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iTunes Genius: que mágica faz o sistema de recomendações da Apple?

iTunes - Genius

Não sei qual é a sua experiência com a função Genius que a Apple mantém em seus aplicativos de reprodução de mídia no Mac OS X e no iPhone OS, mas, para mim, ela funciona muito bem — para um sistema automatizado e virtual, ele recomenda listas de músicas com mais precisão do que muita gente por aí faz manualmente. Contudo, já pensou em descobrir como ele realmente funciona por debaixo dos panos? Bom, para não fazer ninguém se esforçar demais tentando descobrir isso, um ex-engenheiro da empresa explicou ao Technology Review qual é a mágica empregada por ela na concepção do seu sistema de recomendações de conteúdos.

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A própria Apple já deixou alguns pontos sobre o funcionamento do Genius bem claros em apresentações anteriores, sendo o mais importante deles os próprios dados locais de cada usuário, nas suas respectivas bibliotecas do iTunes em qualquer Mac ou PC. Sem armazenar detalhes pessoais sobre ninguém, essas informação são hospedadas em um banco de dados da empresa na iTunes Store, que sabe quais são as músicas existentes em dezenas de milhões de computadores ao redor do mundo e qual é a frequência de execução e a classificação de cada uma delas.

Quando o Genius é atualizado semanalmente por um usuário no iTunes, uma série de algoritmos compara sua biblioteca com todas as outras existentes no banco de dados da Apple, tentando descobrir a frequência com que cada música pode se destacar de outros conjuntos na sua própria biblioteca e nas de outras pessoas. Ao concluir essa operação, o aplicativo recebe de volta uma série de algoritmos que ficarão armazenados localmente para gerar listas de reprodução inteligentes com uma música ou então os Genius Mixes, no caso do iTunes 9 — além disso, é assim que a Apple sugere músicas para usuários na sua própria loja online.

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Já no caso do sistema de recomendações de apps para o iPhone OS, acredita-se que o conceito seja similar, mas ele é totalmente controlado pela Apple entre a App Store e os próprios aparelhos, quando o usuário decide usá-lo. De qualquer forma, o que realmente merece destaque no Genius são os algoritmos que ela mantém na iTunes Store para processar dados de usuários: no artigo do Technology Review, você encontrará uma descrição mais avançada sobre eles.

[via 9 to 5 Mac]

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