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iPhone com componentes expostos (bateria)

Baterias de íons de lítio não estão aguentando os avanços de smartphones

Sempre que um novo smartphone é lançado, consumidores querem saber o que mudou em termos de design, performance, novas tecnologias e sensores, avanços nas câmeras e outros, mas um dos fatores mais discutidos é a autonomia de suas baterias.

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Absolutamente todo smartphone de hoje em dia utiliza baterias de íons de lítio, variando apenas em formato e capacidade — comumente informada na unidade de mAh (miliampère-hora). Os iPhones XS, XS Max e XR, por exemplo, têm baterias de respectivamente 2.658mAh, 3.174mAh e 2.942mAh.

Esses números para muita gente podem não dizer muita coisa, mas os geeks e especialistas em tecnologia já conseguem ter uma ideia de quanto esperar em termos de autonomia por meio deles. E é mais ou menos aí que mora o problema: mesmo com otimizações em outras partes do hardware (o último chip da Apple — o A12 Bionic —, por exemplo, é fabricado num processo de 7 nanômetros que contribui com eficiência energética) e no próprio software, de uma maneira geral hoje em dia podemos ligar diretamente a duração de um smartphone (menos um dia, um dia inteiro, dois dias…) pela capacidade nominal da sua bateria.

Recentemente, publicamos um artigo aqui no site informando que o iPhone X bateu os novos modelos em um teste de bateria com navegação na web e trouxemos para vocês um gráfico destacando como as baterias de iPhones têm aumentado em capacidade com o passar dos anos. Mesmo assim, conforme apurou o Washington Post, não está sendo lá suficiente para acompanhar todo o resto.

Gráfico de baterias de smartphones

O gráfico acima, compilado por eles, comprova a promessa da Apple de que o iPhone XR é o novo rei em autonomia de smartphones — mesmo com uma bateria não lá tão avantajada. A célula do Galaxy Note9, ali em segundo lugar, tem 4.000mAh!

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O maior problema está nos smartphones pintados de cinza, no gráfico. Todos são de gerações anteriores à atual e, mesmo assim, batem vários dos modelos recém-lançados — e não importa se são iOS ou Android.

Em suma, parece que as baterias de íons de lítio já deram o que tinham que dar. Smartphones continuarão evoluindo em vários aspectos (5G vem aí), e simplesmente não dá para as fabricantes ficarem aumentando suas capacidades para “dar conta”. Vira e mexe surge alguma notícia sobre uma nova tecnologia revolucionária de baterias por aí; está na hora de algo assim se concretizar! Grafeno, quem sabe?…

via AppleInsider

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