Greenpeace faz mais um protesto contra a Apple, desta vez na sede da empresa, em Cupertino

Protesto do Greenpeace no campus da Apple, em Cupertino

O pessoal do Greenpeace está com a corda toda! Tudo começou com a liberação de um relatório sobre infraestruturas de serviços online atacando diversas empresas, incluindo a Apple.

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Em menos de um mês foram quatro protestos contra a Maçã: o primeiro foi em uma das sedes da empresa na Europa, em Cork; o segundo em Apple Retail Stores dos Estados Unidos, do Canadá e da Inglaterra; o terceiro aconteceu nos trilhos da Duken Energy; e o quarto, acredite você, no Brasil, sil, sil! Todos eles com o mesmo objetivo: fazer com que a Apple pare de utilizar carvão para abastecer o seu data center, consequentemente, “limpando as nuvens”.

Protesto do Greenpeace no campus da Apple, em Cupertino

Eu falei quatro, certo? Errado, pode botar mais um nessa conta. Conforme podemos ver na imagem acima, o grupo se manifestou no campus da Apple, em Cupertino, projetando posts do Facebook, tweets e fotos de apoiadores da campanha na parede de um dos prédios da Maçã. Tudo foi transmitido ao vivo pelo serviço Livestream — espero que eles não usem carvão para abastecer seus data centers, também. A manifestação também incluiu outros tipos de protestos, como pessoas vestidas de iPhone exibindo as mesmas mensagens via Facebook e Twitter.

O Greenpeace informou que mais de 215 mil pessoas assinaram a petição que pede à Apple o uso de energia limpa.

[via AppleInsider]

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