e usabilidade. O colunista Kevin Purdy, do blog Lifehacker, resolveu testar a instalação, por um usuário leigo, das três distribuições Linux mais populares. Vejamos os resultados:

Fedora

O Fedora é a versão para usuário final do velho e bom sistema operacional corporativo Red Hat. É compatível com as plataformas Intel de 32 e 64 bits e, segundo diz a lenda, é o SO utilizado por Linus Torvalds. Um das principais vantagens dele é que pode ser carregado, de modo persistente, em um pendrive ou qualquer outro tipo de dispositivo USB.

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Seu instalador funciona sem maiores problemas e o desktop é montado com os ícones mais comuns: computador, pasta “Home” e lixeira. É a distribuição ideal para quem quer carregar por aí uma versão persistente (dados e configurações) de seu sistema operacional ou para quem necessita de uma distribuição “genérica” do Linux e que não traga muitas dificuldades para ser instalada.

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OpenSUSE

Desenvolvido no início dos anos 90 por uma empresa de consultoria alemã a partir de uma modificação do Red Hat, o OpenSUSE é hoje propriedade da Novell — sim, esta mesma, a empresa que fez um certo acordo com o Lado negro da Força.

Seu instalador possui um botão de ajuda muito conveniente, que explica todos os processos da instalação, passo-a-passo. Para um usuário iniciante, no entanto, o excesso de botões em sua tela pode confundir um pouco. Ao contrário da maioria dos outros sistemas operacionais Linux, o OpenSUSE utiliza, ao invés do Gnome, um sistema chamado YaST. É a distro ideal para quem pretende trabalhar com ferramentas de virtualização, como o VMware, por exemplo.

Ubuntu

Talvez a distro de maior sucesso do mundo Linux, provavelmente por ser a mais amigável ao usuário final. Desenvolvido inicialmente como uma modificação do Debian, o Ubuntu conquistou rápida notoriedade, sendo distribuído por empresas como HP e Dell. Possui fácil instalação e pode ser usado em uma máquina que já tenha o Windows — através do aplicativo Wubi —, além de possuir excelentes propriedades gráficas (com o Compiz). É a melhor distribuição para iniciantes no mundo Linux.

E para vocês, caros leitores, qual seria a melhor distro Linux? Por quê? Contem tudo aí embaixo, nos comentários. 😀

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