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Wall Street Journal entrevista engenheiro sênior de software da Apple que teve envolvimento direto na criação do iPhone

Sala onde o iPhone foi criado

Na semana que vem, Apple e Samsung voltarão à justiça californiana para retomarem o processo que inicialmente obrigaria a sul-coreana a pagar quase US$1 bilhão para a Maçã. Ambas trazem agora novos argumentos, com a Sammy tentando reduzir a sentença e a Apple com chances de até mesmo aumentá-la.

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Em meio a esse imbróglio, a Apple permitiu que o Wall Street Journal entrevistasse ontem [matéria fechada para assinantes] uma pessoa-chave em toda essa história: Greg Christie, engenheiro sênior de software da empresa que teve envolvimento direto na criação do iPhone e que até hoje trabalha em Cupertino.

Ele trouxe uma série de detalhes e curiosidades interessantes sobre o projeto, a começar por esta foto:

Sala onde o iPhone foi criado

O que vocês veem acima é um sistema que a Apple criou para testar o sistema do iPhone no começo de 2006. Ele utilizava um dispositivo de plástico com uma touchscreen — de codinome “Wallaby” — conectado a um Mac antigo (um Power Mac G3) para simular a performance limitada do hardware que iria para o telefone.

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Christie, que está na Apple desde 1996 e chegou inclusive a trabalhar no Newton, foi convidado no final de 2004 pelo até então somente membro sênior da equipe de software da Maçã, Scott Forstall, a se juntar num projeto secreto chamado “roxo”. A ideia básica da equipe era criar um telefone celular com um reprodutor integrado para músicas, operado por uma tela sensível ao toque.

Estimulada por Steve Jobs, a equipe de Christie dedicou inúmeros esforços a todos os pequenos detalhes do produto, incluindo a sua barra de deslizar para desbloquear (invenção do próprio Christie), a animação elástica quando se chega ao fim da rolagem de uma determinada tela, a interface do aplicativo de troca de mensagens e por aí vai.

Por muitos meses, o Sr. Christie fazia duas apresentações mensais para o Sr. Jobs em uma sala de reuniões sem janelas no segundo andar da sede da Apple em Cupertino, na Califórnia. Apenas alguns poucos empregados tinham acesso à sala; pessoas de limpeza não podiam entrar.

No dia em que o time do Sr. Christie finalmente impressionou o Sr. Jobs com a sua visão para o software do iPhone, eles tiveram que repetir a apresentação para Bill Campbell, conselheiro da Apple e amigo próximo de Jobs. O Sr. Christie lembra do Sr. Campbell dizendo que o telefone faria mais sucesso que o Mac original.

Aos que tiverem acesso ao WSJ, vale muito a pena ler a matéria completa. 😉

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