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A expansão internacional do iPad 2 já começou… no mercado negro — e por um preço elevado

A disponibilidade limitada do iPad 2 nos Estados Unidos pode estar cobrando seu quinhão não apenas com filas e prazos de entrega inflacionados, mas também na forma de preços igualmente inchados quando a nova tablet vai parar nas mãos de cambistas de toda parte.

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Desta forma, a expansão internacional temporã do gadget, no mercado negro, vai bem: veja só esta reportagem sobre uma lojinha chinesa abastecida com a tablet da Maçã.

Os preços apurados pelo M.I.C gadget são de assustar (os estadunidenses, pois aqui no Brasil já estamos acostumados com esses valores): um iPad Wi-Fi de 16GB, que normalmente custa US$500, sai por US$1.025 em Hong Kong, enquanto o modelo topo-de-linha sai pela bagatela de US$1.525. Isso na cor preta, pois os iPads brancos custam em média US$200 adicionais.

Sr. Lo e iPad branco - M.I.C Gadget

E tem que compre, por esses preços absurdos? Sim, senhor — do contrário, não haveria quem vendesse. “Fanboys da Apple estão dispostos a pagar nossos preços para ter o iPad 2 antes. É assim que ganhamos dinheiro”, disse o Sr. Lo, que controla um dos pontos de vendas onde a tablet já está disponível na China.

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Mas como pode ser isso, se a Apple está vendendo um máximo de duas unidades por pessoa? Bem, já respondemos isso rapidamente há alguns dias: tem gente sendo paga para comprar iPads 2 (no dia da estreia, era possível faturar US$100 simplesmente ficando na fila e fazendo a compra para um cambista — há vagas para iMulas, pelo visto). Vários relatos de pessoas em filas para comprar o iPad 2 mencionam que muitos senhores e senhoras de idade, asiáticos, chegam cedíssimo às lojas da Maçã com instruções anotadas de quais modelos devem comprar.

Helena Stone, do ChipChick, conta até que foi abordada por um russo querendo comprar um dos iPads 2 dela por um extra de US$200. Ela recusou a oferta, mas saiu com uma história e tanto: o homem conseguiu comprar bem umas 20 tablets só na Apple Retail Store da Fifth Avenue. Pelo visto, enquanto a Apple não marcar presença nos países BRIC, os cambistas e atravessadores vão preenchendo o vácuo deixado nestes períodos de espera entre lançamentos.

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