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Representante da Foxconn se reúne com autoridades de Jundiaí

Linha de montagem da Apple em Jundiaí

Como se não bastasse a alteração do endereço de uma filial da Apple Brasil para Jundiaí, agora o Estado de São Paulo traz a informação de que Miguel Haddad, prefeito da cidade paulista, teve uma reunião com um representante da Foxconn para tratar da instalação de uma unidade adicional da fábrica de eletrônicos.

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Linha de montagem da Apple em Jundiaí

As negociações em torno dessa expansão da Foxconn em Jundiaí estariam se desenrolando há cerca de um ano e meio, segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico do município, Ari Castro Nunes Filho. Além de discutir assuntos jurídicos relacionados com serviços públicos disponíveis nas proximidades da área onde será instalada a nova fábrica, também teriam sido negociados benefícios fiscais.

E, por falar em pecúnia, um interessante estudo sobre os efeitos das exportações da China na sua balança comercial com os Estados Unidos pode oferecer algumas informações sobre o quanto a montagem de iProducts no Brasil influenciaria nossa economia e a da Apple. Yuqing Xing, do Instituto Nacional para Estudos de Políticas Públicas, em Tóquio, usa o iPhone como modelo para analisar o efeito econômico que a montagem por mãos chinesas tem sobre o preço final do produto e a situação financeira dos países.

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Segundo esse estudo, a China atua de forma praticamente irrisória, participando com meros 3,6% do custo estimado de produção do gadget — o que faz sentido, já que todo o processo envolve nove companhias em quatro países, sendo muitos dos componentes mais caros oriundos de países como a Coreia do Sul, o Japão e a Alemanha.

Diante disso, seria possível a Apple levar a fabricação do iPhone para os EUA sem precisar aumentar o preço do aparelho ou enxugar demasiadamente suas margens de lucro — estima-se que elas ficariam ainda pra lá de 50%. Contudo, em vez de auxiliar na geração de empregos e no equilíbrio da balança econômica dos EUA, a gigante de Cupertino teria optado por maximizar seus ganhos, ficando com uma margem de 64%.

Mailson da Nóbrega fez uma breve análise desse estudo para o Radar Econômico, caso seja de seu interesse, mas deixo no ar a seguinte questão: se a montagem de gadgets na China não é assim tããão determinante para a sobrevivência da Apple, quer dizer que a instalação de uma fábrica no Brasil seria exequível?

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Muito, muito interessante… 🙂

[dica do Francisco Medeiros, via INFO]

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