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MTA esclarece informações a respeito do contrato de aluguel da Apple Store, Grand Central

Apple Retail Store do Grand Central Terminal

Nesta semana falamos sobre a nova loja da Maçã em Nova York, que abrirá suas portas no dia 9 de dezembro, no Grand Central Terminal, mas a inauguração desse estabelecimento não têm sido só alegria, ao contrário do que era pra ser.

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Apple Retail Store do Grand Central Terminal

Algumas informações sobre o contrato entre Apple e MTA (Metropolitan Transportation Authority) vieram à tona, e a suposta “boa negociação” conseguida pela gigante de Cupertino fez muita gente abrir o olho, querendo entender melhor os números e os termos do aluguel do espaço, imaginando que houve algum tipo de favorecimento irregular. Mostrando que não tem nada a esconder, a MTA entrou em contato com o 9to5Mac, fornecendo mais informações sobre o acordo.

Em relação a qualquer exigência de uma investigação sobre o contrato de arrendamento, o nosso comentário é: pode vir com tudo! Este é o melhor negócio possível para a MTA, quadruplicando o aluguel que recebemos e trazendo grande tráfego ao GCT, o que vai aumentar as receitas de todos os nossos lojistas. Estamos ansiosos para explicar os detalhes desta competitiva transação para quem está interessado.

Alguns fatos envolvendo a negociação:

  • Apesar de o espaço alugado pela Apple ser bom, o uso dele é limitado por normas de preservação histórica bastante rígidas.
  • O restaurante Metrazur (antigo locatário) tinha um contrato de arrendamento até 2019, pagando US$263.000 anualmente ao MTA. Este contrato é datado de 1999 (época da restauração do GCT; defasagem, oi?) e não estava gerando receita suficiente.
  • O leilão pelo espaço incluiu custos iniciais altos: US$5 milhões para arrendar e cerca de US$2,5 milhões em melhorias de infraestrutura.
  • O acordo com a Apple é positivo a MTA e para os consumidores: quadruplica o aluguel (de US$263 mil para US$1,1 milhão), provendo “quase que uma área de lazer” para o terminal.
  • A loja da Apple vai aumentar o tráfego para todos os varejistas do GCT, onde cada 1% em vendas adicionais vale US$500.000 para a MTA.
  • O acordo envolveu ainda melhorias de infra-estrutura permanente o terminal, incluindo um novo sistemas de HVAC (Heating, Ventilation and Air Conditioning, ou “aquecimento, ventilação e ar-condicionado”), além de uma nova saída.
  • Este é o melhor negócio para a MTA. Somando todos os custos, a Apple está pagando mais de US$180 por pé quadrado pelos próximos 10 anos. Conforme o processo de leilão revelou, não existem muitos usos para este espaço os quais pudessem gerar o mesmo nível de receita para a MTA, dados o valor mínimo inicial e as limitações envolvidas.

Acho que com essas informações a MTA conseguiu explicar o motivo do bom negócio da Apple (e, por que não, deles). E que venha logo semana que vem, com direito a nova Apple Retail Store e, quem sabe, iTunes Store Brasil, sil, sil!

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