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Apple Music

Apple Music não é o maior dos serviços de streaming, mas aparentemente é o que mais atrai o público jovem

Nos Estados Unidos, sabemos que o número de dispositivos da Apple é bem grande — muito maior do que aqui no Brasil, por exemplo. Portanto, ainda que a maioria das pesquisas realizadas em diversas áreas nos traga somente informações do público americano, os dados comparativos acabam sendo bastante válidos em se tratando de aparelhos da Maçã.

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Desta vez, focando em software, a Fluent analisou os serviços de streaming de música e publicou dois rankings muito interessantes.

De acordo com a pesquisa, 7 entre 10 pessoas nos EUA consomem música todos os dias. Dentre os mais jovens, esse número passa para 9 entre 10, o que é realmente impressionante. E, destes números, grande parte prefere maneiras gratuitas de consumir o conteúdo — o que não é diferente dos brasileiros, né?

Tendo isso em mente, nós podemos ver o gráfico acima, que destaca em primeiríssimo lugar o nosso conhecido YouTube (66%), vindo em seguida serviços não tão populares por aqui, como Pandora (63%), iHeartRadio (47%) e Google Play Music (44%). Somente em 5º lugar nós temos o Spotify (36%), seguindo pelo Amazon Prime Music (19%) em 6º e, finalmente, pelo Apple Music com apenas 10%.

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Talvez você ache isso pouco para o serviço da Apple, mas, como citei, a maioria dos serviços rivais oferece opções gratuitas (com propagandas), o que atrai realmente muito mais público. Também não podemos esquecer que, ainda que a Maçã ofereça opção para os aparelhos com Android, sua maior base é de usuários de iGadgets, o que enxuga bastante o seu alcance. Outro fator a se notar é que é certamente mais difícil competir com serviços que permitem ouvir suas músicas via web.

Ainda assim, o panorama muda drasticamente se dermos um zoom e considerarmos apenas os usuários pagantes dos serviços, que compreendem 30% do número total. Destes, veja só, os mais jovens são os mais propensos a pagar para ouvir suas músicas.

Nesta lista, o Apple Music e o Spotify alcançaram os primeiros lugares na disputa, com o mesmo número de usuários (5%) na faixa dos 35 anos ou mais. O serviço da Maçã, porém, se mostra muito mais popular entre os pagantes com menos idade: 19% pertencem à geração Z (18 a 24 anos), enquanto o Spotify conquista 17% desse público. Já entre a chamadas “geração do milênio” (ou “geração Z”, de 25 a 34 anos), o Apple Music conquista 14% e o seu rival, apenas 9%. Com uma diferença bastante grande do último gráfico, os demais serviços alcançam não mais que 10% em todos os públicos.

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A razão pela qual a Maçã alcançou o topo no ranking de serviços pagos não é um mistério. Afinal, se os produtos da Apple são os preferidos das gerações mais novas, essas mesmas gerações são as que mais consomem e pagam, e os usuários são mais propensos a permanecerem com escolhas dentro do ecossistema do iOS.

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Portanto, dependendo de qual foco cada um der, o serviço da Maçã está indo ou muito mal, ou muito bem. 😛 De qualquer modo, sabemos que a base de usuários continua a aumentar, e pode ser que veja um crescimento ainda maior graças ao grande conteúdo em vídeo que espera-se ter daqui para frente.

via 9to5Mac

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