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Protótipo do Apple Watch contava com bem mais sensores, mas empresa teve que recuar

Linha de Apple Watches voando

Quem aqui lembra do rumor o qual fala que o relógio da Apple poderia ter até dez sensores? Apesar de ser um produto interessante, vimos que a primeira geração do Apple Watch contará com poucos recursos de saúde/fitness (incluindo monitoramento cardíaco) se compararmos ao que ouvimos por aí antes do lançamento. Mas o que será que houve, então?

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Linha de Apple Watches voando

De acordo com o Wall Street Journal [matéria fechada para assinantes], originalmente o relógio tinha diversos sensores capazes de medir a condutividade da pele (permitindo detectar os níveis de estresse e da frequência cardíaca de forma semelhante a um eletrocardiograma). A empresa também testou formas de detectar a pressão arterial ou a quantidade de oxigênio no sangue do usuário. No entanto, uma combinação de problemas fez a Apple mudar o foco do dispositivo (passando de algo mais ligado a saúde para um produto mais genérico).

Como exemplo desses problemas, o sensor capaz de medir a condutividade da pele não tinha um bom desempenho em braços mais peludos ou em pessoas com pele muito seca; além disso, os resultados também variavam muito dependendo de quão apertado o relógio estava no pulso da pessoa — sem falar que, para lançar algo assim, a Apple precisaria da aprovação da Food and Drug Administration (a Anvisa dos EUA) e de outros órgãos reguladores. Em outros casos, os sensores disponíveis no mercado simplesmente não tinham a qualidade mínima almejada pela Apple.

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Obviamente estamos falando apenas da primeira geração do Watch, ou seja, esses recursos têm tudo para pintar numa futura versão do relógio, quando a Apple conseguir resolver esses problemas.

Numa nota relacionada, o WSJ também informou que a Maçã encomendou algo entre 5-6 milhões de unidades do Watch para os três primeiros meses de venda do produto.

Metade dessa produção seria para o Watch Sport (relógio mais básico e mais barato da empresa), enquanto o Watch ficaria com 33% e o Watch Edition com 17%. Falando especificamente do Edition, o jornal afirma que posteriormente a Apple planeja produzir cerca de 1 milhão de relógios de ouro por mês, sendo ele o produto mais caro que a empresa já vendeu.

[via MacRumors, 9to5Mac]

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