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Analista acredita que expandir participação do iPhone no mercado se tornará “incrivelmente difícil” no futuro

iPhone 3GS deitado, de lado

Se a Apple quiser que o iPhone continue crescendo, ela terá que ir um pouco além da sua estrutura atual de vendas do aparelho, segundo Toni Sacconaghi, da Bernstein Research. Ele acredita que o crescimento sequencial das vendas da empresa não mostrará ganhos mais significativos do que os anteriores no decorrer deste ano, isso se a Apple não começar a investir em estratégias para atrair novos usuários e, consequentemente, obter mais lucro.

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No momento, o smartphone da empresa é vendido em 89 países, por 143 operadoras. Uma das ideias de Sacconaghi para o iPhone continuar a ser adotado por um bom número de usuários é expandir a quantidade de operadoras capazes de vendê-lo em certos países, algo que já foi foco de rumores no passado, mas hoje é totalmente irrelevante para a Apple com a continuidade da sua relação sólida e exclusiva com algumas telecoms em poucos países — incluindo a AT&T, nos Estados Unidos.

Há 13 empresas com as quais a Apple garantiria ótimos números se começasse a vender o iPhone através delas — incluindo a Verizon Wireless, nos Estados Unidos. Mas o problema nessa ideia de Sacconaghi é que a Apple valoriza muito as suas parcerias quando elas rendem ótimos resultados dentro dos seus produtos — prova disso são os recursos de Visual Voicemail e internet 3G pré-paga que foram concebidos com a AT&T para o iPhone e o iPad. Quando as coisas vão bem nesses casos, é difícil deixar de lado certas exclusividades.

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Outras sugestões do analista para expandir a adoção do iPhone incluiriam a introdução de planos mais acessíveis para os usuários — que não necessitassem de pacotes de dados, por exemplo; em certas situações, talvez eles fossem até uma boa escolha. Mas a questão é que isso deixa de ser algo totalmente dependente da Apple, visto que ela já fez o seu trabalho ao expandir as vendas do aparelho para quase 90 nações.

[via MacNN]

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