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Comparando a nova com a antiga geração de MacBooks Pro

Há alguns dias, conferimos a avaliação de Walt Mossberg — colunista de tecnologia do Wall Street Journal — sobre os novos MacBooks. Logo depois, ele fez um artigo comentando e comparando a nova com a antiga geração de MacBooks Pro.

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Apesar da maior das revoluções dos lançamentos da Apple deste mês terem sido aplicadas aos novos MacBooks — que meio que viraram um MacBook Pro mini, ou MacBook Pro 13″ —, é importante também avaliarmos o que mudou na linha profissional de laptops da Maçã. Como você sabe, por enquanto o modelo de 17″ só ganhou algumas melhorias internas, mas permanece com o visual antigo e sem construção unibody.

Quanto ao irmão de 15″, Mossberg considera que o upgrade não foi muito satisfatório e que a linha perdeu algumas características importantes em relação à antecessora. Confira os aspectos abordados:

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  • O novo MacBook Pro de 15″ é um pouco mais largo (4%, no geral) e pesado (2,5kg contra 2,45kg). Claro que não é nada de absurdo, mas como a tendência da indústria é totalmente contrária, os números não são lá muito bem-vindos.
  • Com o processador gráfico mais potente, a autonomia de bateria dos novos MBPs caiu de 5 para 4 horas — diferença fortíssima, de 20%. Somente se o usuário preferir utilizar o outro, presente nos novos MacBooks, é que o número chega às tais 5 horas prometidas pela Apple. Ainda assim, é um processo chato e que, ao menos por enquanto, requer inclusive o logout do usuário.
  • Quem antes preferia a opção de tela matte sobre a glossy, deve sentar e chorar. Esta virou padrão em toda a nova linha, o que, para usuários profissionais, pode irritar um pouco devido aos reflexos e marcas de dedos que atrai.

Por outro lado, ele mantém o mesmo preço da geração anterior — US$1.999 para o modelo de entrada —, traz um processador gráfico melhor, o novo trackpad Multi-Touch de vidro, HD de maior capacidade e é um pouco mais fino.

Diante do atraso no lançamento do modelo de 17″, vamos torcer para que a Apple esteja preparando algo bem bacana — quem sabe, já para a Macworld de janeiro ou, na minha opinião, mais tardar em meados de fevereiro — para o irmão maior e mais potente dos MacBooks Pro, pelo menos com uma bateria de melhor autonomia e uma porta USB 2.0 adicional.

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