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Apesar de resultados abaixo do esperado por Wall Street, analistas continuam muito otimistas em relação à Apple

Logo da Apple com dinheiro/dólares

Logo da Apple com dinheiro/dólaresOs resultados financeiros divulgados pela Apple na noite de terça-feira podem ter desapontado alguns analistas — com exceção de Katy Huberty, da Morgan Stanley —, mas ainda assim foram incríveis e acima do que a própria Apple previa.

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Se tem um fator que influenciou essa discrepância entre as expectativas de Wall Street e os resultados reais, foram vendas de iPhones abaixo do esperado. A Apple anunciou 26 milhões de unidades comercializadas, enquanto a média dos analistas profissionais era de 28,97 milhões. Esses quase 3 milhões fazem muita, muita diferença num produto tão lucrativo quanto ele.

Para Charlie Wolf, da Needham, a Apple foi severamente afetada pela crise econômica europeia. Embora reconheça que ela superou suas estimativas, a diferença teria sido pequena — pelo jeito os analistas já estão acostumados a ver números muito acima do esperado, o que não deixa de ser em parte culpa da própria Apple.

Relembrando que algo parecido aconteceu no terceiro trimestre fiscal de 2011, Brian White, da Topeka Capital Markets, prevê futuros meses muito positivos para a Apple com a chegada do iPhone de sexta geração e de outros novos produtos. Ele vê o momento atual como uma excelente oportunidade de compra de papéis da Maçã, apostando uma grande subida de valor até o final do ano.

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“As ações da Apple subiram 30% em média e superaram o S&P 500 em uma média de 27% nos três meses que antecedem lançamentos de iPhones”, lembrou Huberty. “Nós esperamos uma performance tão boa quanto frente ao iPhone 5 [sic], o qual acreditamos que terá conectividade LTE e um novo formato (mais fino, nova carcaça).”

Brian Marshall, do ISI Group, já começa a enxergar o ano fiscal da Apple dividido em dois: 180 dias de “iluminação” e 180 de “escuridão” — os primeiros, é claro, seriam marcados pelas épocas que circundam lançamentos de novos iPhones. Gene Munster, da Piper Jaffray, concorda e já prevê mais uma vez resultados conservadores no trimestre corrente, os quais serão bastante compensados pelo trimestre que termina em dezembro.

De uma maneira geral, todos os analistas mantiveram suas classificações de “compra” para as ações da Apple e poucos reduziram os preços-alvo a curto prazo. Depois de uma queda significativa ontem, de mais de 4%, hoje a NASDAQ:AAPL opera estável, a US$575.

[via Fortune Tech]

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