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New York Times e Wall Street Journal afirmam que Apple está trabalhando em um “iWatch” com vidro curvo; ex-empregado disserta sobre seu potencial

Conceito - iWatch2

Por muito tempo, rumores circundavam o nome da Apple sobre a possibilidade de ela vir a lançar um telefone celular. Depois, apostavam num tablet. E veio o iPhone. E depois o iPad.

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Agora, apenas três anos após a chegada do iPad, muitos já vomitam por aí que a Apple “precisa” lançar uma nova revolução o quanto antes, mesmo com a empresa não dando conta de atender à demanda por novos produtos e superando seus recordes financeiros ano após ano. Nesse escopo, fala-se muito sobre uma possível “iTV” e, mais recentemente, esquentaram os rumores sobre um “iWatch”.

Conceito - iWatch2

Antigo conceito de “iWatch”.

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Hoje, a coisa pegou fogo: dois dos veículos mais tradicionais dos Estados Unidos, o The New York Times e o The Wall Street Journal, afirmaram que a Apple estaria de fato trabalhando num relógio inteligente com vidro curvo, tendo inclusive já discutido o projeto com a Hon Hai Precision Industry (controladora da Foxconn). A informação corrobora o que um site chinês disse recentemente, porém ele havia citado que o projeto seria uma colaboração da Apple com a Intel.

Eles inclusive citam uma potencial fornecedora desse tal vidro curvo: a própria Corning, famosa pelos vidros Gorilla Glass utilizados em iGadgets. A fabricante americana criou recentemente um vidro flexível chamado Willow Glass, o qual estaria cotado como forte candidato para esse suposto “iWatch”.

Como sempre, rumores como esse — que por enquanto são apenas rumores, ou seja, podem nunca vir a se tornarem realidade — envolvendo o nome da Apple sempre sacodem bastante o mercado, então empresas que trabalham hoje em smartwatches, incluindo o famoso Pebble, devem estar de cabelo em pé com essa possibilidade.

Conceito de iWatchCoincidentemente, há poucos dias um ex-empregado da Apple (não só “ex”, mas o emprego de número 66 na história da companhia) dissertou em seu blog pessoal acerca do potencial de um iWatch.

Bruce Tognazzini, especialista em design humano e de interação computacional, cobriu as falhas e os defeitos dos smartwatches que já chegaram ao mercado e qual poderia ser o grande diferencial de um relógio inteligente nascido nos laboratórios de Cupertino. Duas de suas visões dizem respeito ao uso desse dispositivo com senha de acesso para praticamente tudo e como meio de pagamento digital (à la NFC). Considerando que usuários estariam a todo tempo usando seus “iWatches”, Tognazzini também especula sobre os benefícios dele para recursos de localização e para o próprio aperfeiçoamento dos mapas da Apple.

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Falando por mim, há anos deixei de usar relógios de pulso pois me vi livre da necessidade de carregar um objeto extra comigo basicamente para saber as horas — descartando, é claro, o item estético da coisa. Um smartwatch estaria para um relógio convencional, portanto, tanto quanto um smartphone está para aqueles celulares antigos que tinham como função central realizar ligações.

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Os recursos mais óbvios que a Apple poderia implementar num “iWatch” já estão por aí: integração com iGadgets via Bluetooth para mostrar notificações de chamadas, mensagens e afins, controle multimídia, pedômetro embutido, entre outros. Mas, com tudo que vem da Maçã, não podemos esperar que ela chegue simplesmente com algo mais do mesmo.

No mínimo, a interface desse produto seria provavelmente diferente de tudo o que já vimos. Além disso, creio — e espero — que boa parte de suas funções poderão ser controladas pela Siri, por isso fica a torcida para que ela evolua e se expanda para mais países/idiomas rapidamente.

Uma coisa é certa: um “iWatch” seria um belíssimo complemento para a linha atual de produtos da Apple — e que venha algo muito bacana por aí! 😉 Enquanto isso, fique com alguns conceitos variados que já publicamos aqui no site: 1, 2, 3, 4, 5.

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