Madison Avenue olha para a App Store; iPhone se transforma em importante plataforma de marketing

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O The Wall Street Journal trouxe esta semana um artigo bastante interessante — comentado e explorado pelo Apple 2.0 — sobre o direcionamento de olhares dado recentemente para a iPhone App Store por firmas presentes na Madison Avenue, em Nova York.

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Cada vez mais se investe tempo e dinheiro em ações de marketing para iPhones/iPods touch, uma plataforma que já soma mais de 40 milhões de unidades comercializadas em todo o mundo. Um número tão significativo chega num estágio difícil de ser ignorado pela publicidade.

A forma mais básica se explorar o novo meio é usar as capacidades multimídia e touchscreen do iPhone para criar anúncios de vídeo via streaming, porém algumas companhias vão além, disfarçando anúncios em forma de apps. Utilitários e jogos distraem o usuário em meio a tantas novidades, que não percebe que está sendo impactado por determinada marca.

O grande problema é: como provar que um investimento pode ser efetivo se atualmente já é tão difícil se destacar entre os milhares de títulos disponíveis na loja da Apple? Por outro lado, o que se paga para desenvolver um aplicativo — alguns poucos milhares de dólares, a depender do caso — pode justificar e viabilizar o risco.

Executivos da indústria apostam que os gastos gerais em publicidade móvel chegarão a US$200 milhões em 2009 — o dobro do ano passado, e isso excluindo anúncios em buscas e propagandas enviadas via texto. O maior responsável por tal crescimento? i-P-h-o-n-e. Fantástico.

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