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Apple cria equipe de conselho acadêmico para melhorar as condições de trabalho em fornecedores

Trabalhadores numa fábrica de uma parceira da Apple

Em janeiro de 2012, a Apple anunciou uma parceria com a Fair Labor Association para que a associação ajude a empresa no monitoramento das condições de trabalho em diversos fornecedores, algo inédito no mercado. De lá para cá, a Maçã continua se esforçando para melhorar essas condições e ser uma empresa mais transparente nesse sentido, seja compartilhando informações através de seu site ou cortando relações com parceiras que não estão em conformidade com seu código de conduta.

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Trabalhadores numa fábrica de uma parceira da Apple

Nesta semana, ela deu um passo além e criou uma equipe de conselho acadêmico, a qual está diretamente relacionada ao seu programa de responsabilidade com fornecedores. Liderado por Richard Locke (professor da Universidade Brown e diretor do Instituto Watson), um grupo de oito voluntários — todos professores de importantes universidades americanas — ajudarão a empresa no estudo e nas recomendações sobre as políticas e práticas atuais, na conduta ou incumbência de novas pesquisas sobre as normas de trabalho dentro da cadeia de suprimentos da Apple, e no compartilhamento de pesquisas existentes que podem ajudar a melhorar essas políticas e práticas.

Segundo Locke, todas os estudos recomendados ou realizados diretamente pela equipe estarão sujeitos aos mais altos padrões acadêmicos. Espera-se que as novas pesquisas resultem em documentos de trabalho os quais ficarão à disposição do público, bem como artigos que devem ser publicados em revistas especializadas. Ainda de acordo com Locke, a ideia é que esse grupo molde as práticas da Apple e de seus fornecedores para que milhões de trabalhadores tenham condições seguras e justas, sendo pagos com salários dignos, trabalhando dentro de regimes legais — em ambientes seguros, onde eles possam expressar seus direitos como cidadãos.

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Além de Locke, o grupo é formado por Mark Cullen (Universidade de Stanford), Eli Friedman (Universidade de Cornell), Mary Gallagher (Universidade de Michigan), Margaret Levi (Universidade de Washington), Dara O’Rourke (Universidade da Califórnia, Berkeley), Charles Sabel (Universidade de Columbia) e Annelee Saxenian (Universidade da Califórnia, Berkeley).

Se a iniciativa vai mesmo gerar frutos, não temos como saber. Mas uma coisa é certa: mal não fará! É inegável que a Apple é uma das empresas mais preocupadas e atuantes quando o assunto envolve condições de trabalho. Agora é torcer para que outras sigam o exemplo e que também coloquem em prática os objetos dos estudos desse grupo formado por feras acadêmicas.

[via The Loop]

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