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Comparativo para blogs

Qual é o melhor aplicativo para escrever em blogs? Confira o nosso comparativo!

Já foi-se o tempo em que a palavra “blog” era sinônimo de diário digital, uma página pessoal onde as pessoas contavam especificamente suas experiências de vida. Não que não exista mais esse conceito, é claro, porém o seu significado foi se tornando cada vez mais abrangente.

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Um exemplo disso é que a maioria dos sites de empresas, hoje em dia, tem uma área de blog — seja para publicar dicas, listar atualizações de softwares ou os benefícios dos produtos sendo vendidos, expressar opiniões sobre um determinado assunto, entre outras coisas. E, assim como o termo se ampliou, o mesmo aconteceu com a maneira de se criar, publicar e ler blogs, à medida em que a interação das pessoas com a tecnologia sofreu transformações.

Falo da forma que utilizamos hoje, muito mais do que antigamente, os aplicativos. Os apps ocupam cada vez uma parte maior nas nossas vidas, principalmente em se tratando de dispositivos móveis.

Essa realidade foi ilustrada muito bem pela própria Apple no seu vídeo de abertura da Worldwide Developers Conference (WWDC) 2017, no qual mostrava o que chamaram de “Appocalipse”, ou seja, um apocalipse de apps, um mundo caótico por terem desaparecido todos os aplicativos existentes.

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Quando a intenção é criar conteúdo escrito, muitos buscam apps que lhe possibilitam escrever (online e offline) e também publicar o que foi criado de maneira fácil. Portanto, juntamos alguns aplicativos que podem auxiliar nessas tarefas e esperamos que ajude aqueles que estão com dúvidas em qual (ou quais) utilizar.

O comparativo

Nesse comparativo, nós optamos pelos três tipos mais recorrentes de plataformas que são aceitas em vários softwares: Blogger (Blogspot), Medium e WordPress — Tumblr e outros tipos de sites (Wix, Weebly, etc.) que podem servir como blogs foram deixados de fora por não serem suportados pela maioria dos apps testados.

Em relação aos aplicativos que testamos, dividimos (quase sem querer) em três categorias:

  1. Apps próprios dos sites: Medium e WordPress — o app do Blogger não existe mais;
  2. Apps para blogs: Blogo, BlogTouch WordPress e Blogger, e EasyBlog;
  3. Apps de Markdown: Blogo, iA Writer e Ulysses (que suportam publicações diretamente nas plataformas de blogs).

Um imprevisto

Antes de iniciarmos o comparativo de fato, preciso explicar algo que aconteceu: durante os testes com o aplicativo Blogo, eu tentei conectar o MacMagazine (que roda em WordPress) ao app. Mesmo sem publicar ou sequer enviar um rascunho para o site, algum plugin utilizado por nós “não conversou” muito bem com o app e eis que foi disparada automaticamente uma publicação nas redes sociais apenas com os símbolos “%%%%”. Logo, vocês perceberam que tinha algo “errado que não estava certo”.

Problema do app Blogo com o WordPress
O Edu Bergamo acertou: foi uma estagiária. 😝

A partir desse pequeno imprevisto, preferimos desvincular o MacMagazine do Blogo e não tentar o mesmo com outros aplicativos. Não investigamos, mas pode ser que esse tipo de problema afete principalmente apps que “puxam” publicações anteriores do site e que acabam por modificar algo internamente (é uma aposta); portanto, além do Blogo, nesse bolo devem estar o próprio app do WordPress e o BlogTouch para WordPress.

Infelizmente, eu não consegui fazer os testes como gostaria. Porém, a experiência pode servir como alerta para quem esteja considerando vincular algum desses apps aos seus sites, sabendo que dificilmente plugins e códigos personalizados serão reproduzidos no app. Para prosseguir com os testes, então, eu criei um site gratuito com uma conta pessoal.

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Sem mais delongas, vamos ao comparativo!

Design e interface

Neste quesito, levamos em consideração a aparência do aplicativo (em relação ao minimalismo e à possibilidade de modo escuro), a facilidade de uso, o idioma e a disposição das opções no app. Iniciando com os aplicativos próprios da plataforma, temos o app do Medium e do WordPress.

O WordPress é uma plataforma já bem antiga e conhecida majoritariamente por quem quer ter um site mais parrudo, com inúmeras possibilidades de personalização e monitoramento. Por esta razão, o aplicativo oferece várias ferramentas para gerenciar o seu site, com estatísticas, temas, seu perfil e outras configurações. Na aba “Leitor”, também é possível ler as publicações dos sites que você segue, ver os que já curtiu e também pesquisar.

Na página inicial “Meus sites”, entre várias opções, você encontra os posts anteriores (e páginas) para gerenciar. Para mim, o menu para mudar de posts publicados para rascunhos, agendados ou na lixeira não é uma opção tão intuitiva ou rápida assim. Felizmente, para criar um novo post é fácil, bastando tocar no ícone central no menu do app (uma folha com um símbolo de +), na parte inferior.

Com uma estrutura muito semelhante, o aplicativo Medium também permite que se crie uma nova história ou série1 facilmente, pela aba principal no centro inferior da tela. Ele, porém, faz um trabalho melhor em mostrar os posts já publicados ou rascunhos. Basta ir na aba “Você”, selecionar “Histórias” ou “Séries” e, no topo, você consegue ver se está nos posts publicados e pode modificar facilmente para a lista de rascunhos ou não-listados.

Como a plataforma tem um foco bastante grande no consumo de conteúdo, é perceptível o apelo para a leitura no app — o que pode ser ótimo se você curte ler as publicações de outras pessoas, principalmente com os temas que define como seus interesses. Entretanto, quando se trata de produção de conteúdo e ser realmente produtivo, a parte social do app pode atrapalhar aqueles mais procrastinadores e que, muito facilmente, perdem horas lendo as histórias alheias e esquecem-se para quê abriram o app.

No Medium há um modo escuro, que é ótimo para quem permanece olhando para a tela por muito tempo; no WordPress, porém, não existe essa possibilidade. Ambos optam pela cor branca para a criação/edição dos posts, seguindo cada um o esquema de cores predominantes em cada plataforma (no Medium, o preto e branco; no WordPress, azul e branco).

Em termos de idioma, podemos levantar as mãos para o céu e agradecer pois os dois aplicativos têm versão em português do Brasil, o que é uma maneira de alcançar um público maior.

Os aplicativos específicos para blogs (BlogTouch, EasyBlog e Blogo) e aqueles que aceitam Markdown (Blogo, iA Writer e Ulysses) têm como foco a escrita e, portanto, não terão opções para consumo de conteúdo, somente de produção (e a produtividade agradece!).

No BlogTouch (WordPress e Blogger), você pode acessar os seus posts e também as suas páginas, enquanto no EasyBlog (somente Blogger) você vê apenas os posts. Depois que você sincroniza tudo com os seus blogs, logo de cara vê uma lista dos posts publicados ou rascunhos e, tocando no ícone no canto superior direito (BlogTouch) ou um ícone de + (EasyBlog), você inicia um novo post. Tudo bem simples, rápido e prático.

Enquanto o tema do EasyBlog é branco, rosa e azul escuro, o do BlogTouch segue um esquema de cores referente ao WordPress (azul e branco) ou Blogger (laranja e branco) — eles também não têm opção para um modo escuro. Em relação ao idioma, todos estão em inglês.

O Blogo se enquadra nas duas últimas categorias; ele é focado em blogs, porém aceita Markdown. O aplicativo é direto ao ponto: ao abri-lo, você já tem um novo post. Caso queira ver a lista de artigos, basta tocar em um ícone no canto superior esquerdo que surgirá a opção “Articles”. Na lista de posts, você vê todos juntos e se guia pelos ícones ao lado de cada um para saber quando são rascunhos (uma página), publicados (um símbolo de “check”) ou guardados localmente (um lápis) — este aspecto não é tão intuitivo, porém você pode utilizar os filtros para mostrar somente um tipo.

É bom deixar claro que esta opção de ver artigos anteriores não está disponível quando você sincroniza o Medium por limitações da API2 da plataforma, infelizmente.

O esquema de cores é branco e cinza com alguns toques de roxo — nada muito grotesco — e, infelizmente, não tem modo escuro. E ainda que tenha sido desenvolvido por um brasileiro, o app não tem versão em português. 😖

O iA Writer (disponível em inglês) e o Ulysses (disponível em português) compartilham a mesma essência de app com suporte a Markdown: ambos têm o modo normal (branco) e o modo escuro (totalmente preto) e tentam seguir a linha de aplicativos “livre de distrações”, que realmente lhe mostra apenas uma “folha” em branco para que a sua criatividade se solte, sem que você tenha mais opções lhe roubando a atenção.

Por causa disso, os aplicativos são bem diretos: abrindo o app somos diretamente levados a um novo rascunho (iA Writer) ou para as opções de armazenamento (Ulysses) como iCloud e outros. Isso acontece pois, como não são ferramentas próprias para blogs, eles não “puxam” os posts e configurações das plataformas, então não existe muito o que ter além dos ajustes do app.

Aliás, vale aqui uma pausa para explicar: o Markdown permite que se escreva rápida e livremente, sem se focar, no momento, com o visual final do artigo. Em vez de sempre ter que parar, selecionar uma palavra/termo, e depois optar por negrito, itálico, adicionar links, etc., basta digitar um caracter especial (asteriscos, cerquilha, etc.) antes/depois do termo, ficando algo do tipo *negrito*.

Para ver o resultado final, é preciso tocar em uma opção de pré-visualização, que fica no ícone de compartilhar no Ulysses e, no iA Writer, no ícone de play (canto superior direito).

Tendo dito tudo isso, afirmo que talvez esses dois apps sejam realmente “limpos” visualmente e fáceis no sentido de escrever; por outro lado, você precisa aprender a “linguagem” deles (não é tão difícil, entretanto).

Recursos e formatação

Há quem acredite que ferramentas para escrita precisam ser as mais simples possíveis; outros necessitam de alguns recursos a mais para facilitar o trabalho. Em todo caso, é interessante analisarmos o que há ou não há em cada aplicativo.

No WordPress para iOS, como era de se prever, todos os elementos mais básicos (como adicionar link, deixar um termo em negrito, itálico, entre outros) estão presentes. Entretanto, as opções não vão além disso: não há um botão para criar tabela ou notas de rodapé, código, etc. — apesar de ser possível adicionar isso tudo por códigos HTML, não são todos que conseguem trabalhar facilmente com eles.

Existe no site/app a possibilidade de editar em dois modos: “Visual” e “HTML” (nada de Markdown). E eu fiquei decepcionada pois existem muito poucas opções quando se está no modo “Visual”; entretanto, tudo piora quando tocamos no último ícone, aquele para ir para o editor HTML: as opções de formatação simplesmente não podem ser usadas, ficando todas cinzas.

Algo que eu não curti no app foi o fato de sempre abrir diretamente no modo “Visual”. Digo isso pois, se criarmos algo em HTML, tudo pode ser desconfiguração muito facilmente se abrirmos no modo “Visual” depois; e, como esse é o padrão no app, ou você cria o seu post já nesse modo ou precisará sempre editar os elementos HTML antes de publicar/atualizar o artigo.

Ainda assim, é bem fácil adicionar imagens, tanto da biblioteca do celular quanto do próprio WordPress, além de ser possível tirar fotos na hora e adicionar. Você pode editar apenas o alinhamento, o link (caso queira adicionar), o tamanho e o texto alternativo — nenhum sinal de legendas no app.

Também é possível incorporar vídeos, áudios e posts de redes sociais. Entretanto, com o YouTube e SoundCloud (serviços testados), o código HTML é automaticamente convertido para os usados no WordPress. Além disso, no Twitter, no Instagram e no Facebook, algo dá errado quando tento incorporar o código inteiro (lembre-se, o site tem o plano básico e, portanto, não posso fazer mudanças na estrutura dele ou instalar plugins); entretanto, tudo aparece corretamente quando adiciono somente a URL de cada post (no fim, é mais fácil ainda adicionar pois não precisamos de códigos elaborados).

A pré-visualização no iOS também atende os quesitos básicos, mas peca quando se trata de ítens incorporados pois aparece somente o código, sem a formatação real. Para ver como fica de verdade, eu só consegui publicando e visualizando o artigo.

Uma das vantagens de se ter um app próprio de uma plataforma é poder escrever offline. Então, ele cumpre bem essa tarefa, guardando o post localmente. Vale notar que você precisa necessariamente saltar tudo manualmente, porém.

No site, há ainda algumas opções que precisam ser selecionadas em um post, como categorias, tags, imagem destacada e outros. Tudo isso pode ser editado no menu superior direito do app, em “Opções”; você também pode agendar um artigo, publicá-lo, definir visibilidade e mais.

Quem usa o Medium provavelmente está acostumado com as suas limitações. Há alguns prós em seus recursos, como o fato de ser tão simples de se usar que até os mais leigos fazem bom uso. Não há, nele, uma opção de pré-visualização do post, pois o próprio editor é a fase final, muito fácil de ser manuseada.

Também existem alguns recursos que só ele tem, como mencionar usuários da rede ao adicionar um @ para citar a pessoa e o fato de aceitar rich text, permitindo que colemos uma porção de texto de qualquer outro app e a formatação permaneça.

Falando em formatação, chegamos ao ponto em que o Medium peca: existem muito poucas opções (menos até que no app do WordPress). Você tem a opção de colocar o texto em negrito, itálico, adicionar um link e listas ordenadas, optar por dois tipos de “títulos” e uma linha para separar assuntos. Só.

Na plataforma, não existe tachado, código, tabela, HTML ou Markdown. E o pior é que nenhum outro aplicativo vai lhe ajudar nesses quesitos se a sua plataforma de publicação será, no fim, o Medium. Não que exista algum demérito nela (eu amo, principalmente pela parte social), mas preciso deixar isso claro para quem estiver interessado pois pode ser que algum desses elementos que a plataforma não aceita seja muito utilizado pelo usuário. Então, não valeria à pena. Outro grande “porém” do app é que ele não suporta escrita offline; você consegue escrever, mas o post não é salvo localmente.

Aplicativo Medium par iOS

No app do Medium, os parágrafos são divididos em “blocos”; isto é, eu somente consigo apagar ou selecionar um parágrafo por vez. Não entendi muito por que é assim, mas às vezes queremos apagar uma boa porção do post e não podemos fazer de uma vez só.

Um ponto positivo é que foi muito fácil incorporar vídeos, áudios e posts apenas adicionando a URL e, assim que você pula linha, o elemento já carrega e você consegue ver em tempo real como ficará. Também é possível adicionar imagens e editar a legenda (toque bem abaixo da foto e você verá um espaço menor para digitar).

Quando terminar de escrever o post, toque em “Próximo” para ver as opções de adicioná-lo a uma publicação, adicionar tags e compartilhar nas redes sociais. Não é possível agendar ou modificar o status do post de “publicado” para “rascunho” (não suportado no Medium) ou, pelo menos, “não-listado”. Para reverter a publicação (transformar em rascunho novamente, isto é), só copiando em um novo post e deletando o antigo.

O BlogTouch, como já citei, tem dois apps: um para o WordPress e outro para o Blogger. Os dois são basicamente o mesmo app, entretanto, há algumas diferenças por conta das opções disponíveis por cada plataforma.

De modo geral, ele funciona basicamente como o app da própria plataforma, mas sendo muito mais direto ao ponto, sem muitas informações de estatísticas ou configurações do site. A composição de um novo post é parecida, pois primariamente lhe mostra o modo “Visual” e, para mudar para HTML, a opção fica escondida no ícone de uma montanha com uma engrenagem.

Se você já tiver criado algo no modo “Visual”, poderá se assustar quando passar para o HTML, já que aparecem tantos códigos juntos e embaralhados (fique atento pois algo pode ser desconfigurado) que certamente vai confundir quem não está habituado — nesse aspecto, o app do WordPress tem uma leve vantagem.

Isso pode gerar um problema pois, se todas as opções de formatação do app (negrito, itálico, etc.) só estão no modo “Visual” e, para incorporar uma mídia (posts de redes sociais, áudios, vídeos) é necessário que seja adicionado pelo modo HTML, essa troca para lá e para cá pode gerar conflito no post ou, no mínimo, requerer que você refaça o trabalho se desconfigurar algo (o que nunca é bom). É possível adicionar vídeos também no menu do app, mas assim que você sair e entrar novamente, a mídia se transforma em código e você não consegue visualizar — a menos que o publique e veja no site.

O lado bom desse modo “Visual”, entretanto, é a possibilidade de copiar textos já formatados com, inclusive, as fotos, tudo exatamente como estava em outro app (seja o Notas, o Evernote, etc.). Falando em formatação, ele tem realmente bastante opções além das básicas: alinhamento e cores do texto, além de estilo e tamanho da fonte. No iPad, ainda aproveita-se mais o espaço e aparecem mais opções como criar tabela, desfazer/refazer e uma linha de separação.

Adicionar imagem também é bem fácil e é possível redimensioná-la a partir de uma bolinha azul nos cantos; legendas, porém, não temos como adicionar. Se você preferir editar as dimensões da imagem por números (em vez de arrastar), pode fazê-lo tocando na bolinha azul no meio da foto — assim você verá também uma opção para texto alternativo e alinhamento dela no texto.

Infelizmente, não é possível visualizar exatamente como o post vai ficar, pelo menos não na versão do WordPress para iPhone (no BlogTouch Blogger é possível, sim). No iPad, é possível visualizar, basta tocar no ícone de “Play” no topo.

Falando nisso, as diferenças entre os dois apps são pequenas; além das cores diferentes, no Blogger você tem o campo abaixo do título para colocar as tags do post e, no WordPress, as opções como categoria, tags e outros ficam na engrenagem ao lado do título do post.

Nos aplicativos, você também pode criar novos artigos mesmo sem conexão com a internet e deixá-los offline para, então, publicar ou enviar como rascunho quando você tiver uma conexão disponível. Na verdade, publicar mesmo você não consegue na versão gratuita deste app, somente com a versão paga.

Como o EasyBlog trabalha com a plataforma Blogger, muitas coisas nestes apps são parecidas com o que comentei acima em relação ao BlogTouch.

O foco no modo “Visual” é bem grande e, ao contrário do outro app, o EasyBlog sequer tem a opção de ver ou editar em HTML. Apesar de ser possível também copiar e colar toda a formatação de um texto (com imagens e vídeos, etc.), não ter opção de HTML é um ponto extremamente negativo por vários motivos, que explicarei abaixo.

O aplicativo somente tem — literalmente — as opções básicas: negrito, itálico, lista ordenada, lista não-ordenada, link e clear (apagar tudo — seja lá para que existe essa opção, que vez ou outra podemos esbarrar, apagar todo o post e sequer ter como desfazer a ação) e só. Mesmo! Não há como adicionar, pelo app, tachado e outras formatações em um texto, adicionar imagem, mudar título, adicionar vídeo nem nada. É por isso que, talvez, se tivesse uma opção de adicionar elementos no HTML, encaixaria muito bem.

Como último recurso, tentei editar o post acessando o Blogger no computador e pude até ver várias outras opções de formatação e adição de vídeo, mas para adicionar posts de outras redes sociais precisaria do bendito HTML. Então, tentei sair do modo “Visual” para ver o HTML… mas ficou basicamente impossível achar a parte onde eu precisaria adicionar o código:

Blogger no navegador - HTML

No post, você também adiciona as tags, mas é só. Nada mais para configurar. Inclusive, ele nem sequer tem a opção de escrevermos offline. Porém, algo interessante é a opção de trocar de blog caso você tenha vários registrados.

Das opções específicas para blogs, sem dúvida o Blogo é o mais completo. Ele vai além das formatações usuais, aceitando tanto o modo “Visual” (sem ser possível copiar a formatação de outro app), quanto HTML e também Markdown (e ambos de uma vez, também), o que o faz conversar bem com qualquer outro aplicativo e plataformas.

A formatação não fica numa barra logo acima do teclado, como os demais; a barra somente aparece quando você seleciona um texto, mostrando as opções básicas: negrito, itálico, tachado, sublinhado, lista ordenada e não-ordenada (em um mesmo botão, basta apertar duas vezes), link, citação (blockquote) e títulos (do H1 ao H6). Entretanto, caso queira outro tipo de formatação, pode sempre utilizar o Markdown ou HTML que tudo funcionará normalmente.

Para adicionar imagem também existem bastante opções de personalização. Você pode recortar, redimensionar (especificar o tamanho), adicionar links, aplicar alguns filtros, aprimorar automaticamente, ajustar o brilho e contraste, adicionar legenda, texto alternativo e até selecionar como uma imagem destacada (tocando na estrela).

Isso tudo sem mencionar que é possível, na versão Pro, utilizar a opção Media Search para procurar na internet e adicionar imagens, vídeos, áudios e GIFs. Mas mesmo na versão gratuita do app, você pode adicionar vídeos, áudios e posts de rede social (ou qualquer elemento incorporado) pela URL normal (no caso do YouTube, Twitter, etc.) ou pelo código HTML. Em ambos os casos, aparece uma “caixa” com o ícone do determinado site (SoundCloud, Instagram, etc.). Além disso, sempre que você copiar algum link ou código e voltar para o app, ele entenderá o que está na área de transferência e lhe perguntará se você quer usar a URL ou incorporar, o que poupa bastante tempo.

O app permite criar novos posts offline, que ficarão salvos localmente no iGadget. A maneira de pré-visualização também é interessante, pois você pode optar por ver uma página genérica ou realmente o post no seu site (WordPress) ou Blogger, que são as duas plataformas suportadas pelo Blogo — além do Medium, também.

Outros recursos bacanas são as extensões para o Safari e para o Google Chrome, com as quais você pode enviar links e citações com a fonte diretamente para o app. No Medium, há uma configuração genial: nos ajustes do app, você pode optar por “espelhar” todos os posts de outras plataformas; isto é, sempre que você efetivamente publicar no Blogger e/ou WordPress, o post vai automaticamente para sua conta do Medium.

Se você optar pela versão Pro, também terá direito a sincronizar os seus rascunhos com o Evernote, para ter tudo como material de referência no app do elefantinho verde. Além disso, qualquer nota que iniciar (no caderno específico) vai direto como rascunho para o Blogo.

Ao publicar, você pode escolher se a sua publicação será uma página ou um post, pode selecionar a imagem destacada e umas opções como permitir ou não comentários e até agendar a publicação. Também é muito fácil editar posts já publicados, salvar ou mandar um post já publicado para o rascunho novamente.

Como falei anteriormente, os aplicativos especificamente de Markdown têm como principal intenção “remover as distrações” para que você se detenha a escrever livremente.

No iA Writer, existem diversos atalhos de teclado (que podem ser usados no macOS e no iOS também, com um teclado sem fio), mas quando você os usa, vê os textos em Markdown, o que pode deixar confusos aqueles que estão acostumados com o modo mais visual dos blogs. Mas conforme você utiliza os símbolos para formatar o seu texto, percebe o quanto de fato isso economiza o tempo de quem escreve, sem que seja necessário parar constantemente para formatar o texto.

Entre as muitas opções de formatação do app estão tabelas, criação automática de sumário, caixa de tarefa, nota de rodapé e outros. Entretanto, tudo isso somente funcionará de fato se a plataforma suportar essas formatações — o que pode ser um problema no Medium, por exemplo.

No iOS, quando selecionamos o ícone , podemos ver todas as opções de formatação. Se quisermos trocar os botões padrão por outros que usamos mais, basta segurar uma das opções que todas começarão a tremer e poderão ser rearrumadas ou trocadas por outras opções, que você pode escolher de uma lista (essa modificação também pode ser feita em Configure Keyboard, nos ajustes do app).

As Smart Folders também são um trunfo e tanto; no iPhone ou no iPad, você pode criar novas pastas inteligentes, adicionando um termo específico e, automaticamente, a pasta agrupará os arquivos com esse mesmo termo (ou alguma outra “regra” diferente que quiser criar).

Opções de “desfazer” e “refazer” também são trunfos, já que podem salvar vidas. Ainda que, no iOS, haja a possibilidade de chacoalhar o aparelho e desfazer a ação, com uma opção dessa no app você pode controlar tudo com mais facilidade. O recurso Focus Mode também é maravilhoso e permite que você trabalhe com o foco na frase, no parágrafo ou no texto por completo (uma parte fica mais destacada e acesa do que as demais).

Algo que eu curti bastante no iA Writer é a maneira superfácil de criar hyperlinks: você pode simplesmente copiar o link, selecionar o texto e usar o atalho K ou escolher “Link” na barra inferior no macOS ou no iOS; automaticamente, o link da área de transferência aparece adicionado e, caso precise editá-lo, pode fazer no próprio texto, já que ele fica visível (não escondido atrás de um texto sublinhado e linkado, como é na maioria dos editores mais visuais) — isso também permite que o texto seja facilmente copiado/colado em outra ferramenta de Markdown sem que haja problema de compatibilidade.

E, diferentemente dos outros processadores de texto, ele permite que você também adicione elementos em HTML juntamente a elementos em Markdown. Então, na ótima pré-visualização do app, ele irá reconhecer ambos.

Falando em preview, o app permite ver muito bem como ficará a versão do texto, incluindo as mídias incorporadas como vídeos, áudios e posts em redes sociais — mesmo que você veja somente o visual do texto, não adaptado ao tema do seu blog ou site.

Para adicionar imagens, também é muito fácil. No macOS, você pode arrastá-las para o app e, automaticamente, ela irá para a biblioteca do app (o que acaba duplicando a foto no seu Mac) e também criará um Markdown assim: ![iA Writer no iOS](/16-iA-Writer-iOS-4.PNG). O que fica entre colchetes é a legenda, enquanto o que fica entre parênteses é o endereço da imagem; assim como está, é um arquivo presente no app, mas você pode trocar por qualquer link de imagem da internet. No iOS, basta tocar no ícone de imagem que você pode tirar uma foto na hora ou adicionar algumas da sua biblioteca — mas quando adicionar, aparece com o mesmo endereço.

Um dos pontos positivos do iA Writer é que basicamente tudo pode ser feito sem conexão com a internet (com exceção apenas da visualização de mídia incorporada ao post), principalmente porque ele não baixa os posts dos sites ou necessita se conectar para receber alguma informação (apenas textos previamente salvos no app pelo iCloud, etc.).

Assim como o iA Writer, o Ulysses tem uma vantagem de ser um app com markup/Markdown. Ambos os apps conseguem sincronizar com o iCloud ou outros serviços de nuvem e podem organizar os textos por pastas, o que permite organizá-los muito melhor do que num site, por exemplo (mesmo que você use categorias).

Em comparação ao iA Writer (ou até ao Blogo), existem prós e contras. No Ulysses, toda a marcação de Markdown tem uma cor diferente, o que é visualmente melhor para distinguir o que está formatado e o que não está. Por outro lado — e esta é de acordo com meu uso —, links e imagens ficam “escondidos” nos códigos [img] ou [TextoDoLink] e não podemos ver os endereços ou títulos de imagens que facilitarão a identificação (ou até para copiar/colar em outro app que suporte Markdown, não é possível; é preciso antes exportar como Markdown). Mas, talvez, para você este seja um ponto positivo, já que ter os links dentro do texto pode poluir muito a visão — tudo é questão de perspectiva.

Apesar disso, é bastante fácil adicionar imagens e links; basta digitar [texto] que aparecerá uma janela automaticamente na qual você adicionará o link; e a mesma coisa acontece com as imagens: você pode digitar (img) (ou selecionar a opção no menu do iOS) e aparecerá uma janela para você selecionar a imagem, inserir link (caso precise), descrição e título. No macOS, você também pode arrastar a imagem para dentro do app e ela já se transforma em Markdown.

Em relação à formatação convencional, é possível reproduzir quase todos os mais básicos como negrito, itálico, etc. Entretanto, não entendi a razão de não ser possível utilizar o tachado; a única opção que achei foi uma chamada “delete”, que, no app, aparece como se estivesse tachado, mas na publicação ele de fato deleta o texto, eliminando a parte marcada do post final.

Tabelas até são aceitas, mas é preciso um malabarismo com app de terceiros para isso. Felizmente, notas de rodapé são aceitas, assim como blockquote e outros.

O app também não “entende” códigos HTML, e estes não aparecem corretamente na pré-visualização. Mas acredito que, se a intenção é exportar depois para o WordPress, o código surtirá efeito (você só não vai ver exatamente como fica antes de publicar).

Vídeos e posts em redes sociais também podem ser um problema; vídeos podem ser até adicionados pelo Markdown (vid), mas não aparecem na pré-visualização. Os posts de redes sociais não aparecem de jeito nenhum, permanecendo com os códigos de incorporação — você somente conseguirá ver ao enviar para o WordPress ou Medium, e, ainda assim, pode ser que o código não funcione perfeitamente.

O Ulysses também tem uns bons pontos positivos: além de poder acessar (criar/editar) textos offline, ele tem uma opção muito bacana para quem precisa pesquisar bastante antes de publicar algum texto; isto é, existe uma área de anexos, onde se pode definir keywords (palavras-chave), adicionar fotos e outras anotações referentes àquele texto e consultá-lo sempre que precisar.

Outro recurso interessante é a habilidade de, no app para macOS, ser possível criar novos markups com diferentes sistemas de Markdown; isso serve para que, por exemplo, se você precisar escrever algo que utilize parênteses ou colchetes de maneira similar ao do app, você pode modificar o seu Markdown para o código utilizado ser diferente (e o texto não “sobrepor” o código ou vice-versa). Você pode criar e selecionar no macOS e, no iOS, é possível apenas selecionar os que já foram criados.

Disponibilidade

Se a intenção primária é ter os seus posts onde quer que você vá, talvez você precise considerar apps multiplataforma.

Todos os aplicativos que têm versões para macOS funcionam basicamente da mesma maneira do que na versão para iOS. Há algumas diferenças visuais — obviamente — e, no caso do Ulysses, algumas configurações a mais que podem ser feitas pelo Mac.

Confira na tabela abaixo quais dispositivos cada app suporta:

iOS (iPhone) iOS (iPad) macOS Windows Android
Medium Sim Sim Não Não Sim
WordPress Sim Sim Sim Sim Sim
EasyBlog Sim Não Não Não Não
BlogTouch Sim Sim Só Blogger Não Não
Blogo Sim Sim Sim Não Não
iA Writer Sim Sim Sim Em breve Sim
Ulysses Sim Sim Sim Não Não

Preço

O preço pode ser um dos fatores definitivos na escolha ou não de um app. Abaixo, você pode ver o que você vai precisar investir caso tenha curtido alguma das opções apresentadas acima.

Os apps Medium, WordPress e EasyBlog são completamente gratuitos.

O BlogTouch conta com três versões gratuitas com limitações; no iOS, os apps para WordPress e Blogger e, para Mac, somente Blogger; há também três versões pagas, duas para iOS (R$9,90 do WordPress e R$16,90 do Blogger — você pode optar por comprar os dois por R$19,90); no Mac, para liberar todas as possibilidades, uma compra de R$49,90.

Já o Blogo tem versões gratuitas para baixar em todas as plataformas, porém para utilizar alguns recursos, como adicionar mais de um blog, sincronização com Evernote e uso do Media Search, é preciso assinar o app (R$9,50/mês ou R$79,90/ano)

O iA Writer tem versão gratuita para Android; já para iOS custa R$16,90 e para macOS, R$64,90.

O Ulysses é gratuito por 14 dias, mas com limitações depois desse período (não é possível editar); caso queira utilizar, é preciso pagar uma assinatura mensal de R$12,90 ou anual de R$102,90 (ou R$34,90, com desconto de estudante).

Publicação do app no blog

É fácil imaginar que tanto o app do Medium quanto o do WordPress ofereçam uma publicação tranquila nas configurações padrão, já que ambos são os apps oficiais de cada plataforma. Entretanto, se você se interessar por outras opções, talvez queira saber como o app se sai quando é preciso publicar a partir dele, diretamente para o site no qual o blog está.

Nas duas versões do BlogTouch (Blogger e WordPress), é preciso pagar para ter acesso a essa opção de publicar os posts e, também por isso, não é possível editar posts já publicados (até dá, porém para aplicar, será preciso transformar em rascunho novamente). É possível completar os campos que normalmente são necessários como categorias, tags e outros (menos a imagem destacada); o post pode ser publicado imediatamente, enviado como pendente (revisão) ou até escolher uma data e hora para ser publicado. Depois de publicado, ainda é possível acessar do app os comentários feitos pelos leitores.

No EasyBlog as opções são menores, já que a plataforma é o Blogger; somente é necessário escolher algumas labels (etiquetas) e pronto; a publicação é feita imediatamente. Infelizmente, a edição de posts previamente publicados faz com que os posts se tornem automaticamente rascunhos, o que não é algo tão agradável de ficar mudando toda vez que alguma mudança precisar ser feita.

O Blogo também tem no app as opções de preenchimento como no BlogTouch, porém nele ainda tem um recurso a mais que é o de selecionar a imagem destacada — e ainda editá-la, caso seja necessário. Finalmente, o Blogo é um dos únicos que permite editar e atualizar posts já publicados de forma muito simples, sem transformar o post em um rascunho novamente. É bom lembrar que isso não pode ser feito no app com o Medium, pois a integração não permite acessar posts já publicados.

No iA Writer — por não necessariamente ser um app exclusivo para blogs —, a única maneira de enviar os posts para o Medium ou para o WordPress é compartilhar e enviar para as plataformas como um rascunho; assim, o app transformará todos os códigos Markdown em HTML. Nesse processo, todos os parágrafos aparecem entre <p> — mas resolver isso é fácil, basta modificar para o modo “Visual” e retornar para o HTML (isto é, no WordPress). Em alguns casos, a imagem quando adicionada aparece com um código <figure> desnecessário, e o título também aparece “duplicado” (tanto no título de fato quanto no início do texto novamente).

O Ulysses vai alguns passos além do iA Writer na publicação: no Medium, o post é enviado para o site como rascunho também por limitações da plataforma; entretanto, no WordPress, o Ulysses já dá opções para enviar como rascunho ou então publicar imediatamente ou numa data/hora específica. E você pode preencher aqueles campos padrão, como categoria, tags, formato, imagem destacada e até se deseja enviar em Markdown ou HTML.

Em ambos os apps, nenhum post publicado fica no aplicativo em si — no máximo, uma cópia da última versão antes de ele ser publicado.

Veredito

Existem comparativos que fazemos em que juntamos aplicativos com um só propósito e, portanto, escolher um vencedor é bem mais fácil. Entretanto, há outros que não é tão fácil (ou sequer possível) escolher uma única opção para todas as pessoas. E esse é o caso deste, que coloca lado a lado opções parecidas, mas por se tratar de produção escrita (um processo basicamente artístico) é preciso cuidado ao falar que definitivamente uma opção é melhor que outra.

Para que você chegue a um veredito próprio levando em conta as suas necessidades, aconselho seguir as perguntas: o que realmente importa? O preço, as funcionalidades, a aparência, opção offline ou a disponibilidade? Olhe para a sua vida e veja qual recurso mais fará falta e o que não fará diferença para você.

Lembre-se que, muito além desses quesitos, você precisa se perguntar: qual, de fato, fará com que minha produtividade aumente? Ou, pelo menos, que não a diminua por ter tantas opções e ser necessário uma curva de aprendizado maior que você acabe se perdendo.

Sendo bastante sincera, não são todos que se acostumam com o modo de escrever em Markdown, mesmo que — e, aqui, digo por mim — no fim acabe agilizando a escrita pelo fato de a formatação fazer parte dela. Há quem se dê melhor com uma escrita mais visual, outros preferem ver o código em HTML…

Além das opções relatadas aqui, também existem muitas outras, como utilizar qualquer outro app de notas como o Evernote, o Google Docs, entre outros — quem sabe apenas copiar e colar na plataforma que você preferir ou mesmo sincronizar os apps de notas com o seu site.

No fim, o que realmente conta é o quão produtivo você consegue ser e quanto o aplicativo escolhido para escrever lhe ajuda/atrapalha nessa tarefa. Por isso, a minha parte está terminada. Agora eu jogo a bola para você analisar de acordo com suas necessidades! 😉

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WordPress de Automattic
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Versão 18.1 (194.9 MB)
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Ícone do app BlogTouch for Blogger
BlogTouch for Blogger de Denk Alexandru
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Ícone do app BlogTouch for Blogger
BlogTouch for Blogger de Denk Alexandru
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BlogTouch for Wordpress.com de Denk Alexandru
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Ícone do app EasyBlog (for Blogger/Blogspot)
EasyBlog (for Blogger/Blogspot) de Credencys Solutions Inc
Compatível com iPhones
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Desculpe, app não encontrado.


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Ícone do app Ulysses
Ulysses de Ulysses GmbH & Co. KG
Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 23.4 (96.8 MB)
Requer o iOS 13.4 ou superior
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Ícone do app Ulysses
Ulysses de Ulysses GmbH & Co. KG
Compatível com Macs
Versão 23.4 (31.3 MB)
Requer o macOS 10.14.4 ou superior
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iA Writer de Information Architects GmbH
Compatível com iPadsCompatível com iPhones
Versão 5.6.13 (61.8 MB)
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Ícone do app iA Writer
iA Writer de Information Architects GmbH
Compatível com Macs
Versão 5.6.13 (18.9 MB)
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