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“Controles Parentais” desenvolvidos pela Apple ainda não são perfeitos; dão acesso a pornografia

Fraser Speirs não é um nome desconhecido no mundo Mac: ele é o dono da Connected Flow, desenvolvedora dos softwares FlickrExport, Viewfinder, entre outros. Mas ele também é professor de uma escola escocesa e ficou encarregado de avaliar a plataforma móvel da Apple quando a instituição decidiu distribuir 100 iPods touch para seus alunos.

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Conclusão? Apesar de toda a polêmica acerca do bloqueio da Apple/Steve Jobs relacionado a pornografia na App Store (mesmo com a chegada do iPhone OS 3.0 e seus Controles Parentais), Fraser descobriu que a loja está sim, de fato, inundada de um tipo de pornografia “suave” — nada explícito, porém com imagens e descrições completamente inadequadas para crianças.

“Ué, basta ligar os Controles Parentais (Parental Controls), portanto” — vocês podem pensar. A chegada do recurso foi excelente e fundamental, mas Fraser explica que ele ainda não é perfeito, pois simplesmente bloqueia a compra/download de apps afetados. Isto é, as crianças podem navegar pela loja normalmente, conferindo as descrições, ícones e screenshots pelo iTunes. No iPhone a Apple felizmente não mostra screenshots, mas só isso.

Escolas costumam bloquear/filtrar acesso a sites pornográficos/violentos/etc. em seus servidores, mas a loja da Apple não entra na jogada, pois suas URLs estão todas dentro dos domínios photos.apple.com ou itunes.apple.com, e depois disso fica difícil identificar e selecionar os conteúdos inadequados para menores. Ou seja, o problema está mesmo nas mãos da Apple, que precisa remediar a situação e justificar o seu posicionamento contra esse tipo de material impróprio. Por enquanto, Fraser foi obrigado a impedir todo e qualquer acesso à App Store, o que acaba dificultando também a sincronização com o iTunes.

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Antes de vocês gritarem que “isso não é pornografia” ou “crianças podem ver pornografia em casa à vontade”, vale ler este segundo artigo de Fraser sobre o assunto.

[via Ars Technica]

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