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12 coisas que você (talvez) ainda não sabia sobre os novos MacBooks

Ao contrário do que já ocorreu muitas vezes, esta última atualização na linha de portáteis da Apple não foi nada sutil, do tipo de simplesmente aprimorar os componentes internos — processador, memória, HD… — para mantê-las niveladas com o mercado. O upgrade foi revolucionário, a começar pelo novo modo de fabricação da carcaça das máquinas, em um monobloco de alumínio (manufatura de precisão).

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Já fizemos alguns artigos comentando detalhes extras sobre as máquinas, analisando seus componentes internos e comparando-as com as gerações anteriores. Agora, trazemos para vocês algumas curiosidades e aspectos interessantes dos quais talvez não tenham conhecimento, ainda, acerca dos novos MacBooks/MacBooks Pro.

1 – Adeus, Target Disk Mode
Detalhe mais do que esperado com o abandono da interface FireWire nos MacBooks, a funcionalidade de conectar dois Macs e “montar” o disco de um no outro reiniciando-o com a tecla T pressionada foi perdida. Especulava-se que alguma modificação na interface USB viabilizaria isso, mas não é o caso. Por outro lado, hoje em dia usuários contam com diversas opções de backup, restauração e transferência de dados: Time Machine (com a Time Capsule, então, melhor ainda!), Migration Assistant (Assistente de Migração) e o próprio Windows no Boot Camp.

2 – O chipset de sistema também é da NVIDIA
Além de substituir os gráficos integrados da Intel pelo processador GeForce 9400M, da NVIDIA, a Apple também abandonou o próprio chipset de sistemas das máquinas para o NFORCE (mais especificamente, os controladores MCP79). O grande problema é que a tradição da NVIDIA nesta área não é tão forte quanto a da Intel; ela própria já teve problemas no passado com os chipsets NFORCE 680i e, de uma forma ou de outra, trata-se da primeira vez na história em que a Apple utiliza um chipset NFORCE — ou seja, a probabilidade de falhas e pendências até que tudo se ajuste é maior do que o normal.

3 – É melhor você não quebrar a tela dessas máquinas
É bem provável que esta seja uma tarefa quase impossível, mas se por acaso você deixar o seu MacBook cair e rolar pela escada do seu prédio, torça para que a tela não quebre. O vidro do painel frontal (que fica por cima da tela LCD) é colado à case de alumínio por trás da tela, para uma maior robustez. Desta maneira, em caso de danos, toda a tela e top case da máquina têm que ser substituídos — é tudo uma parte só. Então, ao invés de pagar uns US$30 por um painel de vidro, você terá que desembolsar uns US$500 pelo conjunto todo.

4 – Novo build do Mac OS X
Os novos MacBooks vêm com o build 9F2114 do Mac OS X 10.5.5 instalado, ao passo que a versão distribuída recentemente para o resto dos Macs possui build 9F33. As duas mudanças mais notáveis são a alteração no ícone do Energy Saver e um novo painel de preferências Trackpad, ambos no System Preferences.

5 – O indicador de bateria encontra-se agora na lateral
Ao invés de estar colado à própria bateria, o tradicional indicador com LEDs presente em todos os notebooks Apple recentes agora encontra-se na lateral dos novos MacBooks/MacBooks Pro. Da mesma maneira que o resto da máquina, todo o corte aparenta ter sido feito com lasers. Um pequeno botão circular ativa/desativa a iluminação (em cor verde) do nível de bateria dos laptops.

6 – O teclado está mais firme e é retroiluminado
Muitos Mac users — especialmente os acostumados com PowerBooks/MacBooks Pro criticaram bastante o teclado dos MacBooks/MacBooks Air, uma verdadeira revolução visual, mas que afetou bastante a usabilidade das máquinas. Apesar de muito bons, o usuário acostumado com as teclas do MBPs leva um tempinho para se acostumar com as letras espaçadas dos novos. Nesta nova geração, principalmente por causa do design unibody, o teclado está bastante firme e, pela primeira vez, é retroiluminado nos MacBooks (exceto no modelo mais básico). Por outro lado, se uma tecla quebrar, toda a top case tem que ser substituída; aliás, só o teclado é preso a ela via 56 parafusos (!), confira a imagem abaixo.

7 – Os alto-falantes são bastante razoáveis
Ainda que os MacBooks não ofereçam orifícios de saída como os MacBooks Pro, diversos consumidores afirmam que os alto-falantes das maquininhas são bastante razoáveis. É claro que não há grave nenhum neles, mas não é nada comparado ao barulhinho de ruído emitido por Macs mini, por exemplo. Evidentemente, a qualidade é ainda superior nos MBPs e, quando o modelo de 17 polegadas chegar, o nível deverá ser melhor ainda.

8 – O ângulo de visão das telas foi comprometido
É o preço que se paga pelas glossy screens. Apesar de oferecerem um contraste superior e cores mais vivas, muitos usuários reportam ter que utilizar a máquina em ângulos de visão diferentes dos ideais para evitar reflexos indesejados. Além disso, como esperado, a tela de 15 polegadas dos MacBooks Pro continua sendo bastante superior à de 13 polegadas dos MacBooks, mesmo com a migração para retroiluminação LED.

9 – Trocar de disco rígido é supimpa
A Apple conseguiu tornar a substituição de discos rígidos nos MacBooks ainda mais simples do que era nos antigos MacBooks Pro (que também ganharam o novo mecanismo, é claro). O HD encontra-se agora ao lado do compartimento da bateria, então basta retirar sua proteção de metal, soltar um único parafuso e trocar o componente — por um SSD, se você quiser. A substituição de RAM, é claro, também continua bastante fácil.

10 – Dá pra colocar 2 discos rígidos nos novos MacBooks Pro
Sim, porque pela primeira vez na história da máquina, o SuperDrive é um drive óptico SATA. Isso significa que, se você for geek e corajoso o suficiente, pode arrancá-lo de lá e colocar um HD de 500GB no seu lugar — que, somado a outro de 500GB no lugar do original de 320GB, lhe daria 1TB to go. O espaço lateral para inserção de discos na case da máquina, porém, continuaria lá (dã!).

11 – Ei, mamãe, não me molhe!
Nem sonhe em dar um banho no seu MacBook/MacBook Pro na privada e depois levá-lo a uma assistência técnica para troca. Os notebooks possuem “sensores de submersão” — nada especial ou profundamente tecnológico, apenas alguns (aparentemente, dois) pequenos pedaços de papel tratados quimicamente, que mudam de cor em contato com umidade. Eles já existem em telefones celulares há alguns anos, diga-se de passagem.

12 – Não se esqueça do preço do adaptador de vídeo
Se você pretende conectar o seu MacBook/MacBook Pro a um monitor (ou projetor) externo, adicione já na compra da sua máquina o custo de um adaptador, qualquer que seja. Como os notebooks incorporaram a nova Mini DisplayPort, a menos que você adquira também um novo LED Cinema Display, precisará de alguma pecinha para que ele se comunique com Dual DVI, DVI, Mini-DVI, VGA ou seja lá o que for. A má notícia é que eles não são nada baratos (lá fora, que dirá aqui).

Quem tiver mais detalhes para compartilhar conosco, agradecemos a colaboração nos comentários!

[Dica do Marcus Roberto, obrigado!]

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