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Analistas: fornecimento da Qualcomm não deve afetar o próximo iPhone; 3GS continuará à venda

iPhone 3GS deitado, de lado

Nesta segunda-feira, analistas resolveram falar sobre o futuro do iPhone. Um deles foi Gene Munster, da Piper Jaffray, e segundo ele, o problema de fornecimento da Qualcomm — a empresa está com dificuldades na produção de basebands LTE de 28 nanômetros — não vai afetar o lançamento da próxima geração do iPhone, que deve acontecer em setembro/outubro.

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O analista estima que a Apple tem 80% de chances de atingir a marca de 49 milhões de unidades vendidas no último trimestre do ano. Se por um acaso a Maçã for afetada pela produção da Qualcomm, Munster acredita que ela irá se recuperar no Q1 2013. Por quê? Pois, para ele, é pouco provável que o consumidor que queira comprar a sexta geração do iPhone corra para a concorrência devido à falta de estoque.

No que diz respeito ao design do aparelho, ele afirma que o novo smartphone da Apple poderá trazer um corpo parecido com o do iPad (de metal, abaolado) e que existe 50% de chances de a tela do aparelho ter mais do que 4 polegadas — pô, Munster, assim fica fácil! :-P. Além disso, ele aposta no “básico”: suporte a redes LTE (4G), melhor processador, mais memória, melhorias na câmera, etc.

O analista mantém a classificação de “sobrepeso” para os papéis da Maçã, colocando um preço-alvo de US$910 — no momento deste artigo a NASDAQ:AAPL opera em alta de 4,28%, valendo US$553,10.

iPhone 3GS deitado, de lado

Já Peter Misek, da Jefferies, acredita que o iPhone 3GS (Highlander?), continuará à venda, totalmente focado em mercados pré-pagos/emergentes. Atualmente o aparelho custa US$375 sem um contrato nos Estados Unidos — no Brasil, ele está saindo por R$1.000 —, todavia, ele passaria a ser comercializado por algo entre US$250-300 lá fora.

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Particularmente, acho muito difícil ver isso acontecendo por alguns motivos: 1. é pouco provável que o smartphone de terceira geração da Apple receba o iOS 6, o qual deverá chegar junto ao novo iPhone, afinal, suas especificações técnicas já estão ficando, digamos, limitadas para recursos mais poderosos que podem aparecer no novo sistema móvel da Maçã; 2. será que a Apple comercializaria um aparelho com sistema defasado?; 3. sendo o único iGadget que não possui a tela Retina, está mais do que na hora de o iPhone 3GS sair de cena e dar lugar ao iPhone 4, o qual será um belíssimo aparelho de entrada, caso a empresa consiga “enxugar” um pouco mais os custos dele.

iPhones 4S de frente

Outro que também opinou sobre o telefone da firma de Cupertino foi Keith Bachman, da BMO Capital Markets. Apesar de o mercado estar preocupado com a questão dos subsídios das operadoras, Bachman acha que tudo continuará igual, ou seja, as telecoms continuarão subsidiando fortemente o iPhone em terras americanas. E o motivo para isso é simples: embora queiram pagar menos, elas estão muito preocupadas com o que poderia acontecer com a taxa de retenção de clientes, caso uma atitude dessa seja feita — conforme já vimos, a Apple é a que tem a melhor taxa de retenção entre as fabricantes de smartphones.

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Além disso, temos a quase certa chegada de um modelo LTE, o que impulsionará ainda mais os planos de dados entre clientes/operadoras — sem falar nas questões legais/contratuais de uma decisão dessa, já que a Apple deve ter amarrado isso muito bem.

[via Applensider: 1, 2; AllThingsD]

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