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Injeção de apps (na sua testa) III

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Olá, olá! Viva a República! Posto que a Proclamação da República <ironia> foi um evento memorável, com intensa participação popular, uma verdadeira luta sangrenta por direitos para o povo </ironia> temos que festejar muito! 😉 Hoje trago uma combinação de aplicativos com um vídeo musical “diferente”, bem como um ou outro comentário paralelo sobre a vida, o universo e tudo o mais. Digamos que, por conta do feriado, a sua injeção de hoje será polivalente. Sem mais delongas, vamos aos aplicativos e a um looongo post, esteja avisado!

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Aurora Feint The Beginning

Cara, eu não dei muita atenção a Aurora Feint (link para a iTunes) quando o vi pela primeira vez, reconheço. “O que eu vou querer com um MMO de quase 25MB, se eu raramente ponho meu touchy online?”, era o que eu pensava. Durante tempo, eu olhava para as folhinhas do ícone do app e dava de ombros, considerando-o um simples comedor de conexões.

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Só que, diante de uma recomendação direta, fica mais complicado ignorar: fui à iPhone App Store e resolvi dar uma chance a Aurora. O resto, como dizem, é história. Felizmente eu tinha acabado de recarregar totalmente a bateria do touchy, pois o que se seguiu foi um horário de almoço basicamente fundado em minerar, minerar, minerar.

A essência de Aurora Feint The Beginning é obter minerais num puzzle que é fortemente baseado em Bejewled. Contudo — e aqui está o grande diferencial dele — você ganha experiência, cristais e minerais à medida que quebra mais pedrinhas, podendo avançar de nível, ganhar novas habilidades, comprar ferramentas ou feitiços… Enfim! Aurora é um puzzle-RPG para iPhones e iPods touch!

A jogabilidade não podia ser melhor: você quebra pedras alinhando sequências de três ou mais blocos do mesmo tipo (eles seguem os elementais Fogo, Ar, Água, Terra e Escuridão). O comando usado para isso é o swipe horizontal. Não é possível mover pedras na vertical, pelo menos não diretamente… mas você pode fazer os blocos mudarem de orientação simplesmente virando seu gadget em qualquer direção — e não, ele não fica apenas em modo paisagem para a esquerda ou para a direita: você pode virar de cabeça pra baixo, até!

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Seu objetivo é continuamente conseguir mais e mais recursos e cristais, sem que a pilha de pedras alcance o topo da tela. Para alertar você de que “o fim está próximo”, inclusive, pilhas altas demais ficam tremendo. Taí a diferença entre um app feito nas coxas e outro feito com carinho: um detalhe desses faz toda a diferença… Uma vez que você avance de nível, poderá escolher uma habilidade nova, dentre ferramentas ou feitiços. Só que não basta tê-la: você precisa desenvolvê-la, comprando uma ferramenta ou livro de magias e, em seguida, adquiri-la enfrentando um desafio no Ferreiro ou na Torre. Em suma: você tem que fazer por onde ter habilidades novas!

Em termos de gráficos e sons, Aurora Feint excede: a arte é fabulosa, o vídeo de introdução é mágico, apesar de curto, e as melodias que tocam, ainda que repetitivas, são de alto nível. Incrível que este jogo tenha sido feito em apenas 10 semanas e, ainda por cima, seja gratuito… Duplos parabéns para os desenvolvedores, Danielle Cassley e Jason Citron, da Youweb LLC. Há um fórum sobre o jogo na página oficial: qualquer dúvida, reclamação ou se quiser apenas “curiar”, lembre de dar um pulo por lá — ver a Danielle postando um “woohoo!” diante de um elogio foi o meu momento surreal, ao ir por lá… 

Contudo, esta rosa tem lá seus espinhos… Durante um tempo, Aurora Feint foi persona non grata da App Store, por enviar informações de todos os contatos do usuário aos servidores sem aviso prévio. Depois de pedir pinico desculpas e remover esta “funcionalidade”, o aplicativo voltou e anda mal das pernas em popularidade. É como dizem: “fez a fama, deita na cama”, seja a fama boa ou ruim. 😛 Outro ponto “negativo” é que Aurora não é um jogo muito casual — ele vicia e você vai querer jogar horas seguidas –, mas ele suga, exaure tudo o que seu gadget pode dar. Ele consome bateria que é uma beleza, envia e recebe dados do seu personagem para o servidor a cada nível que você avança, aquece o processador… enfim! Use com moderação, ou você vai acabar queimando a mão. Por fim, a seleção de personagens é limitadérrima — um bicho de chifres pros meninos e uma ninfa fosforescente para as meninas. Eu não acharia nem um pouco ruim se houvesse mais tipos de personagem para selecionar… 🙁 Quem sabe, numa atualização futura.

Resumo da ópera, pois este foi o maior review EVAHIMHO: 4/5 Excelente, excelente, excelente, mas seria melhor ainda se ele gerenciasse os recursos do gadget de forma mais racional.

[Dica do Leandro Alonso, obrigado!]

PegJump

De um extremo ao outro: saindo de um “MMO” comedor de baterias para um joguinho totalmente “um minuto, uma partida”, chego a PegJump (link para a iTunes). Este, eu adquiri tão logo “pisei” na App Store pela primeira vez, pois o conceito dele é simplesmente apaixonante!

Você tem uma tábua triangular com furinhos e peças. Tire uma e tente, movendo uma peça de cada vez, remover todas as outras até que sobre apenas um Highlander. Você remove as peças de uma forma super simples: tap para selecionar e, se houver como mover-se para um espaço vazio “pulando” sobre outra peça, basta outro tap no lugar de destino e a peça sobre a qual você “pulou” some. O jogo tem opções de exibir movimentos possíveis, mudar as cores das peças, do tabuleiro e do fundo — sendo que este pode, ainda, ser uma imagem dos seus álbuns de fotos!

Como eu disse, PegJump é apaixonante: o segredo está na simplicidade. Porém, numa última atualização, foi colocado um banner permanente de anúncios no topo da área de jogo — você pode ver o espaço dele sombreado, nas fotos acima. Eu não percebo a intrusão dele porque jogo sempre offline, mas o pessoal que faz reviews para a iTS está um tanto insatisfeito, pois parece ser muito fácil tocá-lo acidentalmente e perder seu jogo, posto que o Safari abre logo em seguida. 😛 IMHO: 3 ou 5/5 Como jogo offline, não tenho problema com os anúncios, mas reconheço que seria um porre ter que conviver com isso; fica a dica.

Norah Jones – Don’t Know Y

Norah Jones canta sobre a letra Y com Elmo.

Precisa dizer mais? Este vídeo é bobo, infantil — literalmente — e extremamente fofo!

Ok, eu admito: o chocobo gigante Garibaldo me dá calafrios e, apesar de ter visto este vídeo na seção Free on iTunes, eu o ignorei deliberadamente. Tipo: “Eu não estou vendo o Garibaldo, eu não estou vendo o Garibaldo!…” Contudo, diante de uma dica sobre uma cantora premiada com uma pancada de Emmys em uma canção sobre uma letra com o Elmo… meu, o Elmo! É, não deu pra ignorar. Vaias para a iTunes: por que não colocam o nome da Norah Jones no início do título do vídeo? Helloo~o! “Music Video: Norah Jones and Elm…” Atrairia muito mais gente…

Em “Don’t Know Y” (link para a iTunes), Norah canta ao piano, sem maquiagem e com uma blusa que a deixa gorda, então eu digo logo que este clipe não é eye candy: se quiser ver mulher bonita, vá atrás do clipe da Delta Goodrem. Contudo, a mina arrebenta na musicalidade e, vamos e venhamos, é hilário. Muito hilário, mas de um jeito fofo, especialmente porque o Elmo é uma figura e o Y lembra o Xis, do finado X-Tudo, programa infantil da TV Cultura — lembranças da minha infância. Levando em consideração que é um vídeo infantil e que tem como objetivo principal alfabetizar crianças em idade pré-escolar… IMHO: 4/5 A carinha da Norah quando diz “I can’t even spell YOU!” daria um ótimo emoticon.

[Dica do Tom Marques, obrigado!]

O universo, a vida e tudo o mais

  • Como você já deve saber, Tap Tap Revenge foi atualizado nesta semana. Nada de muito revolucionário, mas fiquei atraído por uma opção nova: Download All Tracks, para obter logo todas as faixas gratuitas disponíveis para o jogo. O que dizer disso? Lógico que eu corri para testar! E, como cobaia, estou aqui para dizer: TTR merece nota 7/5, com as faixas extras — tem até uma versão remix de “Hot ‘n’ Cold”, da Katy Perry! Porém, e aqui eu aviso, é danado para ocorrer erros na hora de baixar as músicas e, bem, aconteceu de eu ficar com uma delas sem funcionar. Posto que não tenho como excluí-la — apenas como apagar todas de uma vez —, estou com muita vontade de dizer um palavrão. 🙁 E mais: posto que baixar quarenta músicas non-stop vai consumir que é uma beleza os recursos do seu iPhone, sem falar nos megabytes de dados, é muito mais sábio baixar uma música de cada vez, e via Wi-Fi.
  • Eu ainda não vi ninguém falar abertamente disto, a não ser em fóruns por aí, por isso acho que pode ser pertinente mencionar. Bem, o meu touchy sabe se comunicar muito bem quando está sendo posto para trabalhar além da conta: ele me xinga esquenta. Como ele não tem um cooler ou um sistema de resfriamento baseado em nitrogênio líquido, sem falar no fato que a mão de uma pessoa fica em torno dos 30-e-lá-vai-pedraºC mais o clima desgraçadamente quente do Brasil, acredito que seja sábio não abusar da sorte. Mais um motivo para não baixar todas as faixas de TTR de uma vez só, posto que todo o processo pode levar horas, dependendo da sua conexão — afinal, são umas quarenta músicas completas! O mesmo vale para Aurora Feint e outros aplicativos que exijam alta performance: moderação no uso ou sua bateria pode ir pro brejo, junto com componentes mais termosensíveis. E lembre-se: “Jamais pressionarás o sleep durante a execução de um aplicativo!”
  • Amantes do Crossfade Playback, iPods não conseguem fazer isso, ponto final. 🙁 Porém, como “prêmio de consolação”, se você baixar um vídeo musical (“In This Life”, na iTS, por exemplo, que é excelente, está de graça e assim ficará até terça-feira), ele tocará durante a reprodução aleatória ou em playlists. Melhor ainda: se o iPod estiver em hold, ele reproduzirá só o som, sem consumir recursos decodificando o vídeo. Contudo, se você for para o aplicativo de músicas, o vídeo carregará e será reproduzido em modo vertical ou horizontal! Irado, principalmente porque você pode ter o vídeo e a música em um único pacote, tecnicamente falando — mas lembre-se de desmarcar, no iTunes, a opção Skip When Shuffling. Alguém recorda o meu pesar, quando falei sobre o vídeo clipe “I’m Good, I’m Gone”, da Lykke Li? Hehe, não mais. 🙂 Se alguém puder confirmar o funcionamento disso em outros modelos de iPod, a casa agradece.

Bem, é isso. Espero não ter feito ninguém dormir. Qualquer adendo, é só mandar ver nos comentários. Logo, logo, trarei mais resenhas sobre aplicativos 0800 e qualquer outra dica que chegar até mim em um artigo, espero, mais suscinto. Até lá! 😀

Caso você ainda não seja cadastrado na iTS americana, recomendo a leitura deste post.

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