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Dicas de leitura: o passado e o futuro dos computadores da Maçã

Macintosh 128K de 1984

Dizem que o presente não existe: ele é efêmero demais para ter o luxo de ser considerado algo real. O que você acabou de ler já é passado; as próximas linhas deste texto estão no seu futuro. Cada palavra ocupa o tempo presente só por uma fração ínfima de segundo que, creio eu, nem a Física não se dá ao trabalho de mensurar.

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Macintosh 128K de 1984

Olhemos para o passado dos computadores da Maçã, através de um documento escrito por Jef Raskin sobre o primeiro Macintosh — e compartilhado intgralmente por seu filho, Aza Raskin, no Co.Design.

Uma frase específica soa praticamente atemporal para quem acompanha as plataformas da Maçã: “O segredo para o mercado de software é ter uma base hardware/software muito grande e extremamente uniforme.” Jef Raskin escreveu isso para evidenciar a vantagem do limitado Macintosh sobre outras máquinas no tocante ao suporte a programas: um computador sob o controle quase total de seus fabricantes era muito mais promissor, para horror de quem preferia a maleabilidade de modelos mais abertos.

Hoje, essa uniformidade nos produtos da Apple é clara e evidente: o hardware presente em Macs, iPhones, iPods touch e iPads é padronizado de forma a não surpreender os desenvolvedores e, consequentemente, os aplicativos criados para estas plataformas não causarem nenhum espantamento desagradável aos usuários comuns. Tem dado certo até agora, apesar das reclamações de alguns power users e tinkerers. Mas e o futuro?

Mac App Store num MacBook Air

Aqui entra Jean-Louis Gassée, falando sobre o que o MacBook Air e a Mac App Store representam para os próximos anos da Maçã. A presença de SSDs e a fixação de APIs uniformes são duas tendências notáveis em termos de hardware e software, entretanto pode ser que elas não contem a história completa. Na verdade, a “regularidade” dos aplicativos do Mac OS X que a recém-aberta loja propicia poderá abrir caminho para mudanças como a adoção de processadores ARM nos computadores da Maçã.

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“Portar um sistema operacional para um processador não é mais ciência de foguetes”, escreveu Gassée, “mas mover aplicativos de terceiros é muito mais difícil — a não ser que eles tenham sido distribuídos e regularizados de tal forma que a transição se torne suave e transparente.”

[via TUAW, Daring Fireball]

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