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Além da Microsoft, outras empresas também se interessam por aceleração de hardware em browsers

Ícone do Firefox (com sombra)

Ícone do Firefox (com sombra)Na semana passada, a Microsoft apresentou seus primeiros resultados no desenvolvimento de uma nova versão do Internet Explorer, que trará aceleração de hardware como uma de suas novidades. Entretanto, a desenvolvedora não é a única empresa que demonstrou interesse nesse tipo de tecnologia, despertando a atenção de algumas concorrentes que estão trabalhando pesado em lançamentos de browsers para o final deste ano — Google e Mozilla, mais especificamente.

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Apesar de o interesse das duas empresas ainda não estar direcionado a nenhuma proposta de lançamento para “breve”, usar Direct2D para acelerar e aprimorar o carregamento de sites no Windows aparenta ser uma ideia capaz de oferecer bons resultados. O Google ainda não possui nada já produzido nessa área para justificar trabalho em andamento no Chrome, mas a Mozilla já conta com engenheiros que parecem ter algum domínio do assunto, assim como a turma da Microsoft.

Direct2D é restrito ao Windows Vista e ao Windows 7, e há muita coisa envolvida nesses sistemas para proporcionar a aceleração de hardware que essas empresas querem em seus browsers, porém nada disso vem ao caso. O que é interessante para colocar em evidência são os resultados atuais que esse recurso oferece logo nos primeiros estágios de desenvolvimento. Por exemplo, um teste realizado por um dos engenheiros da Mozilla mostra uma redução de até 64% no tempo de carregamento de alguns sites:

Direct2D no Firefox

Saindo um pouco dos números, esse mesmo engenheiro conta em um artigo técnico sobre o assunto que é possível atingir maiores resultados em sites mais dinâmicos, que usam tecnologias já popularizadas por browsers com suporte a HTML 5 — incluindo SVG e <canvas>. O único problema é que nem todos os usuários teriam acesso a esses ganhos de desempenho, por causa das muitas limitações de hardwares compatíveis no mundo Windows.

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Isso levaria a resultados finais que dão mais prioridade à estética visual das páginas do que ao fato de elas carregarem mais rápido ou não. No Mac, a parte de resultado visual já está acessível para os usuários, especialmente quando se trata dos textos gerados nos principais browsers, que possuem uma suavização muito maior em comparação ao que está em pesquisa no sistema da Microsoft — que pode ser conferida no Safari, Firefox, Opera, Chrome e muitos outros.

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O que não está definido ainda é até onde essa aceleração proporcionada pela tecnologia Direct2D no Windows pode gerar resultados, pois, na teoria, nenhum browser para Mac conta com nada similar e já possui acesso a algumas das melhorias visuais que foram anunciadas pela Microsoft. A diferença é que ninguém tem planos de trabalhar com uma tecnologia que tira proveito do hardware da mesma forma que ela propôs, visando a browsers mais eficientes no Mac OS X.

[via CNET News]

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