Google Music deixa de ser beta, ganha novos recursos e é liberado para todos nos Estados Unidos

Ícone - Google Music

Anunciado em 10 de maio e concorrente direto do iTunes Match, o Google Music acaba de perder o rótulo de beta e está liberado para todos os usuários norte-americanos.

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O funcionamento continua basicamente o mesmo: através do Music Manager, usuários podem enviar até 20.000(!) músicas para a nuvem, tendo acesso a elas em aparelhos Android até mesmo em modo offline. Contudo, diversos novos recursos foram adicionados. Agora, o serviço é integrado ao Android Market e à loja de músicas do Google, que oferece faixas em MP3 (320kbps) por US$1,00 ou US$1,30. As compras podem ser realizadas tanto no aparelho quando na web, sendo possível ainda compartilhá-las no Google+. O legal é que, ao compartilhar uma música na rede social, seus contatos poderão ouvir a faixa inteira (ou até o álbum), e não somente uma determinada parte — de acordo com o TechCrunch, apenas pessoas dentro do seu círculo conseguem escutar toda a faixa.

O acervo da loja conta hoje com 8 milhões de músicas — número este que deverá crescer para 13 milhões em um futuro próximo. Das quatro maiores gravadoras, apenas a Warner Music ficou de fora. Contudo, mais de 1.000 pequenas gravadoras assinaram contratos com a gigante de Mountain View. Hoje, usuários de iGadgets só conseguem acessar as faixas através do web app, mas tudo isso deve mudar em breve, já que o Google afirmou que um aplicativo para iOS será lançado.

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O Google Music conta ainda com o Artist Hub, onde músicos poderão compartilhar suas criações com fãs, construindo suas próprias páginas, fazendo o upload de músicas e vendendo-as — o serviço custa US$25 ao ano.

Apesar das diferenças, as cartas estão na mesa. Veremos agora qual empresa fará mais sucesso: Apple, com seu iTunes Match, ou Google, com seu Music.

[via 9to5Mac]

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