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Escritores chineses continuam acusando a Apple de vender livros piratas em sua loja virtual

iBooks no iPad

iBooks no iPadA bola de neve não para de crescer. Começou em janeiro, quando nove escritores chineses acusaram a Apple de vender livros piratas em sua loja virtual, no país, em um processo de US$1,88 milhão. A Maçã não fez nada e, em fevereiro, o valor subiu para cerca de US$3,6 milhões, já que o número de livros pirateados tinha aumentado.

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Os meses vão passando e os envolvidos novamente acusam a empresa de não se esforçar para resolver a situação. Resultado: segundo o PhysOrg.com, mais dez autores entraram na disputa, que já soma três processos — os valores, atualmente em US$3,6 milhões, poderão passar para US$7,7 milhões. Ao todo já são 23 autores e 95 livros piratas envolvidos.

Se isso fosse na App Store americana, sem dúvida os aplicativos piratas já estariam fora da loja. Não entendo por que a Apple não resolve isso logo, de uma vez por todas. Basta entrar em contato com os desenvolvedores responsáveis pela publicação dos livros na loja. Se a pirataria for comprovada, é só retirar os livros. Não vejo motivos para ficar de braços cruzados, como ela está, esperando uma decisão que poderá custar alguns bons milhões de dólares. Sei que é mais fácil falar do que fazer mas, convenhamos, não é uma situação tão difícil assim para a Maçã resolver…

[via The Verge]

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