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Opinião de leitor: o que penso sobre ser um “Applemaníaco”

Desde quando conheci a Apple, passei a acompanhá-la e usar seus produtos, tornei-me um fã da empresa. Quase um amor à primeira vista. No começo, no entanto, foi difícil admitir isso, já que eu nunca gostei da forma como alguns fanboys se comportam nas redes sociais, de maneira ignorante e cega em relação ao mercado (concorrentes). Nunca bitolado (xiita’s brand), mas a cada rumor, lançamento, reviews, experiência de uso, beleza dos produtos, etc. eu ficava mais encantado em como a Apple se preocupa no “como” desenvolver seus produtos.

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Justamente por essas minhas reações, decidi tentar racionalizar e compartilhar algumas intuições a respeito do poder da Apple em influenciar. Não quero aqui, nestas poucas palavras, tentar abordar todos os motivos ou ter verdade absoluta, tampouco convencer você, caro leitor, de que a Apple é a melhor e absoluta. O intuito é registrar o quão mágico e importante é conhecer sobre gente, dar atenção aos detalhes, ser inovador.

A inovação não começou com a Apple, claro. No início do século XX, Henry Ford iniciou a produção em série dos automóveis de maneira brilhante. Mas o que é mais impressionante nisso tudo é que Ford inspirou pessoas para que seu legado fosse levado adiante. Está aí a montadora, hoje, que explica por si só.

Mas, voltando à Apple, quando citamos essa “magia” que gira em torno dos seus produtos, consequentemente estamos nos referindo a Steve Jobs. Ele não era o especialista — quem conhecia profundamente a respeito de hardware e software —, mas era o cara que intuía a respeito do que as pessoas precisariam. Claro, historicamente ele não inventou nada, todavia sabia inovar, reinventar mercados; sabia como transformar aquilo em algo realmente amigável. A indústria do computador e da música que o digam.

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O ponto-chave nisso tudo é que, além da qualidade dos produtos em si e o design maravilhoso, Jobs agregou valor emocional a eles. De certa forma os humanizou quando idealizou a “tecnologia para todos”. Projetou o primeiro iMac, por exemplo, com o intuito não só de atender às necessidades de um desktop, mas de incentivar as pessoas a tocar nele. Isso que torna a coisa genial.

iMac G3

Minha admiração pela Apple está estritamente relacionada ao fato de ela pensar em detalhes que, até um certo tempo atrás, empresas concorrentes não faziam ideia de que podiam fazer sentido. Design, integração de hardware e software, pós-venda… nada disso faria sentido se, ao desenvolver os produtos, não tivesse pensado em gente. O mercado como um todo mostra: faz sucesso quem entende de pessoas. Isso me faz tornar um admirador, neste caso, um “Applemaníaco”.

Se hoje a concorrência está tão boa quanto a Apple, sem dúvida alguma isso foi obra de alguém que um dia pensou diferente e fez sua história. Jobs, assim como muitos outros, inspira pessoas. Esse é o segredo da religião Apple.

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